<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953</id><updated>2012-02-02T17:23:21.850-08:00</updated><category term='atenção'/><category term='consciencia'/><category term='awareness'/><title type='text'>CLARO VER</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-5055555298567111091</id><published>2012-02-02T17:23:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T17:23:21.860-08:00</updated><title type='text'>DESPERTAR</title><content type='html'>http://darrylbailey.net/awakening/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução livre andresvarupo  -  andresvarupo@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diversas formas que aparecem na vida, não podem ser a realidade, porque todas estão mudando; elas não são nada alem de aparências. Se olhamos uma nuvem e ela toma a forma de uma pessoa, um cavalo, ou uma montanha, não importa o que ela se pareça, sempre saberemos que ela é uma nuvem. A aparência de uma forma não é a realidade; a nuvem sem forma é.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;O mesmo é verdade com tudo o mais: corpos, objetos, sensações, climas, pensamentos, estados mentais, relacionamentos, etc. Todas as coisas estão mudando, fluindo. Elas são a aparência passageira de um grande acontecimento, sem forma e inexplicável – um evento, uma presença – chame como quiser.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Se sentarmos quietos, sem fazer nenhum esforço, a vida expressa a si mesma claramente; ela simplesmente acontece por si mesma. Não há nada mais a se obter. A grande verdade é obvia. O coração bate; a respiração vem e vai. Vibrações, pulsações, pontadas, sentimentos, pensamentos, e emoções surgem e desaparecem. Ímpetos surgem e passam; alguns se tornam ações, outros não; e assim a vida flui. &lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Não pode haver nenhum senso de paz até que realizemos que somos uma atividade indefinível. Todas as coisas, todas as ações, todos os pensamentos, palavras e afazeres, são aparências passageiras e expressões de um grande e indefinível evento.&lt;br /&gt; .&lt;br /&gt;Sentado quietamente, sem nenhum esforço, tudo é revelado: um acontecimento vibrante, pulsante e sem forma, simplesmente acontecendo. Não há qualquer objetivo nele, nenhum ponto final; existe apenas o que expressa a si mesmo nesse momento, e seja lá o que for que ele pareça ser agora, ele está inevitavelmente a caminho de tornar-se uma nova aparência.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Há muitas formas de apontar para esse vibrante e informe acontecimento. Alguns o chamaram de o Grande Espírito. Alguns o chamam de o rio da vida, ou o oceano da existência. Alguns o chamam de o fluxo da natureza. Ele tem sido comparado à nuvens e água, não tendo nenhuma forma particular. Alguns dizem que ele é sem forma e outros o chamam de ‘não-forma’. Alguns dizem que ele é energia e alguns dizem que ele é movimento. Alguns o chamam de Deus, Tao, ou Atma. Alguns o chamam de Mente. Alguns o chamam de “natureza original”. E alguns o chamam simplesmente de universo, o qual significa literalmente ‘circulante indivisível’.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-5055555298567111091?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/5055555298567111091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=5055555298567111091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5055555298567111091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5055555298567111091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2012/02/despertar.html' title='DESPERTAR'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3184896431378120332</id><published>2012-02-02T17:11:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T17:11:20.240-08:00</updated><title type='text'>REALIZAÇÃO    Darryl Bailey</title><content type='html'>REALIZAÇÃO&lt;br /&gt;Darril Bailey&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução livre de Andresvarupo – andresvarupo@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo as mais extremas declarações espirituais são fáceis de compreender. Frases como “não existe self” ou “só existe Deus”, são simples descrições de sua vida comum e cotidiana. Compreender essas afirmações não requer crença cega ou um novo aprendizado ou trinta anos para se adquirir. Você simplesmente precisa se dar conta da experiência de vida que você já tem. A maioria das pessoas não se dá conta, de um modo claro, o que é ou o que tem sido sua experiência de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse dar-se conta não significa chegar a uma nova idéia ou descrição. Não é sobre um foco em pensamentos novos e complicados. Ele é um simples reconhecimento de algo que já sabemos. Ele é sobre realizar a mutante e tocante vitalidade que é esse momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acontecimento básico desse momento é um evento que se move, que muda, que dança, apresentando a si mesmo. Mesmo se não o chamarmos por nenhum nome – se não tentarmos fazer isso – ele ainda assim acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não tem a impressão de que surgiu do útero pensando, “Oh, existe mamãe e existe o médico e eu simplesmente acabei de nascer e mal posso esperar para ganhar um biscoito”. Todos sabemos que leva anos para aprender os diversos rótulos da existência e eventualmente juntá-los em um enredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas palavras não têm qualquer significado intrínseco. Elas são apenas sons, ou símbolos, que apontam para as várias porções da vida que está acontecendo. Uma porção é chamada cadeira, outra de corpo, e ainda outra de consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em diferentes países, com diferentes línguas, elas são sons diferentes. Se todos concordarmos, os sons podiam facilmente ser “blix”, “floot” e “wozzle”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se falo a você de cadeiras, corpos e consciência, você tem a impressão de entender a existência, mas se falo a você de blix, floot e wozzle, isso é giberish; isso não tem nenhum sentido. O ponto é: palavras como cadeira, corpo e consciência também são giberish; elas não têm nenhum sentido básico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é óbvio que a vida não tem forma. Tudo está mudando. Seja um corpo, um pensamento, um humor, uma situação, um relacionamento, uma carreira, etc., tudo está mudando. Átomos, cadeiras, planetas, galáxias – não importa o que seja – tudo tem um aparente começo, maturação e fim. Mesmo o senso de existir desaparece toda noite. Todas as formas que parecem existir estão se movendo para outra aparência. O que existe não tem nenhuma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peça a um bebê recém nascido para descrever a existência, ou para explicar porque ele está fazendo o que está fazendo e não se obterá nenhuma resposta. Não há nenhum enredo, nenhuma estória. Ninguém está fazendo os acontecimentos. Tudo é um evento fluindo em corrente, sem forma, pulsante, vibrante. Isso é tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa o quanto você pense que tenha criado esse evento básico, você não o fez. Não importa quantos sons sem sentido se prendam a ilusões de forma, todos são sem forma e fora de qualquer explicação. Você pode chamar isso de não-eu, ou Deus, ou o que seja. Palavras não são importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem formas e rótulos o que sobra para questionar? Onde existe um ‘você’ para descrever? Há apenas uma dança sem forma e inexplicável se apresentando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3184896431378120332?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3184896431378120332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3184896431378120332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3184896431378120332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3184896431378120332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2012/02/realizacao-darryl-bailey.html' title='REALIZAÇÃO    Darryl Bailey'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-2166681370885176693</id><published>2012-01-24T18:09:00.001-08:00</published><updated>2012-01-24T18:09:27.154-08:00</updated><title type='text'>Seu próprio senso de existência-consciência</title><content type='html'>Pointers – John Wheeler &lt;br /&gt;Seu próprio senso de existência-consciência é imediatamente conhecido e disponível todo o tempo. Ele não é uma realização.&lt;br /&gt;Não existe qualquer técnica ou processo envolvido. Você não pode ganha-la ou perde-la, Ela está aqui agora. Saber isso em totalidade é toda a iluminação que existe. Você precisa apenas ver isso claramente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-2166681370885176693?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/2166681370885176693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=2166681370885176693' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/2166681370885176693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/2166681370885176693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2012/01/seu-proprio-senso-de-existencia.html' title='Seu próprio senso de existência-consciência'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-35902388672487079</id><published>2012-01-23T16:00:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T16:00:08.187-08:00</updated><title type='text'>John Wheeler – excertos do livro ‘Despertando para o Estado Natural’</title><content type='html'>Em ultima analise, você não tem nenhum controle sobre os estados mentais, então deixe-os acontecer. Perca a preocupação de que há alguma coisa significativa sobre a mente e os estados emocionais. Eles são simplesmente estados que passam. Fim da estória. Eles não significam nada que tenha a ver com você. Na medida que você esclarece sua real identidade, a mente cuidará de si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Quem’ está lá em você para prestar atenção e perder interesse? Pode ser que apareça a ideia sutil de que você é alguém que é uma pessoa separada com a habilidade para escolher ou prestar mais atenção. Esse não é realmente o caso. Você é sempre o que você é, consciência-presença. Ela é perfeitamente inteira e completa agora. Não existe nenhuma melhoria dela, ou um encontra-la ou perde-la. Não há nenhuma pessoa na maquina cuja atenção, falta de atenção, competência, etc., que seja um fator crítico para a compreensão de sua verdadeira natureza. Essa ideia, sutilmente mantém a ideia de pessoa. Quem ou o que existe para fazer ou obter, para ser competente ou ansioso? Enquanto sobreviver essa ideia de ser ‘um fantasma na maquina’, tudo na vida está fadado a ter um senso de problema. Fundamentalmente, esse ‘eu’ não pode manter-se e não pode sobreviver a um questionamento profundo. &lt;br /&gt;Então, ao invés de ficar preocupado com estados ou ações, realize que o verdadeiro problema existencial, se é que existe um, é o senso sutil de ser uma pessoa separada que pode reaparecer no quadro. Mesmo quando isso acontece, não muda de fato o que você realmente é. Você é de fato livre e inatingível todo o tempo. Mas existe o senso de sofrimento devido à fixação em uma ideia falsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Non-Duality Press, Sept. 2044, ISBN 0-9547792-3-1.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-35902388672487079?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/35902388672487079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=35902388672487079' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/35902388672487079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/35902388672487079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2012/01/john-wheeler-excertos-do-livro.html' title='John Wheeler – excertos do livro ‘Despertando para o Estado Natural’'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-6125416875234033927</id><published>2012-01-23T15:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T15:50:03.384-08:00</updated><title type='text'>POINTERS – John Wheeler</title><content type='html'>POINTERS – John Wheeler&lt;br /&gt;A noção “algo parece incompleto” é simplesmente um pensamento vindo e indo em sua própria e indubitável natureza, consciente e presente. Existe alguma coisa faltando ou incompleta no simples fato de ser (existir)? A dúvida faz a referencia tácita à entidade “eu” que assumimos como um ponto de referencia valido e como nossa identidade. Mas essa, também, é apenas uma aparência!  Você nunca foi essa noção “eu”! De fato, você jamais foi nada além daquilo que você é. Esse “você é”, é a verdade simples do está sendo apontado. Pare aí e beba no imenso impacto de que esse principio não-dual ser/saber é o que você É, aqui e agora. Essa é a verdadeira essência do que os sábios e as tradições tem dito todo o tempo. A Realidade é o substrato do ser e saber no qual o universo aparece e no qual ele desaparece. E. . . você é ISSO. Isso é o que precisa ser reconhecido. Agora você sabe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-6125416875234033927?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/6125416875234033927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=6125416875234033927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/6125416875234033927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/6125416875234033927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2012/01/pointers-john-wheeler.html' title='POINTERS – John Wheeler'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-2379089022461868193</id><published>2011-06-20T20:41:00.000-07:00</published><updated>2011-06-20T20:41:01.660-07:00</updated><title type='text'>excertos de  Consciencia e o Absoluto</title><content type='html'>As palestras finais de Sri Nisargadata Maharaj © 1994, The Acorn Press&lt;br /&gt;14 de Maio de 1980&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução livre de Swami Sunder Svarupo / andresvarupo@hotmail.com &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;N:  Os médicos diagnosticaram que este corpo tem câncer. Alguma outra pessoa estaria tão contente como eu estou com um diagnóstico tão sério? O mundo é sua experiência direta, sua própria observação. Tudo o que está acontecendo está acontecendo nesse nível, mas eu náo estou nesse  nível. Eu me dissociei de Sattva Guna, “Seidade” (estado de ser).&lt;br /&gt;O estado ultimo da espiritualidade é aquele estado onde nenhuma necessidade é sentida em nenhum momento, onde nada é útil para nada. O estado é chamado Nirvana, Nirguna, aquele que é a verdade ultima e eterna. A essência e o somatório total desta conferencia inteira é chamada Sat-guru Parabrahma, o estado onde não existe quaisquer requisitos.&lt;br /&gt;Após a dissolução do universo, quando nenhum vestígio posterior da criação estava aparente, o que permanece é meu estado perfeito. Por toda a criação e dissolução do universo, eu permaneço sempre intocado. Eu não havia exposto esta parte: meu estado nunca sentiu nem a criação nem a dissolução do universo. Eu sou o principio o qual sobrevive a toda as criações, todas as dissoluções. Este é meu estado, e seu também, mas voce não o realiza porque voce está abraçando sua seidade (estado de ser). S’o é possível realizar isso quando se obtém suporte de uma fé invencível, vinda daquele eterno Sat-guru Parabrahma. Este estado, este principio Parabrahma eterno e é também o Sat-guru. Ele é a eterna propriedade de qualquer devoto de um Guru.&lt;br /&gt;29 de Julho de 1980. &lt;br /&gt;E: Por que esta consciencia surge?&lt;br /&gt;M: Voce é ambos a pergunta e a resposta. Todas as suas perguntas vem de sua identificação com o corpo. Como pode qualquer pergunta relacionada àquilo que é anterior ao corpo e consciencia ser respondida? Há yoguis que se sentaram em meditação por muitos, muitos anos buscando respostas para esta questão, mas nem mesmo eles puderam compreendê-las. Ainda assim voce reclama.&lt;br /&gt;Q: Isso é um grande mistério&lt;br /&gt;M: É um mistério apenas para o ignorante. Para aquele náo identificado com o corpo, ele náo é mais um mistério.&lt;br /&gt;Q: Maharaj não pode revelá-las para nós?&lt;br /&gt;M: Eu continuo dizendo a vocês, mas vocês não escutam.&lt;br /&gt;Q: Maharaj nos vê como indivíduos?&lt;br /&gt;M: Náo existem indivíduos; há somente corpos de comida com o conhecimento “eu sou”. Não há nenhuma diferença entre uma formiga, um ser humano, e Isvara; Eles são da mesma qualidade. O corpo de uma formiga é pequeno, um elefante é grande. A força é diferente, por causa do tamanho, mas a força vital é a mesma. Para o conhecimento o corpo é necessário.&lt;br /&gt;Q: Como Maharaj obteve o nome Nisargadatta?&lt;br /&gt;M: Uma vez eu estava compondo poemas. Poemas costumavam fluir de mim e nesse fluxo, eu simplesmente adicionei Nisargadatta. Eu estava compondo poemas até que meu Guru me acautelou, “voce está curtindo demais esses poemas; abandone-os!”.&lt;br /&gt;A que ele se referia? Seu objetivo era que eu me fundisse no estado Absoluto ao invés de (reveling) deleitar-me em minha “Seidade” (estado de ser).&lt;br /&gt;Esta foi a forma como eu realizei conhecimento, não através de manipulação mental. Meu Guru me disse: “Isso é assim”, e para mim, isso era a palavra final! Se voce continua nas imediações do intelecto você se tornará emaranhado e perdido em mais e mais conceitos.&lt;br /&gt;A Consciencia está fluindo no tempo continuamente. Mas eu, o Absoluto, não terei sua companhia eternamente porque a consciencia é limitada pelo tempo. Quando essa “seidade” se vai, o Absoluto não conhecerá “eu sou”. Aparecimento e desaparecimento, nascimento e morte, estas são qualidades da “seidade”; eles náo são suas qualidades. Voce urinou e o odor está vindo daquilo – voce é o odor?&lt;br /&gt;Q: Não, eu não sou.&lt;br /&gt;M: Você não necessita mais sadhana . . . Para voce, as palavras do Guru são definitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 de Outubro de 1980&lt;br /&gt;M: Eu náo tenho nenhuma individualidade. Eu náo poso como uma pessoa. O que quer que aconteça na consciencia manifesta acontece. &lt;br /&gt;As pessoas me identificam com seus conceitos e elas fazem o que seus conceitos lhes dizem. É a consciência que se manifesta nada mais.  Quem está conversando, quem está caminhando, quem está sentado? Estas são expressões daquela química “eu sou”. Voce é aquela química? Voce fala sobre paraíso e inferno, este Mahatma ou aquele, mas e voce? Quem é você?&lt;br /&gt;Em meditação a pessoa vê um monte de visões. Elas estão a química, nas profundezas da consciencia, náo estão?&lt;br /&gt;Conhecimento spiritual não deveria  ser estudado; ele é conhecimento advindo do escutar. Quando o ouvinte o escuta e o aceita, algo clica dentro dele.&lt;br /&gt;Essa “Seidade” é alteridade; ela é uma expressão da dualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 de novembro de 1980&lt;br /&gt;Q: Por que nós pensamos a nós mesmos como indivíduos separados?&lt;br /&gt;M: Seus pensamentos sobre individualidade náo são realmente seus pensamentos; Eles são todos pensamentos coletivos; Você pensa que você é aquele que tem os pensamentos; de fato pensamentos surgem na consciencia.&lt;br /&gt;À medida que nosso conhecimento espiritual cresce nossa identificação com um corpo- mente individual diminui, e nossa consciencia se expande em consciencia universal. A força de vida continua a agir, mas seus pensamentos náo são mais limitados a um individuo. Eles tornam-se a manifestação total. É como a ação do vento – o vento náo sopra para nenhum individuo particular, mas pela manifestação total.&lt;br /&gt;Q: Como indivíduos podemos voltar à fonte?&lt;br /&gt;M: Não como indivíduos; o conhecimento “eu sou” deve voltar para sua própria fonte.&lt;br /&gt;Agora a consciencia está identificada com uma forma. Mais tarde ela compreende que ela não é aquela forma e vai além. Em poucos casos ela pode alcançar o espaço, e muitas vezes, há uma parada. Em muito poucos casos ela alcança sua fonte real, para alem de todo condicionamento.&lt;br /&gt;É difícil desistir da inclinação de identificar o corpo como sendo o self. Eu náo estou falando para um individuo; Eu estou falando para a consciencia. É a consciencia que deve buscar sua fonte.&lt;br /&gt;Daquele estado de não ser vem o ser. Ele vem tão quietamente como o entardecer (twilight), com somente um senso de “eu sou” e então derepente o espaço está lá. No espaço, movimentos se iniciam com o ar, o fogo, a água, e a terra. Todos esses cinco elementos são somente voce. De sua consciencia aconteceu tudo isto. Náo há nenhum individuo. Há somente você, o funcionamento total é você, a consciência é voce.&lt;br /&gt;Voce é a consciencia, todos os nomes dos Deuses são seu nome, mas por se agarrar ao corpo voce se aprisiona ao tempo e a morte – voce  está impondo isso a si mesmo.&lt;br /&gt;Eu sou o universo total.  Quando eu sou o universo total eu náo necessito de nada, porque eu sou tudo. Mas eu alijei a mim mesmo em uma pequena coisa, um corpo; Eu fiz de mim mesmo um fragmento e tornei-me cheio de necessidades. Como um corpo eu preciso de tantas coisas.&lt;br /&gt;Na ausência de um corpo, você existe ou existiria? Voce está ou estaria lá ou náo? Alcance aquele estado o qual era anterior ao corpo. Sua verdadeira natureza está aberta e livre, mas voce a cobre, voce dá a ela varias versões, vários desenhos.&lt;br /&gt;09 de novembro de 1980.&lt;br /&gt;Q: O que Maharaj está nos ensinando deveria ser ensinado as crianças?&lt;br /&gt;M: Náo. Se isso for feito, eles náo terão nenhuma ambição para crescer; elas devem ter certas ambições, certos desejos, para um crescimento apropriado.&lt;br /&gt;Aquele que investigou totalmente a si mesmo, aquele que veio a compreender, nunca tentará interferir no jogo da consciencia. Náo há nenhum criador com um assim dito vasto intelecto. Todo este jogo acontece espontaneamente. Não existe um intelecto por trás dele, assim náo tente impor o seu a fim de mudar algo; deixe estar. Seu intelecto é um subproduto desse processo, assim como pode seu intelecto fazer qualquer mudança ou mesmo avaliar toda a criação? Investigue seu self; Este é o propósito de seu ser.&lt;br /&gt;Espiritualidade náo é nada mais do que compreender este jogo da consciencia – tente encontrar o que é este jogo enganador, buscando sua fonte.&lt;br /&gt;12 de novembro de 1980&lt;br /&gt;M: A “Seidade”, o Brahman manifesto, e Isvara são todos um único; Pondere sobre isso e o realize. Esta é uma rara oportunidade, onde tudo foi exposto em grande detalhe, assim tire o Maximo de vantagem dela. &lt;br /&gt;Voce é o Brahman manifestado. Eu lhes disse muitas vezes o que é seu verdadeiro estado, mas por força do habito, vocês entram em identificação com o corpo de novo. Chegou um estagio agora no qual vocês devem abandonar a identificação com o corpo. As atividades corpóreas continuarão até que o corpo cesse, mas vocês náo deveriam identificar-se com elas.&lt;br /&gt;Q: Como faremos isso?&lt;br /&gt;M: Voce pode observar o corpo, então voce não é o corpo. Voce pode observar a respiração, então voce náo é a respiração. Do mesmo modo, voce não é a consciencia; mas voce tem que se tornar um com a consciencia. Assim que voce se estabilizar na consciencia, um desapaixonamento pelo corpo e pelas expressões através do corpo ocorrerão naturalmente. É uma renuncia natural, não deliberada. Isso não significa que voce deveria negligenciar suas tarefas mundanas; você deve levá-las a cabo com total zelo.&lt;br /&gt;Q: Nós náo deveríamos redescobrir a liberdade da criança no corpo?&lt;br /&gt;M: Compreenda a fonte da criança. A criança é um produto do esperma do pai e do óvulo  da mãe. A consciencia está na criança assim como está nos pais; é sempre a mesma consciencia tanto na criança como no adulto. Só existe uma consciencia. Voce deve tornar-se um com a consciencia e estabilizar-se nela, e depois, transcendê-la. Esta consciencia é seu único capital. Compreenda isso. A que extensão voce conhece a si mesmo?&lt;br /&gt;Q: Eu toquei os pés de Sat-guru, além disso, eu não sei nada.&lt;br /&gt;M: Voce deve fazer isso, mas voce devia compreender o significado de “pés de Sat-guru.” Compreenda que como o movimento começa dos pés, assim também movimento começa do não-saber para o saber. Quando o saber ocorre, isso é o movimento Sat-guru. Vá para a fonte do movimento onde a “Seidade” começa. O esforço daquele que capturou aquele movimento não será perdido. Segurar os pés do Sat-guru é a fronteira entre o saber e o não-saber.&lt;br /&gt;17 de Novembro de 1980&lt;br /&gt;Q: Nós não temos que descartar todo conhecimento?&lt;br /&gt;M: Voce deve ter um conhecimento amplo dessa consciencia, e tendo conhecido tudo sobre a consciência você chega à conclusão que ela é toda irreal e então deveria ser abandonada. Tendo escutado estas palestras, sente-se e medite, “Aquilo que eu ouvi, é verdade ou náo?” Então voce entenderá que isso também deve ser descartado. O principio que pode fazer julgamento  se o mundo é ou não, esse principio antecede o mundo. Aquilo pelo qual tudo é conhecido, se algo é ou não – quem o conhece? Quando eu digo Parabrahman, então voce diz que voce compreende. Nomes são meramente um instrumento para se comunicar. Voce compreende isso a que eu me refiro?&lt;br /&gt;Q: O jnani sabe que tudo isso é uma ilusão, que não existe caminho; mas se, de dentro da ilusão, se está convencido que há um caminho, e de que há um lugar para ir, faz sentido usar técnicas para chegar àquela próxima ilusão?  &lt;br /&gt;M: Ilusão – isso é uma palavra ou não?&lt;br /&gt;Q: Ela é uma palavra relacionada a um conceito.&lt;br /&gt;M: Isso também é só um nome, náo é?&lt;br /&gt;M:  Então que palavra ilusória voce quer, que o satisfará?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 de Novembro de 1980&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Minha aparência presente é sem limitação, total liberdade.&lt;br /&gt;Em ultima instancia deve-se ir além do conhecimento, mas o conhecimento deve vir, e ele pode vir pela meditação constante. Meditando, o conhecimento “eu sou” gradualmente se assenta e funde com o conhecimento universal, e daí em diante torna-se totalmente livre, como o céu, ou o espaço.&lt;br /&gt;Aqueles que vêm aqui com a ideia de obter conhecimento, até mesmo o conhecimento espiritual, vêm aqui como indivíduos aspirando obter algo: esta é a dificuldade real. O buscador deve desaparecer. Quando voce conhece sua natureza real o conhecimento “eu sou” permanece, mas aquele conhecimento é ilimitado. Não é possível a voce adquirir conhecimento, voce é conhecimento. Voce é o que voce está buscando.&lt;br /&gt;Seu verdadeiro ser existe anterior ao surgimento de qualquer conceito. Pode voce como um objeto, compreender algo que existe antes do surgimento de um conceito? Na ausência de consciencia, existe qualquer prova da existência de algo? Consciencia em si mesma é mente, é pensamento, é toda um fenômeno, toda manifestação. Apreender isso é morrer para o “eu sou o corpo” enquanto vivo. Este tipo de conhecimento vem somente em raros casos e é um tipo de conhecimento muito (elusive) onde nenhum esforço é necessário; de fato, o esforço em si é um impedimento. Trata-se de compreensão intuitiva.&lt;br /&gt;Q: Então toda disciplina spiritual deveria ser abandonada?&lt;br /&gt;M: No nível mais alto é assim; nos níveis anteriores voce deve fazer seu dever de casa.&lt;br /&gt;Aqueles que são intuitivamente capazes de pegar isso, perdem seu interesse em  afazeres mundanos. Tendo perdido os mesmos, o que eles obterão? O que quer que seja que eles tenham perdido, eles a terão perdido como uma pessoa comum, mas o que eles obtiveram em retorno só caberia a um rei. Aqueles que compreenderam e que alcançaram certo estagio não pedirão nada, mas tudo lhes será dado espontaneamente. Náo haverá nenhum desejo por aquilo; contudo, mas aquilo estará disponível. Isso não acontece para um individuo – isso acontece para a manifestação universal, para aquele que tornou-se uno com sua verdadeira natureza. Para o jnani, somente testemunhar está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de Novembro de 1980&lt;br /&gt;M: O principio que pode conhecer a si mesmo está no organismo. Em um verme rastejante, ele está lá, porque o verme conhece a si mesmo instintivamente. Escutando a minhas palestras voce será transformado de volta a seu estado original, anterior a seu nascimento. Agora mesmo, apesar de sua vida presente, isso acontecerá. Minha palestra atual é muito diferente agora, a um nível mais alto; daí eu não convido ninguém a ouvir a minhas atuais palestras. Minha recomendação é que ninguém venha e escute porque eles desenvolverão um desapaixonamento por suas famílias e pela vida  diária. &lt;br /&gt;A energia linguagem e a energia respiração vital deveriam fundir-se e se estabilizar. De outra forma, se voce permite que eles saiam, eles se dissiparão. Se voce quer paz, estabilize-se naquele ponto onde voce começou a ser, permaneça lá. OM é o som náo tocado, a palavra impronunciada.&lt;br /&gt;Voce não responde a minhas palestras, voce não tem sido capaz de perceber a natureza de sua consciencia. Consciencia é algo como o drama de uma peça, em atuação. Voce não tem nenhum suporte. O nascimento, os pais, é tudo ilusão. Tomar o corpo por você mesmo é o acidente. Se voce náo se apega ao corpo como sua identidade, tudo estará bem.   &lt;br /&gt;Quando “seidade” esquece a si mesma, o estado é Parabrahman. Este saber náo é sua verdadeira natureza, ele é o resultado do corpo de comida, e você, o Absoluto, não é isto.&lt;br /&gt;21 de Novembro de 1980&lt;br /&gt;M: O que quer que eu tenha pensado antes agora mudou. O que está acontecendo agora é eu até mesmo o mais sutil toque de individualidade desapareceu completamente e  é a consciencia em si mesma que está experienciando espontaneamente. O resultado é liberdade total. Todo o tempo havia uma completa convicção de que era a consciencia que estava experienciando; mas aquele “eu” o qual era a consciencia, estava lá. Agora ela desapareceu totalmente; assim o que quer que aconteça no campo da consciencia, eu, que estou lá antes da consciencia, náo  estou preocupado de nenhuma forma. A experiencia é de consciencia experienciando a si mesma&lt;br /&gt;Contudo, compreenda o que é consciencia, ainda que consciencia náo seja um individuo. A base e fonte da consciencia estão no material. O que eu digo ainda está no mundo conceitual, e voce náo precisa aceitá-lo como verdade. Nada no mundo conceitual é verdade.&lt;br /&gt;Uma vez que a doença foi diagnosticada, o próprio nome da doença iniciou vários pensamentos e conceitos. Observando aqueles conceitos e pensamentos eu cheguei à conclusão que tudo o que está acontecendo está na consciência. Eu disse à consciência, “é voce que está sofrendo, náo eu.” Se a consciencia quer continuar a sofrer, deixe-a permanecer no corpo. Se ela quer deixar o corpo, permita.  De todo modo eu náo estou preocupado.&lt;br /&gt;Todo tipo de coisas estava acontecendo, pensamentos e experiencias, e eles foram creditados para minha conta, mas uma vez que eu vi o que era, todos aqueles livros de contabilidade foram queimados e eu náo tenho mais livros de contabilidade. &lt;br /&gt;Quão surpreendente é ver alguém que pensa a si mesmo como um individuo, que pensa a si mesmo como o realizador ou um adquirente. O que quer que esteja acontecendo, e o experienciar desse acontecimento, ele se dá nessa consciencia quando o “eu sou” aparece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 de Novembro de 1980  &lt;br /&gt;Q: Se não há nenhuma diferença entre o que é anterior ao nascimento e o que é posterior à morte, se não há diferença, há qualquer razão para tentar aprender quem somos agora? Não é tudo o mesmo?&lt;br /&gt;M: A luz vinda do sol e o próprio sol – há alguma diferença?&lt;br /&gt;Q: A única diferença é o que acontece no meio?&lt;br /&gt;M: Tudo que acontece entre o nascimento e a morte é também apenas uma expressão da consciência. Até mesmo no limite da consciencia voce passa o tempo entretido em vários conceitos; O que mais voce faz?&lt;br /&gt;Q: Maharaj está jogando com vários conceitos?&lt;br /&gt;M: Não. É a consciência, ela joga por  si mesma.&lt;br /&gt;Q: A consciencia de Maharaj joga, mesmo que ele esteja destacado dela? &lt;br /&gt;M: A consciencia não é uma propriedade privada, ela é universal.&lt;br /&gt;Q: Ainda que compreendamos isto, algumas vezes ela parece confinada no corpo.&lt;br /&gt;M: Voce está tentando compreender com o intelecto; apenas seja. Quando eu lhe digo que voce é aquela dinâmica – conhecimento manifestado, significa que voce é tudo. O que mais voce quer?&lt;br /&gt;Q: Eu estou consciente de que vim aqui porque Maharaj me dá um espelho, mas desta vez ele está me mostrando que eu sou meu próprio espelho.&lt;br /&gt;M: É por isto que voce náo deveria ficar muito tempo.&lt;br /&gt;Q: Após nossa partida, o que deveríamos fazer?&lt;br /&gt;M: Isto é com voce. Se voce se acolhe na consciencia tudo acontecerá espontaneamente. Se voce ainda está no nível do corpo-mente, voce pensará que está fazendo algo. Se voce realmente absorve o que eu digo, voce se torna um com seu Self. Então as pessoas lhe servirão, elas cairão a seus pés. Tudo o que voce necessitar acontecerá. Atividades são fadadas a acontecer. A Consciencia nunca pode permanecer inativa, ela estará sempre ocupada – esta é sua natureza. Quando voce está aqui, voce tem certas expectativas, certas aspirações, mas após escutar a minhas palestras voce perderá todas elas.&lt;br /&gt;Q: Mesmo quando eu tenho um entendimento intuitivo disso, o que é esta relutância de abandonar tudo o que eu náo sou?&lt;br /&gt;M: Voce não se estabilizou firmemente naquele entendimento. Sua convicção deveria ser tal que nenhuma pergunta deveria surgir no futuro sobre isso. Por exemplo, uma pessoa está morta e foi cremada, tudo se acabou, existe alguma questão sobre isso? Da mesma forma isso estará terminado.&lt;br /&gt;Q: Que esforço eu preciso fazer naquela direção?&lt;br /&gt;M:  Sem esforço, simplesmente seja.&lt;br /&gt;Quando a consciencia compreende totalmente a consciencia, ela tomará o corpo como sendo ela mesma? Ela é em totalidade; ela não vai pegar um fragmento da manifestação e dizer, “eu sou isso.”.&lt;br /&gt;A consciencia expressa a si mesma como a luz faz.&lt;br /&gt;25 de Novembro de 1980&lt;br /&gt;M: As pessoas vêm aqui e ficam por dias, semanas, até meses. Nos primeiros poucos dias o que eles escutam toma raiz, e é aí que eles deveriam partir, de modo que o que criou raiz tenha  tempo para crescer e desabrochar. Tão logo as sementes criem raiz, eles devem partir. O que criou raiz deve florescer, deve expressar-se dentro de cada coração.&lt;br /&gt;Q: Maharaj tem dito, a esse respeito, que os ensinamentos eram de seu Guru, mas a compreensão é dele.&lt;br /&gt;M: Meu Guru me disse que a própria consciencia é o Guru, todos os outros desenvolvimentos brotaram dentro de mim. A fruta deveria crescer em sua própria planta. Eu náo deveria impor minha compreensão sobre voce.&lt;br /&gt;Eu náo dou nenhuma importância ao conhecimento tradicional. Se voce faz uma pesquisa mínima sobre tradição voce verá que ela é toda conceito. Eu me preocupo apenas com um fato. Aqui eu estava em minha totalidade, nem ao menos atento de minha atenção, então derepente esta consciencia se expandiu. Como isso ocorreu? Esta é a questão que precisa ser investigada.&lt;br /&gt;Voce deve compreender quão esperto é esse truque de Maya; primeiro ele mostra nos seu corpo e nos faz crer que somos o corpo, mas o corpo náo é nada senão um esperma fertilizado, e naquele esperma a consciencia está latente. Voce vê o que é uma fraude?&lt;br /&gt;A essência do corpo é a essencia da comida, e esta consciencia repousa dormente nela desde o verdadeiro começo. Naquele estado de consciencia está o universo inteiro. Tendo visto isso, quem quer que seja que tenha compreendido tem que calar-se, sabendo que isso é somente um acontecimento transitório. Uma enorme estrutura de conceitos que nos é ensinada como sendo conhecimento está baseada sobre a simples aparência de consciencia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 de Dezembro de 1980&lt;br /&gt;M: Esta doença confirmou que náo existe nenhuma personalidade, nenhum individuo. Doença para quem? A doença é parte do funcionamento do manifesto inteiro, dinâmica Chaitanya; ele é o jogo da consciencia. Meu estado verdadeiro é anterior à consciencia. Este estado náo depende da consciencia.&lt;br /&gt;Há um (couplet) que cantamos nos Bhajans, para Chakrapani. Chakrapani significa aquele “Seidade”, (“eu sou”), o principio da vida, o principio manifesto. É como o isqueiro. O gás em si náo tem luz, mas sua manifestação é a chama; ele está cheio de luz, vida, energia. Até mesmo no átomo e no sub-atomo, aquela energia está.&lt;br /&gt;O funcionamento da consciencia acontece espontaneamente, e não se sabe o que acontecerá. Por exemplo, eu digo algo e M. o traduzirá de uma forma, B. o traduzirá de outra, em qualquer das formas que eles a compreenderam. É assim que o processo acontece. Este Chakrapani é como a “roda voadora”, como disse o Sr Krishna, “girando todos os seres.” Aquela energia que move todas as coisas no estado desperto está latente no sono profundo. Quanto tempo se está inconsciente da consciencia? Náo se sabe, mas derepente a consciencia surge. Náo é surpreendente que a consciencia que deveria permanecer latente por algum lapso de tempo, de repente surge espontaneamente?&lt;br /&gt;Q: A consciencia universal alguma vez está inconsciente de si mesma como consciencia universal, ou ela se conscientiza somente quando existe uma forma?&lt;br /&gt;M: Consciencia náo está atenta de sua atenção. Se voce se envolve demais no que eu estou dizendo voce jogará os livros que voce está escrevendo; todos eles.&lt;br /&gt;Q: Eu terminarei os livros, depois eu estarei acabado.&lt;br /&gt;M: [para Jean Dunn] Voce me prometeu que completaria os livros. A consciencia universal náo escreverá os livros. Como voce escreverá os livros?&lt;br /&gt;Q: Acontecerá espontaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 de Dezembro&lt;br /&gt;M: Eu estou falando sobre a consciencia a qual trabalha através deste corpo no momento, mas a qual náo é visível. Esta consciencia náo está limitada a este corpo, ela é consciencia universal; Eu náo posso falar nada mais agora. Uma pessoa que já está morta náo está preocupada com nada. Se a pessoa gosta disso ou não, náo importa. Talvez voce esteja obtendo algumas bênçãos, alguns benefícios por estar escutando minhas palestras, eu náo sei. &lt;br /&gt;Todas as minhas ações são ações da consciencia universal parecendo trabalhar através do corpo. Eu não me lembro de algo do passado e depois ajo. Todas as ações são do agora.&lt;br /&gt;Q: De onde vem a consciencia?&lt;br /&gt;M: Ela nunca vem nem vai, ela simplesmente parece ter vindo.&lt;br /&gt;Q: Por que Maharaj sabe isso e nós náo?&lt;br /&gt;M: Náo é difícil pra voce saber também, mas com qual identidade voce está perguntando?&lt;br /&gt;Q: Isso é karmico, pode o karma ser mudado?&lt;br /&gt;M: Tudo é a consciencia trabalhando, nem isso nem aquilo trabalhando; tudo é consciência.&lt;br /&gt;Q: Maharaj pode por compaixão, me dar um empurrão para dentro daquele estado de consciencia universal?&lt;br /&gt;M: Sim, claro, eu posso fazer isso, mas voce deve me ouvir, voce deve ter uma fé completa em tudo que eu lhe disser sobre voce mesmo, e voce deve comportar-se em consonância com isso.  &lt;br /&gt;Por natureza eu sou não-manifesto e ainda assim eu sou manifesto,  mas eu sou realmente náo manifesto. Voce pode viver assim, como não-manifesto?&lt;br /&gt;Tão logo o atributo esteja lá, a qualidade do atributo, o “eu sou”, está lá; portanto, eu posso falar assim. Se ele vai embora, o que acontece? O senso de “eu” veio e se foi, isso  é tudo, eu não vou morrer.  Aquele que rejeitou sua identidade compreenderá.&lt;br /&gt;Q: Maharaj disse que ele não vai morrer?&lt;br /&gt;M: Como alguém que náo nasceu poderia morrer?&lt;br /&gt;Quando as pessoas inicialmente aprenderam sobre esta doença, aqueles que tem afeto por mim vieram conversar comigo, ou escreveram para mim, dando  conselhos  e remédios. O que quer que tenha que acontecer acontecerá, eu não me importo. Eu não temo assim náo tenho que fazer nada. É normal que aqueles que me tem afeto escrevam e venham discutir coisas comigo; eu não dou ouvido a eles, e isso também está bem, porque eu não estou com medo de nada.                        &lt;br /&gt;Voce está perguntando, “quem sou eu?” e voce não vai obter uma resposta, porque aquele que obterá a resposta é falso. Você pode ter uma ideia, um conceito, e voce pensará que encontrou a si mesmo, mas isso é somente um conceito; voce náo pode jamais ver seu Ser.&lt;br /&gt;Q: O que é sat-chit-ananda?&lt;br /&gt;M: São palavras. Voce pode considerar que sat-chit-ananda é o limite o qual sua mente pode descrever daquele estado que náo pode ser descrito. Seu verdadeiro estado  é não-manifesto, a manifestação vem e as palavras vêm. Aquele que experiencía sati-chit-ananda está lá antes da experiencia.&lt;br /&gt;15 de Dezembro de 1980&lt;br /&gt;M: considere o status que voce alcançou se for capaz de compreender o que eu digo, e se voce compreendeu, não haverá absolutamente nenhum status. Seu valor náo pode ser medido. Você fez todo o dever de casa e agora seu sadhana ou pratica espiritual está dando frutos; agora voce está aqui. Deixe-o crescer em voce. Voce náo precisa ir a mais ninguém após deixar este lugar; esta parte do trabalho já foi feita por você. Por ser merecedor daquele estado de realização é que voce está aqui hoje. &lt;br /&gt;Saiba que “eu sou” sem palavras aquilo que surge pela manha. Conhecer o Self, dissolvendo-se no autoconhecimento, náo é um mero saber intelectual. Voce deve ser ele; e voce náo deveria mover-se dele. Permaneça firme. Mate esta curiosidade de saber o que é dito a outros. Para cada buscador é dado o conselho adequado. A menos que voce se dissolva em sua verdadeira natureza voce náo será capaz de alcançar as profundezas dos outros. Quando voce tentar compreender os outros, a natureza auto-efulgente do Self abrirá completamente. Voce conhecerá a si mesmo no processo. O conhecimento que está sendo exposto aqui voce náo o encontrará em nenhum livro. Agora, tendo lhe dado tanto, voce pode vir me ver amanha ou náo, isso é imaterial, mas náo se esqueça do que eu lhe disse sobre seu  Ser.&lt;br /&gt;18 de Dezembro de 1980&lt;br /&gt;Q: Esta consciencia é como uma tela e eu sou a tela.&lt;br /&gt;M: Compreenda o que eu digo sem conceitos; voce está adicionando novos conceitos. Agora vá ao conceito zero. Há muitos buscadores espirituais cujo objetivo é adquirir mérito bastante para alcançar certo lugar, tal como o Paraíso ou Vaikuntha. Eu náo tive nenhum objetivo exceto encontrar. Eu náo estava consciente de minha consciencia, e derepente eu me tornei consciente de que eu sou. Onde e como esta consciencia surgiu em mim? Foi meu questionar, voltando aquele estado onde a presença de fenômeno náo estava. Isso é, conhecimento original do Ser original. Assim, eu voltei, segui este Ser original, e alcancei um estágio onde eu queria saber qual era meu estado antes que  esta consciencia surgisse. Esse é o destino o qual eu alcancei. Brahman, Isvara, Deus, tudo isso são nomes, dados à consciencia quando ela está consciente dela mesma. Se voce compreendeu corretamente este conhecimento, qual será sua posição no momento da assim chamada morte? Será a de assistir ao que estiver acontecendo. Esta consciencia gradualmente perde tudo, e por ultimo a consciencia náo está mais consciente de si mesma. Aquele estado náo pode ser descrito. Ele é chamado de Parabrahman, o Supremo Absoluto, mas isso é somente um nome para fim de comunicação.&lt;br /&gt;Esta linha de busca começou quando eu notei que do momento que se acorda até o momento que se dorme, se está sempre ocupado fazendo uma coisa ou outra. O que é que nos compele a fazer essas coisas? Por razão isso acontece? Então eu cheguei à conclusão que isso é meu ser, minha “seidade”, o fato de eu estar consciente de existir, o qual está trabalhando durante todo o dia. Foi assim que minha busca começou.&lt;br /&gt;No corpo o principio inelutável [indwelling] é a consciencia. Fundindo-se na consciencia, ele tornou-se toda manifestação. Agora a transcendência da consciência também ocorreu. Com o aparecimento da consciência, o Absoluto sabe que ele é “eu sou”.  Esta é a experiência. Há outras experiências agora, neste fator tempo, mas experiencias estão gradualmente caindo, incluindo esta experiencia primaria “eu sou”. É somente a consciencia que desaparece, o Absoluto está sempre lá. &lt;br /&gt;Q: Isso é espontâneo? &lt;br /&gt;M: Sim. Qualquer experiencia que estivesse acontecendo neste campo do conhecer, o principio Ultimo está contido nele. Ele aceita algumas experiencias como ele próprio. Aceitando as experiencias como a verdade fica-se mais e mais envolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de Dezembro de 1980&lt;br /&gt;M: Agora mesmo eu estava deitado em estado desperto, mas sem perceber ou receber qualquer palavra, algo como um estado pré-palavra.&lt;br /&gt;Agora os últimos traços de personalidade ou individualidade me deixaram. No ultimo ano eu costumava falar às pessoas com certa afeição, mas isso náo está disponível agora. Meu lugar de batalha no mundo material se foi agora; presentemente ele está na esfera mais sutil, como no espaço.&lt;br /&gt;O efeito destas palestras é que voce se estabilizará na própria fonte da qual as palavras brotam. Fundindo-se na dinâmica, a consciencia manifesta está fundindo-se nas palavras do Guru.  O significado do mantra que lhe dei é que voce é o principio dinâmico, manifesto, náo o corpo. Quando voce fundir-se com ele, voce se tornará o mesmo.&lt;br /&gt;As pessoas pensam que estão vindo aqui por sua própria vontade, mas é a consciencia que os está trazendo aqui, porque  a consciencia quer este conhecimento.&lt;br /&gt;Minhas palavras são endereçadas à consciencia, “voce se identificou com o corpo, mas voce náo é o corpo”. É o conhecimento que deve compreender sua própria natureza, e fundir-se como o conhecimento que é sua fonte.&lt;br /&gt;As pessoas vêm aqui pedir por bênçãos; elas náo entendem que o conhecimento de que náo se é o corpo, mas a consciencia dentro, é que é a benção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 de Dezembro de 1980&lt;br /&gt;Q: quando estamos ocupados com nossos trabalhos mundanos, o que deveríamos manter em mente?&lt;br /&gt;M: Por estar lá o  principio “eu sou” está se movendo por tudo. Para reconhecê-lo, voce veste vários uniformes a fim de lhe dar uma identidade, mas este principio já está lá, e por causa daquele principio voce está se pondo em várias atividades. A menos que voce use o uniforme (o corpo) voce não será capaz de conduzir nenhuma atividade. &lt;br /&gt;Este conhecimento é para o principio Isvara, o qual está presentemente preso na ilusão de que é o corpo-mente. Voce aceitou a identidade do uniforme e esta identidade tornou-se seu ego.&lt;br /&gt;Isvara é o principio manifesto pelo qual toda atividade é levada a cabo. Ele não tem nenhuma forma – as formas são dadas por causa do jogo dos cinco elementos. Agora, aquele principio está completamente perdido no uniforme e só é reconhecido pelo uniforme. Voce tem medo da morte porque voce teme perder sua identidade, o corpo.&lt;br /&gt;Uma vez que o uniforme está disponível para voce, de todas as formas, use-o, mas compreenda que voce náo é o uniforme.&lt;br /&gt;Q: O que fazer quando o uniforme se torna um problema?&lt;br /&gt;M: Volte-se para dentro de seu próprio Ser, seja um com seu verdadeiro Ser.&lt;br /&gt;Esta qualidade “eu sou” [“seidade”] se alegra com várias experiencias. Ela se torna um mendigo ou um Rei.&lt;br /&gt;Este corpo é eterno? O corpo muda durante toda a vida, que identidade é você?&lt;br /&gt;Q: Eu identifico a mim mesmo com meu corpo, eu sei disso.&lt;br /&gt;M: Quem?&lt;br /&gt;Q: Eu.&lt;br /&gt;M: Dê uma fotografia do significado da palavra “eu”. Voce não é capaz. Este principio não tem nenhum nome, ou forma. Minha firme conclusão é que tudo o que se faça através do uniforme é perecível, não permanecerá. Que uniforme tem alguma permanência? Uma vez que voce saiba que não é a forma ou o nome daquele uniforme, está acabado. Suponha que voce tenha herdado alguns milhares de rúpias e derepente o governo declare que elas estão invalidadas.&lt;br /&gt;Uma vez que voce descarte este uniforme “eu sou”,  o que permanece é o Parabrahman. Aquilo que está sempre corrente é Parabrahman.&lt;br /&gt;Q: Maharaj me ajudará a descartar meu uniforme?&lt;br /&gt;M:  Qual é a necessidade? Ele não é eterno, ele nunca foi.&lt;br /&gt;Q: Nós náo descartamos os nossos, este é o problema.&lt;br /&gt;M: Agora, diga-me, quando o saber náo estava lá, que experiencias voce teve? Este pequeno toque de “eu sou” e voce sente a existência de si mesmo no mundo.&lt;br /&gt;Q: Como abandonar este saber?&lt;br /&gt;M: Onde está a necessidade? Se voce aceita aquele uniforme como si mesmo, então a questão de abandoná-lo estará lá. Abandone sua identidade com o corpo, tente conhecer a si mesmo. Isto é meramente Sabedoria, voce náo pode perceber este estado. Voce vem aqui porque voce é ignorante, náo porque voce é versado. Este conhecimento que eu dou é somente para remover a ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 de Dezembro de 1980&lt;br /&gt;M: De que este corpo é criado?&lt;br /&gt;Q: Ele é uma expressão da consciencia.&lt;br /&gt;M: Nó é este corpo composto de 5 elementos? Voce sabe que voce existe; este conhecimento náo depende dos cinco elementos? A consciencia náo pode ser conhecida sem o corpo. Ela depende da forma.&lt;br /&gt;Q: Voce quer dizer que sem o corpo eu náo se que eu sou?&lt;br /&gt;M: Correto. Por sua própria experiencia, náo o que voce ouviu ou leu, voce pode saber que existe sem o corpo?&lt;br /&gt;Q: Eu existo sem este corpo.&lt;br /&gt;M: Esqueça o que voce leu. Quando voce náo tinha a experiencia deste corpo, voce tinha a experiencia de ser?&lt;br /&gt;Q: Meu Inglês náo é muito bom, eu não consigo expressar isto, mas eu sei que “eu sou”.&lt;br /&gt;M: Antes de voce nascer, voce poderia sentir ou perceber ou saber que voce existia? Um jnani está livre porque ele sabe que o corpo é feito dos cinco elementos e que funciona de acordo com a natureza destes elementos. Eu vejo este corpo, mas não estou ligado ao que quer que aconteça aquele corpo.&lt;br /&gt;Q: Então o que sou “eu”?&lt;br /&gt;M: Quem está perguntando?&lt;br /&gt;Q: Náo há nada aqui, nenhum “eu”?&lt;br /&gt;M: Quem está perguntando isso?&lt;br /&gt;Q: Há um senso de algo, eu não sei o que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M: Se voce sente este senso de algo, isso pode ser a verdade? Quando esta consciencia é tomada pela névoa, quem existe para dizer que estado é este? &lt;br /&gt;Q: Eu náo sei.&lt;br /&gt;M: Por que sua ‘Seidade”  náo está lá, voce náo conhece a si mesmo. Quando voce começou a saber que voce é, voce cometeu vários erros, mas quando o “eu sou” náo está lá, náo existe a questão de erros.&lt;br /&gt;Q: O “eu sou” está lá todo o tempo, enquanto o meu corpo está lá?&lt;br /&gt;M: O “eu sou” está ausente somente no estado de samadhi, quando o self funde-se no Ser. De outro modo, ele estará lá. No estado de uma pessoa realizada o “eu sou” está lá; ele simplesmente náo  dá muita importância a ele. Um jnani não é guiado por um conceito.&lt;br /&gt;Q: Nós temos um relacionamento, Maharaj, quando eu penso que eu devia estar aqui com voce?&lt;br /&gt;M: O próprio pensamento é o relacionamento.&lt;br /&gt;Q: A intensidade de meu anseio em estar aqui me fez pensar se Maharaj pensa em seus discípulos.&lt;br /&gt;M: Eu penso neles mais do que voce sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 de Dezembro de 1980&lt;br /&gt;Q: Penso que deve haver beleza em toda a manifestação.&lt;br /&gt;M: Voce náo devia se envolver no que apareceu. Tome uma arvore – o tronco, as folhas, as flores, o fruto, todos tem uma natureza diferente. Se voce se envolve nestas aparências, voce perderá o foco da fonte, a arvore.&lt;br /&gt;Intelectualmente, voce compreendeu, mas voce tem que ser um com isso, voce tem que se identificar com o que voce compreendeu. Compreender que a semente deste corpo é o esperma do pai misturado com o óvulo da mãe. Esta é a semente da manifestação do fenômeno, mas eu náo sou a semente, eu náo sou nem o fenômeno nem a consciencia, a qual é limitada no tempo.&lt;br /&gt;Os nomes e formas os quais voce vê são somente consciencia. Sua consciencia é muito pura e é por isso que voce é capaz de julgar. O Atman é sem cor, mas é capaz de julgar as cores, etc.&lt;br /&gt;Seu sadhana acabou; voce alcançou este lugar.&lt;br /&gt;Este conhecimento é para aqueles que náo tem desejos. O autoconhecimento é o conhecimento mais precioso&lt;br /&gt;Para voce que buscou o Self eu explico este tipo de conhecimento. Eu conduzo voce ao estado onde náo há nenhuma fome, nenhum desejo, portanto não me inclino a convidar para minhas palestras aqueles que estão preocupados com suas posses e suas relações.&lt;br /&gt;Quando voce tem conhecimento voce vê que a consciência “eu” é toda envolvente, enquanto a consciencia estiver lá; mas a testemunha da consciencia náo tem nenhum “eu sou” e esta é sua verdadeira e eterna natureza.&lt;br /&gt;O “eu amo” faz surgir um grande contentamento; e ao mesmo tempo náo há nada tão miserável quanto o “eu amo”. &lt;br /&gt;Abandonar o corpo é um grande festival para mim.&lt;br /&gt;Qual é o valor de todas as atividades dos seres humanos? É tudo entretenimento, somente um passa tempo. Voce só obtém prazer quando se esquece de si mesmo; em sono profundo voce esqueceu-se de si mesmo, isso por si mesmo é contentamento.&lt;br /&gt;É o Atman, e não a personalidade que é levado à espiritualidade.&lt;br /&gt;Eu náo vou expor o conhecimento no futuro; umas poucas palavras aqui e ali será  tudo.&lt;br /&gt;03 de Janeiro de 1981&lt;br /&gt;M: A qualidade de Ser (“Seidade”) tem a qualidade para tornar-se o que quer que voce pense. Com qualquer conceito que voce alimenta a consciencia ela o provê com aquilo. Qualquer coisa a que voce se aferre intensamente está fadado a acontecer, esta é a qualidade de sua consciencia. Voce nunca deveria pensar que é o corpo.&lt;br /&gt;Consciencia náo é o corpo. Como resultado do corpo, “Seidade” é sentida, mas “Seidade” é toda pervasiva.&lt;br /&gt;A Consciencia só sente a expansão da consciencia, mas eu, o Absoluto, náo sou aquilo.&lt;br /&gt;Tudo o que é conhecido é conhecido pela consciencia, está no campo da consciencia. A consciencia e o conhecimento desvanecerão quando o corpo de comida morrer. O Absoluto sempre permanece. A semente do conhecimento está plantada em voce por estas palestras; agora voce tem que acompanhá-lo, ruminá-lo, de forma que a arvore do conhecimento cresça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04 de Janeiro de 1981&lt;br /&gt;Q: Estive ponderando sobre o que Maharaj disse sobre “toda consciencia ser o mesmo” esta manhã, e por poucos segundos, aconteceu como se tudo fosse único e eu estava por trás disso. É esse o alvo?&lt;br /&gt;M: Este não é o alvo, ISTO É ASSIM. Isto está lá e é somente por causa da identidade com o corpo que o que é, não parece com o que é.&lt;br /&gt;Por favor, compreenda que só existe uma coisa para ser compreendida, que é: voce é o sem forma, sem tempo, inato (o que não nasceu). É por causa de sua identificação com o  corpo como uma entidade que sua consciencia, que é universal, pensa que está morrendo. Ninguém está morrendo, porque ninguém nasceu.&lt;br /&gt;Os milhares de formas são a manifestação da consciencia. São as milhares de formas que são criadas e destruídas, porem a consciencia universal é em si mesma inata (não nascida) e imortal. Simplesmente imagine se todas as milhões de formas que foram criadas ainda estivessem aqui – como outras formas poderiam ser criadas?&lt;br /&gt;Voce está buscando conhecimento a partir do ponto de vista da identificação com o corpo e com o que pode ser captado pela mente. Quando esta maquina corpo está lá, a técnica de usá-lo está lá, e é com ele que voce está se identificando agora, porém ele não é sua verdadeira identidade. Voce não tem qualquer controle sobre ele, ele apareceu e ele desaparecerá.&lt;br /&gt;Eu falo com voce da perspectiva da consciencia universal e eu sei que todos os corpos são a essencia da comida e que eles se desvanecerão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07 de Janeiro de 1981&lt;br /&gt;Q: Agora, a toda hora  que algo acontece, ao invés de me envolve com isso eu estou vendo que tudo é aquele “eu sou”. Eu estou experienciando isso.&lt;br /&gt;M: O Testemunho se dá, não há nada a ser feito. É a liberdade total para aquele que não se identifica com o corpo.&lt;br /&gt;Q: Tudo está acontecendo por si mesmo e eu não me preocupo com isso.&lt;br /&gt;M: Se for assim, significa que voce compreendeu tudo e não há nenhuma necessidade de voce permanecer aqui por mais tempo.&lt;br /&gt;Q: [outra pessoa]: É diferente para mim. Eu tenho que fazer esforço para não me envolver em pensamentos quando medito.&lt;br /&gt;M: É da natureza da força vital expressar-se através de pensamentos e palavras, assim, eles continuarão a vir. Se voce tem que fazer esforço no começo para náo se envolver, faça esse esforço até que isso se torne não-esforço.&lt;br /&gt;Q: O jnani tem uma mente e pensamentos também?&lt;br /&gt;M: Ainda que pensamentos venham e vão, o jnani não toma conhecimento. Pensamentos virão à consciencia; o testemunho também tem lugar na consciencia. Voce dever ter convicção de que é consciencia. Então não há nada para ser feito por voce; deixe a consciencia fazer o que precisa ser feito. O que quer que aconteça, acontece espontaneamente.&lt;br /&gt;Q: Onde é o assento da consciencia?&lt;br /&gt;M: Em cada partícula de fluido do corpo. Os livros de escritura dizem que há vários chakras. Eles estão disponíveis se voce quer localizá-los assim, mas de acordo comigo, eles estão em todo o corpo.&lt;br /&gt;Q: Qual é a diferença entre o corpo e a consciencia?&lt;br /&gt;M: Qual é a diferença entre açúcar e doçura? A doçura está no açúcar do suco da cana. No corpo, a doçura é o conhecimento de que voce é a consciencia. Este conhecimento é devido a que? Qual é o pré-requisito para a consciencia?&lt;br /&gt;Q: É o corpo?&lt;br /&gt;M: O corpo é necessário para sustentar a consciencia; para o corpo ser, a comida é necessária, não é?&lt;br /&gt;Q: Sim.&lt;br /&gt;M: Se o corpo não permanece, a consciencia não permanece. Na ausência do corpo e da consciencia, o que voce é?&lt;br /&gt;Q: Eu não sei.&lt;br /&gt;M: Agora voce quer obter algum beneficio alguma vantagem para si mesmo. Para quem é o beneficio?&lt;br /&gt;Q: Consciencia.&lt;br /&gt;M: Se voce não é o corpo ou a consciencia, então o que é voce? Quando voce realiza o Autoconhecimento, então o self é libertado, liberado.&lt;br /&gt;Q: E então?&lt;br /&gt;M: Então voce sabe, definitivamente, quem voce é. Aquilo pelo qual voce sabe, voce sabe/conhece aquilo também.&lt;br /&gt;Q: Isto é liberação? &lt;br /&gt;M: Liberação significa o que? Não está mais lá. [acendendo e apagando seu isqueiro]. Este isqueiro é o corpo; a consciencia é a chama. Agora ele não está mais lá; está liberado. Onde está a necessidade de rotulá-lo na ausência de consciencia?&lt;br /&gt;Fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-2379089022461868193?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/2379089022461868193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=2379089022461868193' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/2379089022461868193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/2379089022461868193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2011/06/excertos-de-consciencia-e-o-absoluto.html' title='excertos de  Consciencia e o Absoluto'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-5503881346654177975</id><published>2011-06-20T20:08:00.001-07:00</published><updated>2011-06-20T20:08:38.887-07:00</updated><title type='text'>O Estado Natural</title><content type='html'>John Sherman&lt;br /&gt;Extraído do Retiro em Ashland, Oregon em 7 de junho de 2003&lt;br /&gt;_______________________________________________________&lt;br /&gt;Ramana nos diz que a única diferença entre a experiência do jnani (com o que ele se refere ao ser desperto) e a experiência do ajnani (nome que se dá àquele que ainda acredita estar preso à ignorância) é que o jnani não acredita em nada disso. Só isso! E, é claro, este negócio de acreditar ou não acreditar não pode ser fabricado, por mais que você tente acreditar no que lhe dizem que deveria acreditar, e não acreditar no que lhe dizem que não deveria acreditar. Esse "não acreditar" é o estado natural que está sempre presente quando a atenção repousa no ser; ele é simplesmente o seu estado natural. &lt;br /&gt;Ramana também fala sobre o ego, a manifestação e o espetáculo de horror que fazem parte da vida espiritual, e se refere a eles como miragens. Você percebe que uma miragem é diferente de uma alucinação ou uma ilusão. Na prática espiritual, pensamos que essas coisas são ilusões: o mundo é uma ilusão. E, portanto, com base em nossa experiência e entendimento limitados desses assuntos, concluímos que todas essas coisas desaparecerão, uma vez que a mente tenha despertado para si mesma, e que o despertar tenha se estabilizado. &lt;br /&gt;Isso é bastante desconcertante. Tente imaginar um estado no qual o corpo se desloca, faz as coisas que faz, fala e se comunica, em meio a um branco absoluto, no qual a ilusão da existência desapareceu. Isto é desconcertante! E essa idéia causa um sofrimento considerável, com a tentativa constante de imitar, criar e fabricar um semelhante estado.&lt;br /&gt;Uma miragem é diferente e muito mais próxima da realidade. Mesmo quando você sabe que é uma miragem, esta não desaparece. O mundo não precisa desaparecer, mesmo quando visto com clareza, diretamente, inegavelmente pelo que ele é: simplesmente pensamento, apenas imaginação. Tudo isso é para o seu prazer! O mundo simplesmente não faz nada, não afeta nada. Nada está em jogo aqui. O pesar pode ser ainda maior, mais profundo e mais rico, na ausência de uma história a seu respeito, quando não se acredita que algo está em jogo. Mas ninguém é prejudicado por ele; ninguém se torna incapacitado por causa dele; não é preciso acabar com ele. &lt;br /&gt;Tudo isso que descrevo inadequadamente é o seu estado natural. É disso que Ramana fala: sahaja samadhi ou estado natural. Este é o seu estado natural de ser. E ele não passa a existir em algum ponto no tempo; ele simplesmente se revela quando sua atenção está voltada para o seu próprio ser, e não para o pesar, a confusão, para aquilo que você sabe, ou para a paz.&lt;br /&gt;Quando a sua atenção está em seu ser, este estado natural das coisas revela-se como algo que sempre esteve aqui! E percebemos que as estratégias utilizadas previamente para fugir a ele são mecânicas e muito pouco interessantes. Na verdade, elas perdem completamente o interesse; são como brinquedos de dar corda. Elas são tão pouco interessantes, que você nem se importa se elas desapareceram ou se vão desaparecer algum dia. &lt;br /&gt;© 2003 John Sherman. Todos os direitos reservados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-5503881346654177975?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/5503881346654177975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=5503881346654177975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5503881346654177975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5503881346654177975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2011/06/o-estado-natural.html' title='O Estado Natural'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-1378751132283677993</id><published>2011-06-20T19:58:00.000-07:00</published><updated>2011-06-20T19:58:48.146-07:00</updated><title type='text'>Esqueça “a mente” e você está lá.</title><content type='html'>Jean-Pierre Gómez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução livre: Sw Sunder Svarupo           andresvarupo@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Q: Jean-Pierre, quando voce diz que tudo que se tem que reconhecer é que não há qualquer  mente presente, então voce está dizendo que quando os professores estão falando sobre a mente, eles estão mantendo as pessoas na escuridão?&lt;br /&gt;Sim, de uma maneira sutil, quando lhe é dito que há uma mente que está presente em voce, que precisa ser vencida ou da qual se deva livrar-se, ou qualquer outra coisa, que simplesmente reforça a falsa crença em uma entidade separada presente em voce, dividindo a Unidade em dois! Esse é o único problema, ver dois quando há apenas Um!&lt;br /&gt;De uma maneira muito sutil eles estão perpetuando a crença em uma entidade separada, presente em voce e voce é mantido no “caminho” por esses professores. À parte de ser uma corrente de pensamentos, (que é justamente o que voce chama de “mente”), não há ninguém nem qualquer mente presente como uma entidade,  além da qual se deva ir ou a qual se deva descartar, etc . . . Voce é a própria atenção exatamente agora e voce está atento aos pensamentos que aparecem em voce. Voce é essa Atenção que está atenta!&lt;br /&gt;Esqueça a “mente” e voce está lá, vê o que eu quero dizer? O problema é que voce passou por lavagem cerebral, foi hipnotizado pela sociedade, etc, . . . para dividir a Atenção em dois e agora voce veio a aceitar que há uma mente e Atenção. Este é o engano, realize que a mente é uma idéia que voce aceitou ser verdadeira. Voce nunca foi nenhuma outra coisa que não sua verdadeira natureza, você sempre foi livre.&lt;br /&gt;Delimitação foi apenas uma crença errônea, uma miragem, uma corda queimada, uma sombra, isso é tudo! Veja por si mesmo, pela investigação, se você é pura Atenção ou Presença ou um pensamento que aparece em voce. Se voce quer saber o que é anterior à mente, de fato para ser preciso, o que é anterior a seus pensamentos, pause seus pensamentos por um instante e voce está presente assim como sempre esteve presente, como pura Atenção. Lembre-se Atenção é apenas outra palavra para você, você é isso.&lt;br /&gt;Então voce vê a falsidade da separação. Voce é Atenção e chama os momentos de pensamentos “sua mente”, ainda que voce esteja atento de seus pensamentos, sem nenhum esforço voce está atento (Conhecendo) que voce está tendo pensamentos que vem e vão então voce está atento deles naturalmente, é isso! Isso é Atenção conhecendo os pensamentos que estão aparecendo e desaparecendo em voce ou na Atenção. Esse é o verdadeiro e imutável você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-1378751132283677993?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/1378751132283677993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=1378751132283677993' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1378751132283677993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1378751132283677993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2011/06/esqueca-mente-e-voce-esta-la.html' title='Esqueça “a mente” e você está lá.'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-6064483359923824132</id><published>2011-06-20T19:35:00.001-07:00</published><updated>2011-06-20T19:46:31.050-07:00</updated><title type='text'>Nenhum Mim do Qual se Livrar</title><content type='html'>Randall Friend&lt;br /&gt;Tradução livre – André Svarupo – BCps, fev, 15 – 2011  -  andresvarupo@hotmail.com &lt;br /&gt;__________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Como posso ver que não existe nenhum “mim”?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R: A própria ideia assume que existe um “mim” para ver que não existe nenhum “mim”. Portanto como exercício intelectual ele vai falhar sempre. Em geral abordamos essa questão procurando e tentando fazer sentido da experiência presente de um modo diferente – esperando que de alguma maneira a experiência mude. &lt;br /&gt;Contudo nós não queremos realmente cavar fundo dentro dessa ideia ‘mim’ [ou, essa ideia ‘eu’] – descobrir o que ela significa, descobrir em que ela se baseia.&lt;br /&gt;“Mim” [“eu”] tem uma raiz profunda e forte. Ele é a ideia de que, o que eu sou, começou em um determinado tempo e data. É essa entidade que é o “mim” [“eu”]. E essa “entidade” não é uma arvore, ela não é a cadeira, ela não é a parede. Ela É o corpo, ela É a mente, isso é o que acreditamos que seja. &lt;br /&gt;Assim, essa é a crença mais básica e profundamente arraigada que temos sobre O QUE nós somos, a qual afirma que você é absolutamente separado. ISSO é quem está tentando ver que não existe nenhum “mim”. Essa entidade. Mas devido a essa entidade ser falsa, ela não pode encontrar coisa alguma. Ela é uma ideia tentando eliminar outra ideia, ou uma ideia tentando eliminar a si mesma.&lt;br /&gt;A busca spiritual é muito conceitual. Simplesmente olhe dentro da ideia de existência separada em si, olhe dentro da ideia de coisas, a ideia de matéria, a ideia de energia.   Veja o que é a essência de cada “coisa” à qual se chega através de alguns meios de conhecimento.&lt;br /&gt;Descobrimos que estamos sempre perseguindo algo o qual nunca aparece, algo que é a essência do que parece ser e, contudo nunca conseguimos apontá-lo.&lt;br /&gt;Descobrimos que nunca se chega à existência, apenas acontece de estarmos presos em formas daquela essência, aparências daquela essência, como tentando segurar a agua corrente nas mãos.&lt;br /&gt;A ideia de existência separada é vista como valsa, portanto o “mim” sempre foi falso. Ele não precisava ser eliminado por que ele nunca esteve lá, ele era uma ideia falsa, ele era um pressuposto. Portanto não nos LIVRAMOS do “mim” – o fundo da ideia desprendeu-se. (e a agua do pote escorreu com a imagem da lua).&lt;br /&gt;E, portanto o que É, sempre já o foi. O que conhecemos como “eu” é então tudo o que existe. Ou como Shankara o coloca, ao final não existe nenhuma diferença entre Brahman e o Self Individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Randall Friend às  14: 25h - http://avastu0.blogspot.com/2011/01/no-me-to-get-rid-of.html#links&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-6064483359923824132?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/6064483359923824132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=6064483359923824132' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/6064483359923824132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/6064483359923824132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2011/06/nenhum-mim-do-qual-se-livrar.html' title='Nenhum Mim do Qual se Livrar'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-1248928589786421980</id><published>2010-10-18T14:49:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T14:55:01.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atenção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consciencia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='awareness'/><title type='text'></title><content type='html'>CONTEMPLANDO A NATUREZA DA EXPERIÊNCIA – Rupert Spyra &lt;br /&gt;Tradução livre: André Svarupo  -  andresvarupo@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nascimento Imaginário do Ser e do Mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos simultaneamente  a testemunha e a substancia de toda experiência.&lt;br /&gt;‘Eu’ que estou vendo essas palavras sou também a substancia dessas palavras.&lt;br /&gt;A experiência de saber essas palavras e a experiência de ser essas palavras são uma e a mesma experiência.&lt;br /&gt;É apenas o pensamento que divide a aparente totalidade da experiência em um experienciador e um experienciado.&lt;br /&gt;Não há qualquer entidade pessoal ou objetos independentes  em lugar algum que possam ser encontrados na experiência real.&lt;br /&gt; ‘Eu’ e ‘o mundo’ são co-criados momento a momento na imaginação. Eles sempre aparecem juntos e desaparecem juntos naquilo que nunca aparece ou desaparece.&lt;br /&gt;Eles são dois lados da mesma moeda. A própria moeda é Presença, essa ‘alertez’ (consciência) na qual a experiência corrente aparece e também da qual é feita.&lt;br /&gt;Essa divisão da experiencia em um percebedor e um percebido, um conhecedor e um conhecido, um amante e um amado, é como uma miragem.&lt;br /&gt;Ela nunca ocorre de fato.&lt;br /&gt;Ambos, o experienciador e o experienciado são feitos de experienciar e o próprio experienciar  é feito dessa Alertez Presente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*************   *****************   *******************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que precisa ser feito a algo que é não-existente?&lt;br /&gt;O que pode ser feito à única coisa que é sempre presente?&lt;br /&gt;Cada parte de toda experiencia é totalmente saturada com essa Presença.&lt;br /&gt;Nenhuma parte dela está mais perto ou mais longe da Presença do que qualquer outra parte.&lt;br /&gt;Nenhuma parte da experiência é mais ou menos permeada com essa Presença do que qualquer outra parte. &lt;br /&gt;De tempos em tempos essa Presença parece condensar-se em uma sensação corporal. Ela constrói um muro ao redor de si mesma.&lt;br /&gt;Ela torna-se localizada no tempo e no espaço.&lt;br /&gt;‘Eu’, presença, torna-se ‘mim’, um corpo. E tudo que ‘eu’ não sou, torna-se ‘voce’, o outro, um objeto, o mundo.&lt;br /&gt;O ser e o mundo nascem.&lt;br /&gt;Contudo, esse nascimento nunca se deu de fato. Não há nenhum ‘mim’, nenhum ‘você’, nenhum outro, nenhum objeto, nenhum mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****          ******       ******&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como poderia haver uma causa para algo que é inexistente?&lt;br /&gt;Como poderia haver uma cura para uma doença imaginária?&lt;br /&gt;Como poderia haver um começo, um final ou uma mudança, naquilo em que todos os começos, finais e mudanças acontecem? &lt;br /&gt;Onde essa presença poderia ir para descobrir que ela já não estava lá?&lt;br /&gt;O que essa Presença poderia se tornar que já não fosse ela mesma?&lt;br /&gt;O que essa Presença poderia ser senão si mesma?&lt;br /&gt;O que essa Presença poderia conhecer além dela mesma?&lt;br /&gt;O que essa Presença poderia amar que não fosse ela mesma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Suporte e Substancia da Experiencia &lt;br /&gt;Se nossa atenção fosse direcionada agora para o papel branco no qual essas palavras são escritas, experimentaríamos a súbita sensação de termos nos tornado atentos de algo que simultaneamente realizaríamos é demasiado óbvio para ser mencionado. E mesmo assim, no momento em que o papel é indicado, parece que experimentamos algo novo.&lt;br /&gt;Temos a experiencia estranhamente familiar de tornarmo-nos conscientes de algo de que já estávamos conscientes. Tornamo-nos conscientes de estarmos conscientes do papel.&lt;br /&gt;O papel não é uma experiencia nova que foi criada por essa indicação. Contudo, nossa consciência do papel parece ser uma nova experiencia.&lt;br /&gt;Agora, que tal a consciência em si mesma, a qual está atenta do papel?  Ela não está sempre presente atrás e dentro de toda experiencia, do mesmo modo que o papel está presente atrás e dentro das palavras sobre a página?&lt;br /&gt;E quando nossa atenção é dirigida para ele, não temos nós a mesma estranha sensação de termos nos tornado atentos de algo do qual  de fato já estávamos sempre atentos, mas não tínhamos notado?&lt;br /&gt;Não é essa consciência o mais intimo e óbvio fato de nossa experiencia, essencial a, e ainda assim independente de cada qualidade particular de cada experiencia, da mesma forma que o papel é o fato mais óbvio dessa página, essencial a, e ainda assim independente de cada palavra?&lt;br /&gt;Não é essa própria consciência o suporte e a substancia de toda experiencia da mesma forma que o papel é o suporte e a substancia de cada palavra?&lt;br /&gt;Alguma coisa nova precisa ser adicionada a essa pagina para que o papel seja visto? Algo novo precisa ser adicionado à experiencia corrente para podermos nos conscientizarmos   da consciência que é suporte e substancia?&lt;br /&gt;Quando voltamos às palavras, tendo notado o papel, por acaso perdemos de vista o papel? Por acaso agora não vemos os dois, o aparente dois, simultaneamente como um? E por acaso, já não os experimentamos sempre como um, sem nos darmos conta disso?&lt;br /&gt;Do mesmo modo, tendo notado a consciência por trás e dentro de cada experiencia, por acaso perdemos de vista aquela consciência quando retornamos o foco de nossa atenção para o aspecto objetivo da experiência? Por acaso, agora, nós não vemos os dois, os aparentes  dois, Consciência e Objeto, simultaneamente como um? E por acaso isso não foi sempre assim?&lt;br /&gt;As palavras, elas mesmas, afetam o papel? Importa para o papel o que é dito pelas palavras? O conteúdo de cada experiencia afeta a consciência na qual esse conteúdo aparece?&lt;br /&gt;Cada palavra nessa pagina é feita de fato de papel. Elas apenas expressam a naturesa do papel, ainda que possam descrever a lua.&lt;br /&gt;Cada experiencia apenas expressa a Consciência ou Alertez, ainda que a experiencia em si possa ser infinitamente variada.  &lt;br /&gt;Alertez ou Consciência é a ‘desconhecitude’  aberta na qual toda experiencia é escrita.&lt;br /&gt;Ela é tão óbvia que não é notada.&lt;br /&gt;Ela é tão próxima que não pode ser conhecida como um objeto e contudo ela é sempre conhecida.&lt;br /&gt;Ela é tão íntima que toda experiencia, não importa quão ínfima ou vasta, é totalmente saturada e permeada com sua presença.&lt;br /&gt;Ela é tão amorosa que todas as coisas possíveis de ser imaginadas estão contidas incondicionalmente dentro dela.&lt;br /&gt;Ela é tão aberta que recebe todas as coisas dentro de si.&lt;br /&gt;Ela é tão espaçosa e ilimitada que tudo está contido nela.&lt;br /&gt;Ela é tão presente que cada experiencia está vibrando com sua substancia.&lt;br /&gt;É apenas essa ‘desconhecitude’ aberta, a fonte, a substância e o destino de toda experiencia, que é indicada aqui, de novo e de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Consciência Brilha em Toda Experiencia&lt;br /&gt;Meditação não é uma atividade. Ela é a cessação de uma atividade.&lt;br /&gt;Em uma analise final, nada que seja absolutamente verdadeiro pode ser dito da meditação, nem mesmo que ela é a cessação de uma atividade, por que meditação toma lugar ou mais acuradamente, está presente alem da mente, portanto, a mente, por definição, não tem acesso a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porem, a fim de compreender que a meditação não é uma atividade, nós chegamos primeiro à compreensão de que ela é a cessação de uma atividade.  &lt;br /&gt;Essa compreensão é uma ferramenta muito eficiente para minar a crença de que a meditação seja algo que fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que tenhamos compreendido totalmente que a meditação não é uma atividade, a atividade que nós previamente considerávamos ser meditação chegará naturalmente a um fim. Naquele ponto, o entendimento de que a meditação não é uma atividade terá preenchido seu propósito e também pode ser abandonado.&lt;br /&gt;Uma vez que o espinho tenha removido o espinho, ambos são jogados fora.&lt;br /&gt;A fim de entender que a meditação não é uma atividade, nós usamos o exemplo de um punho fechado. Se tomarmos nossa mão aberta e lentamente a fecharmos até ficar bem apertada, um esforço é requerido, para fechar a mão e para mantê-la nessa postura contraída.&lt;br /&gt;Se mantivermos a mão nessa postura contraída por algum tempo, os músculos se acostumarão nessa posição, e nós em breve deixaremos de estar atentos de que esse esforço sutil está continuamente sendo aplicado a fim de mantê-la.&lt;br /&gt;Se alguém nós pedisse agora para abrirmos nossa mão, sentiríamos que um certo esforço é necessário. Em um dado estágio, quando abrirmos nossa mão, tomaremos consciência do fato de que não estamos aplicando um novo esforço para abri-la e que ao invés disso estamos relaxando um esforço prévio, do qual já nem mesmo estávamos conscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aparente esforço para abrir a mão se revela como o relaxamento de esforço original para contraí-la. O que parecia ser o inicio de um esforço, acaba se revelando como a cessação de um esforço.&lt;br /&gt;A meditação trabalha de forma similar. Nossa verdadeira natureza é aberta, deslimitada, livre, consciente, de luz própria e auto-evidente. Essa é nossa experiencia momento a momento, ainda que não estejamos conscientes disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa consciência aberta, livre e deslimitada contraiu-se sobre si mesma. Ela aparentemente encolheu-se dentro da forma estreita de um corpo e uma mente, e limitou a si mesma a um minúsculo local dentro da vastidão do espaço e a um breve momento dentro da infinita extensão do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a auto-contração primária que a Consciência aberta, livre e deslimitada escolhe de momento a momento por seu próprio livre arbítrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela desenha uma linha dentro da totalidade de sua experiencia e diz a si mesma, “eu sou isso e não aquilo”, “Eu estou aqui e não lá”, “Eu sou eu e não outro”.&lt;br /&gt;Sentindo-se isolada e portanto vulnerável e amedrontada, essa consciência aberta, livre e deslimitada agora se estabelece para dar suporte e proteção a sua nova auto-imposta identidade como um fragmento.&lt;br /&gt;Para efetivar isso, ela reforça suas fronteiras com camadas sobre camadas de contração. Ao nível mental essas contrações são feitas de desejos e hábitos por um lado, e resistências, medos e rejeições de outro. Essas são as muitas faces de nossos gostos e desgostos, são os “eu quero” e os “eu não quero”.&lt;br /&gt;No nível do corpo essas contrações são feitas de sensações corporais com as quais a Consciência se identifica. Elas são a aparente localidade do “eu” dentro do corpo.&lt;br /&gt;Com cada nova camada de contração essa Consciência aberta, livre e deslimitada esquece sua própria natureza não-limitada de forma mais e mais profunda, e assim fazendo lança um véu sobre si mesma. Ela se esconde de si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar disso há freqüentes invasões dentro de seu próprio e auto gerado isolamento as quais a relembram de sua natureza real . . . o sorriso de um estranho, o choro de uma criança, uma dor emocional insuportável, um breve momento sem desejos após o preenchimento de um desejo, um momento de humor, a paz de um sono profundo, uma pausa no processo mental, uma memória da infância, a transição entre o sonho e o despertar, o reconhecimento da beleza, o amor de um amigo, um lampejo de entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses são momentos que são oferecidos a essa presença de Consciência agora velada, inúmeras degustações de sua própria Liberdade e Felicidade, as quais a relembram brevemente de si mesma, antes que ela seja novamente eclipsada pela eficiência das defesas internas dentro das quais ela aparentemente se confinou.&lt;br /&gt;Desse modo, com camadas sobre camadas de auto-contração, a Consciência reduziu a si mesma a entidade bem fortificada, separada e vulnerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa não é uma atividade que teve lugar em algum tempo no passado e que agora esteja irrevogavelmente esculpido em pedra. Essa é uma atividade que está se dando agora, nesse momento.&lt;br /&gt;Essa própria Consciência aberta, livre e deslimitada está fazendo essa atividade de separação sem saber disso. Essa atividade define a ‘pessoa’, a ‘entidade separada’.&lt;br /&gt;A entidade separada é algo que nós, como Consciência, fazemos. Ela não é algo que somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*    *   *Como resultado da Consciência contrair-se sobre si mesma e imaginar-se como sendo um fragmento, ela projeta for a de si mesma tudo o que não esteja contido dentro dos limites de sua própria auto-imposta e limitada identidade.&lt;br /&gt;E esse mundo que agora aparece como separado e externo à Consciência, parece confirmar perfeitamente essa nova visão da Consciência como sendo um fragmento limitado. O mundo tona-se o vasto e potencialmente ameaçador contentor dessa ‘Consciencia-fragmento’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ironicamente, é precisamente devido ao mundo ser na realidade, uma aparência na Consciência e uma expressão dela, que ele tão acuradamente reflete as idéias que a Consciência entretém sobre si.&lt;br /&gt;Se a Consciência se crê como sendo um fragmento, sendo limitada, sendo aprisionada, sendo algo que aparece no tempo e no espaço, então o mundo aparecerá como a contrapartida desse fragmento.&lt;br /&gt;Tendo negado a si seu próprio direito natural, seu status eterno e onipresente, Consciência esse mesmo status ao mundo das aparências. Ela cede sua própria Realidade ao mundo das aparências e em troca toma para si a tremulante fragilidade do mundo.  &lt;br /&gt;Ela se esquece de sua própria Realidade como base e natureza de toda experiencia, e ao contrario, projeta essa natureza sobre sua própria criação, sobre o mundo das aparências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consciência troca sua natureza pela do mundo das aparências. Ela não tem nenhuma outra alternativa a não ser essa.&lt;br /&gt;De fato, Consciência nunca deixa de experimentar a si mesma. Involucrada dentro de cada experiencia está o sabor de sua própria eternidade.&lt;br /&gt;Contudo, tendo conceituado a si mesma como uma entidade separada e deslimitada, ela confere a íntima experiencia de Presença e Ser ao ‘mundo’, ao ‘outro’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, tempo e espaço parecem tornar-se a base e substancia da Realidade, o ‘sine qua non’ de nossa experiencia, e a Consciência por sua vez parece exibir as qualidades mutáveis, intermitentes e limitadas que na realidade pertencem ao mundo das aparências.&lt;br /&gt;A Consciência se esquece de que fez isso, de que está fazendo isso, e como resultado o mundo parece herdar as características da Consciência. O mundo parece tornar-se como a Consciência, sólido, real, permanente e substancial.&lt;br /&gt;E por sua vez a Consciência parece desistir de suas próprias e inatas qualidades para assumir aquelas que pertencem ao mundo das aparências, isso é, ela parece tornar-se tremeluzente, momentânea, frágil e insubstancial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, a Consciência cria uma aparência que é consistente com suas próprias crenças.&lt;br /&gt;De fato, a ‘crença de si mesma como um fragmento separado’ e a ‘aparência do mundo como uma entidade sólida separada’ são co-criadas como um todo mutuamente validante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;William Blake expressou o mesmo entendimento, “Como um homem é, assim ele vê”. Isso poderia ser expresso como “Como a Consciência se vê, assim o mundo aparece”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, é o mesmo poder que permite que o mundo apareça de acordo com a visão da Consciência como sendo um fragmento, que por sua vez permite que o mundo apareça de acordo com a nova visão da Consciência, quando ela começa a despertar para sua própria Realidade, quando ela começa a lembrar-se de si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a natureza mágica do mundo: que o mesmo mundo possa parecer validar ou a ignorância ou a compreensão. De fato, essa é a natureza mágica da Consciência, sua criatividade, sua onipotência, a qual torna isso possível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*    *    *&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-1248928589786421980?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/1248928589786421980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=1248928589786421980' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1248928589786421980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1248928589786421980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2010/10/contemplando-natureza-da-experiencia.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3178487930752427506</id><published>2010-10-18T14:40:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T14:47:44.612-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>SEM LIMITES&lt;br /&gt;by Randall Friend   http://avastu0.blogspot.com/ &lt;br /&gt;     Tradução livre: André Svarupo  -  andresvarupo@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando dizemos “eu sou”, estamos confirmando nosso ser, estamos confirmando que estamos certos e somos íntimos com o que exatamente está sendo apontado neste e em qualquer outro escrito sobre não-dualidade.&lt;br /&gt;Estamos certos disso, e ainda assim ele não é um conhecimento objetivo, não é uma coisa, um objeto de nossa experiência. A mente não gosta de ficar em terreno incerto – ela deve resolver as coisas de uma maneira objetiva. Portanto as identificações aparecem – Eu sou o corpo, eu sou a mente, eu estou pensando. . .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, inicialmente, nós apontamos para esse mundo objetivo, apontando que nesse mundo objetivo, o que você é não é uma coisa para ser encontrada, não é uma experiência objetiva. O que você é, é o sujeito para o mundo, e alem disso é também sujeito para o corpo, sujeito para os pensamentos. Você está consciente deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, você é o sujeito, ainda assim não parece que podemos apanhar isso como um sujeito, você não pode ser localizado. Você não pode ser encontrado em termos de objetos ou experiências. Você é o sujeito. Qual é a natureza do sujeito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já pode responder isso com certeza, pois você é isso. Ser o sujeito significa saber, estar atento de, ser aquilo para quem o objeto aparece, ser aquilo pelo qual o objeto é conhecido. Não é isso o que a palavra “sujeito” significa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, como sujeito, você não pode aparecer para si mesmo, você não pode conhecer você mesmo objetivamente, através de uma experiência. Ainda assim você sabe que você É – porque você pode dizer “eu sou” (eu existo), com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que isso significa? Isso significa que O QUE você é, não é localizável, não é uma forma ou um conteúdo ou um objeto ou uma experiência. É simplesmente você. Você sabe que você existe – isso significa que você sabe que você está presente, de algum modo, sem ser encontrável como outra experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe que existe (que é), porque SABER está acontecendo. Não é verdade? Saber está acontecendo – saber está presente – não é assim que você sabe que você existe? Não é esse saber a subjetividade a qual nos referimos através das palavras “eu sou”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então podemos dizer que o “sujeito” é SEMPRE Consciência (despertez). É sempre o que ‘chamamos’ de Consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é de fato tão auto-evidente que não é enxergado. Isso não é visto por que a mente precisa de alguma ‘coisa’ na qual situar essa existência. Um corpo. Uma mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, na realidade presente ou em experiência, conhecemos a nós mesmos como o sujeito de cada experiência – mas não vemos que o próprio sujeito não é encontrável como uma outra experiência – o sujeito tem sido sempre apenas essa presença do saber – consciência-presença – ou seja qual for a palavra que você goste de usar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando examinamos o que significa ser a consciência-sujeito, descobrimos que a natureza dessa “consciência” é sem limites, sem forma, sem atributos, sem bordas. Não podemos encontrá-lo, assim como o espaço, e ainda assim ele preenche tudo – ele é a base ou o chão de toda experiência. Descobrimos que nossa natureza é ilimitada, como o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo mesmo o espaço você objetiva – espaço é um objeto da consciência. Espaço não conhece você – você conhece o espaço. Similarmente o tempo não o objetiva, você objetiva o tempo – você conhece o tempo. Não encontramos nada que possa objetivar essa presença de saber, e ainda assim ela é o mais real, o mais inegável aspecto de qualquer experiência. Toda experiência é variável, mutável, temporária, vem e vai. Sua presença é estável, invariável, ilimitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente note o que é a realidade mais estável em toda uma vida de experiências – o sempre aqui, o sempre-consciente – você sabe que está sempre aqui, que é sempre o “sujeito” o qual é ele mesmo o saber do mundo, do corpo, da mente. Voce é a ilimitada atividade de saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem uma vez perguntou ao guru como ele definia a Verdade. O guru disse: “Verdade é aquilo que nunca pode ser negado”. O homem perguntou: “Existe tal coisa?” O guru disse: “Sim. Ela é o seu SER”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu SER é aquilo que jamais pode ser negado – em uma vida inteira de experiências as mais variadas, você jamais esteve ausente ainda que você jamais possa ser definido em termos de limites ou fronteiras.&lt;br /&gt;Em outras palavras, você é ilimitável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3178487930752427506?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3178487930752427506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3178487930752427506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3178487930752427506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3178487930752427506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2010/10/sem-limites-by-randall-friend.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-7936372764267257116</id><published>2010-03-22T20:22:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T20:24:19.296-07:00</updated><title type='text'>- O Indivíduo e a Sociedade - J, Krishnamurti</title><content type='html'>A mente que deseja compreender um problema deve não apenas se limitar a compreendê-lo completamente, integralmente, mas também deve ser capaz de seguí-lo com presteza, pois o problema nunca é estático. O problema é sempre novo, seja ele um problema de fome, um psicológico, ou qualquer outro tipo de problema. Qualquer crise é sempre nova; portanto, para compreendê-la, a mente precisa estar sempre fresca, clara, suave em sua busca. Acredito que a maioria de nós reconhece a urgência de uma revolução interior, única maneira de conseguir uma mudança radical no que é exterior, na sociedade. Esse é o problema que preocupa a todos os que têm intenções sérias. Como produzir na sociedade uma mudança radical, fundamental, eis o nosso problema; e essa mudança do exterior não pode acontecer sem antes ter ocorrido uma revolução interior. Uma vez que a sociedade é sempre estática, qualquer ação, qualquer reforma efetuada sem essa revolução interior torna-se igualmente estática; assim, sem essa constante revolução interior não há esperança, porque, sem ela, a ação exterior se torna repetitiva, habitual. A ação do relacionamento entre você e um outro, entre você e eu, é a sociedade; e, enquanto não houver essa constante revolução interior, enquanto não houver uma transformação psicológica criativa, essa sociedade se torna estática, não tem qualidade de vida. E, exatamente pelo fato de não existir essa revolução interior constante, a sociedade está se tornando cada vez mais estática, cristalizada, e vem, portanto, se desagregando constantemente. &lt;br /&gt;Qual o relacionamento que existe entre você e a miséria, entre você e a confusão, a que existe em você e ao seu redor? Certamente essa confusão, essa desgraça, não se criou por sí própria. Você e eu a criamos; não foi uma sociedade capitalista ou socialista ou fascista, mas você e eu a criamos no nosso relacionamento um com o outro. O que você é interiormente tem sido projetado no exterior, no mundo; o que você é, o que você pensa e o que você sente, o que você faz na sua vida diária, tudo isso é projetado externamente, e isso constitui o mundo. Se somos desgraçados, confusos e caóticos no nosso interior, pela projeção, tudo isso vem a ser o mundo, a sociedade, porque o relacionamento entre você e eu, entre mim e um outro, é a sociedade - e se nosso relacionamento é confuso, egocêntrico, estreito, limitado, racional, nós projetamos isso e trazemos o caos para o mundo. &lt;br /&gt;O mundo é o que você é. Então o seu problema é problema do mundo. Certamente esse é um fato básico e simples, não é verdade? No nosso relacionamento comum ou com muitos, parece que esquecemos sempre esse ponto. Queremos produzir alterações através de um sistema ou através de uma revolução de idéias e valores baseada num sistema, esquecendo que somos você e eu que criamos a sociedade, que produzimos a confusão ou a ordem, dependendo da forma como vivemos. Sendo assim, é preciso começar pelo que está perto, ou seja, devemos nos preocupar com a nossa existência diária, com os nossos pensamentos, ações e sentimentos diários, que se revelam na maneira pela qual ganhamos a vida e no nosso relacionamento com as idéias e as crenças. Isso é a nossa existência diária, não é? Estamos preocupados em viver, em conseguir empregos, em ganhar dinheiro; estamos preocupados com o relacionamento com a nossa família ou com os nossos vizinhos; e estamos preocupados com idéias e com crenças. &lt;br /&gt;Bem, se você examinar o seu trabalho, descobrirá que ele se baseia principalmente na inveja; que ele não é apenas um meio de ganhar a vida. A sociedade é construída de tal forma que se constitui num processo de conflito constante, de constante evolução; ela se baseia na cobiça, na inveja - inveja do seu superior; o funcionário quer se tornar gerente, um pequeno exemplo, o que demonstra que ele não está apenas preocupado em ganhar a vida ou com um meio de subsistência, mas também em conquistar posição e prestígio. Essa atitude naturalmente cria confusão na sociedade, nos relacionamentos, mas se você e eu estivéssemos preocupados exclusivamente com viver, descobriríamos as formas corretas de garanti-lo, formas não baseadas na inveja. A inveja é um dos fatores mais destrutivos dos relacionamentos, pois indica o desejo de poder, de posição, e acaba por levar à política; ambas estão intimamente relacionadas. O funcionário, na sua tentativa de se tornar o gerente, acaba por se tornar um agente criador da política de poder que produz guerra; sendo assim, indiretamente ele é responsável pela guerra. &lt;br /&gt;Por que a sociedade estará entrando em colapso, desmoronando como é certamente o que está ocorrendo? Uma das razões fundamentais é que o indivíduo - você - deixou de ser criativo. Deixe-me explicar o que quero dizer. Você e eu nos tornamos imitadores, estamos copiando, interior e exteriormente. Exteriormente, quando aprendemos uma técnica, quando nos comunicamos uns com os outros em nível verbal, naturalmente tem que haver certo grau de imitação ou de cópia. Eu copio palavras. Para se tornar um engenheiro, preciso inicialmente aprender as técnicas e, a seguir, usar a técnica para construir uma ponte. Deve haver certa dose de imitação, e de cópia nas técnicas exteriores, mas quando existe imitação interior, psicológica, certamente deixamos de ser criativos. Nossa educação, nossa estrutura social, nossa chamada vida religiosa, todas elas se baseiam na imitação; ou seja, eu me encaixo em determinada fórmula social ou religiosa. Deixei de ser um indivíduo real; psicologicamente, tornei-me uma mera máquina repetidora, com certas respostas condicionadas, sejam elas budistas, cristãs, hindus, alemãs ou inglesas. Nossas respostas são condicionadas de acordo com o padrão da sociedade, seja ela oriental, ocidental, religiosa ou materialista. Assim uma das causas fundamentais da desintegração da sociedade é a imitação, e um dos agentes desintegradores é o líder, cuja verdadeira essência é a imitação. &lt;br /&gt;Para que possamos compreender a natureza da sociedade em desintegração, não será importante indagar se eu e você, se o indivíduo, pode ser criativo? Podemos perceber que quando existe imitação existe desintegração, quando existe autoridade existe cópia. E já que toda a nossa constituição mental e psicológica se baseia na autoridade, para que possamos nos tornar criativos é preciso que nos libertemos da autoridade. Não terão vocês notado que nos momentos de maior criatividade, naqueles momentos realmente felizes de interesse vital, não existe o senso de repetição e não sentimos que estamos copiando? Esses momentos são sempre novos, diferentes, criativos e felizes. Vemos, assim, que uma das causas fundamentais da desintegração da sociedade é a cópia, e a adoração da autoridade é isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( Sobre o Viver Correto - Edit. Cultrix - págs. 28 a 31 ) &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem, agora, faz de si mesmo uma pergunta que devia ter feito há muitos anos, e não no último momento. Ele se preparou para a guerra durante todos os dias de sua vida. Infelizmente, a preparação para a guerra parece ser nossa tendência natural. Depois de ter percorrido um longo caminho nessa direção, nos indagamos agora: o que fazer? O que devem fazer os seres humanos? Encarando o assunto com honestidade, qual é a nossa responsabilidade? É esta a questão a ser respondida pela humanidade atual, e não quais os tipos de instrumentos de guerra que devemos inventar ou construir. Como ocorre sempre, produzimos a crise e depois nos perguntamos o que fazer. Dada a situação atual, os políticos e o grande público decidirão com base em seu orgulho nacional e racial, com suas pátrias e terras natais e todo o resto. &lt;br /&gt;A pergunta surge tarde demais. Precisamos nos indagar, a despeito da ação imediata que é necessária, se é possível acabar com todas as guerras, não com um determinado tipo de guerra, a nuclear ou as convencionais, e descobrir quais são as causas da guerra. Até que essas causas sejam descobertas e anuladas, tenhamos a guerra convencional ou a nuclear, não teremos mudado e o homem destruirá o homem. &lt;br /&gt;Sendo assim, a pergunta, na verdade, deveria ser: quais são, essencialmente, fundamentalmente, as causas da guerra? Precisamos ver juntos as verdadeiras causas, não as inventadas, não as românticas, como as causas patrióticas e todas essas bobagens, mas descobrir com honestidade o motivo que leva o homem a se preparar para cometer assassinatos legalizados - a guerra. Até que pesquisemos e cheguemos à resposta, as guerras prosseguirão. Mas não estamos considerando com a necessária seriedade, ou nos dedicando com o necessário afinco, à tarefa de desvendar as causas da guerra. Deixando de lado tudo aquilo com o que defrontamos no momento atual, a proximidade do assunto, a crise atual, não poderemos juntos descobrir as verdadeiras causas e colocá-las de lado, dissolvê-las ? Isso requer o ímpeto de descobrir a verdade. &lt;br /&gt;Alguém poderá perguntar: qual a origem desta divisão - o russo, o americano, o inglês, o francês, o alemão, etc - por que existe essa distinção entre homem e homem, entre raça e raça, cultura contra cultura, uma ideologia contra a outra? Por quê? Por que existe essa separação? O homem dividiu a terra entre o que é seu e o que é meu - por quê? Será que buscamos encontrar segurança, proteção, num determinado grupo ou em determinada crença ou fé ? Mas as religiões também dividiram os homens, colocaram o homem contra o homem - os hindus, os muçulmanos, os cristãos, os judeus e assim por diante. O nacionalismo, com seu malfadado patriotismo, é na verdade uma forma exaltada, uma forma enobrecida de valorizar a vida em tribos. Seja numa pequena tribo, seja numa maior, existe o sentimento de estar junto, de ter a mesma língua, as mesmas superstições, o mesmo tipo de sistema político ou religioso. E com isso a pessoa se sente segura, protegida, feliz e com bem-estar. E em nome dessa segurança e bem-estar estamos dispostos a matar outros que têm o mesmo tipo de desejo de segurança, de se sentirem protegidos, de pertencer a algo. Esse terrível desejo de se identificar com um grupo, com uma bandeira, com um ritual religioso, etc, nos dá a sensação de que temos raízes, de que não vagamos a esmo. Existe o desejo, a ânsia de descobrir as próprias raízes. &lt;br /&gt;E também dividimos o mundo em zonas econômicas, com todos os seus problemas. Talvez uma das principais causas da guerra seja a indústria pesada. Quando a indústria e a economia caminham de braços dados com a política, é inevitável que elas tentem sustentar uma atividade separatista de modo a manter seu status econômico. Todos os países estão fazendo isso, grandes e pequenos. As nações poderosas estão armando as pequenas - algumas discreta e sub-repticiamente, outras ostensivamente. Será que a causa da toda essa desgraça e sofrimento, e de todo o enorme dispêndio de dinheiro em armamentos, é a manutenção visível do orgulho, do desejo de ser superior aos outros? &lt;br /&gt;A Terra é nossa, não de vocês ou minha ou dele. É de se supor que devemos viver nela ajudando-nos mutuamente e não nos destruindo uns aos outros. Não se trata aqui de nenhuma tolice romântica, mas de fatos reais. O homem, porém, dividiu a terra na esperança de, no particular, encontrar a felicidade, segurança, uma sensação de inexcedível bem-estar. Até que ocorra uma mudança radical e varramos com todas as nacionalidades, com todas as ideologias, com todas as divisões religiosas, e estabeleçamos um relacionamento global, psicológico de início, interiormente antes de organizarmos o exterior - a menos que isso ocorra, as guerras continuarão. Se você faz mal aos outros, se você mata, seja por raiva ou num assassinato organizado, a que se dá o nome de guerra, você, que é o restante da humanidade, estará se destruindo. &lt;br /&gt;Essa é a questão básica, a questão verdadeira, que você precisa compreender e resolver. Até que você se dedique, se envolva em erradicar essa divisão nacional, econômica e religiosa, você estará perpetuando a guerra. Você é responsável por todas as guerras, sejam elas convencionais ou nucleares. &lt;br /&gt;Essa é, com efeito, uma questão urgente e importante; pode o homem, você, produzir essa mudança em você mesmo - não dizer: “Se eu mudar, será que isso tem algum valor ? Não será apenas uma gota d'água no oceano, sem efeito algum ? Que importa eu mudar ?" Essa não é a questão correta, se você me permite dizê-lo. Está errada porque você é o resto da humanidade. Você é o mundo; você não é separado do mundo. Você não é americano, russo, hindu ou muçulmano. Você pode falar uma língua diferente, ter costumes diferentes. Isso é cultura superficial - todas as culturas aparentemente são superficiais - mas a sua consciência, suas reações, sua fé, suas crenças, suas ideologias, seus medos, ansiedades, solidão, sofrimento e prazer são semelhantes àquelas do restante da humanidade. Se você mudar, isso afetará a humanidade como um todo. &lt;br /&gt;É importante ter isso em mente - não de forma vaga ou superficial - ao investigar, pesquisar, buscar as causas da guerra. A guerra só poderá ser compreendida e eliminada se você e todos aqueles profundamente preocupados com a sobrevivência do homem perceberem a extrema responsabilidade pela matança dos outros. O que o fará mudar? O que fará com que você se conscientize da terrível situação que produzimos agora? O que fará com que você repudie todo tipo de divisão - religiosa, nacional, ética, e assim por diante? O sofrimento fará isso? Mas o homem carrega esse sofrimento há milhares e milhares de anos, e não mudou; busca ainda a mesma tradição, o mesmo modo de vida em tribos, a mesma divisão religiosa de " meu Deus ", do "seu Deus ". &lt;br /&gt;Os deuses, ou seus representantes, são inventados pelo pensamento; eles não possuem nenhuma realidade na vida diária. Segundo a maioria das religiões, matar o semelhante é o maior dos pecados. Já antes do cristianismo os muçulmanos afirmavam isso, os budistas diziam isso, e no entanto as pessoas matam apesar de sua crença em Deus, ou de sua crença num salvador, e assim por diante; eles ainda prosseguem no caminho da matança. Será que a recompensa dos céus ou o castigo dos infernos fará com que vocês mudem? Mas isso também já foi oferecido aos homens. E também fracassou. Nenhuma imposição externa, leis, sistemas, nada disso jamais impedirá o homem de matar. Assim como nenhuma convicção intelectual ou romântica acabará com as guerras. Elas só terminarão quando você, como o resto da humanidade, enxergar a verdade de que, enquanto existirem divisões de qualquer tipo, haverá conflitos, limitados ou amplos, estreitos ou em expansão, haverá lutas, conflito, dor. Sendo assim, você é responsável, não apenas pelos seus filhos, mas também pelo resto da humanidade. A menos que você compreenda isso profundamente, não de modo puramente idealista ou intelectual, mas sinta isso em seu próprio sangue, em sua maneira de olhar a vida, em suas ações, você estará apoiando o assassinato organizado que é chamado de guerra. O imediatismo da percepção é mais importante do que o imediatismo de responder a uma questão que é resultado de milhares de anos ao longo dos quais o homem vem matando o homem. &lt;br /&gt;O mundo está doente; e ninguém pode ajudar você, exceto você mesmo. Já tivemos líderes, especialistas, todo tipo de influência externa, incluindo Deus - sem nenhum efeito; eles não influenciaram da forma alguma o seu estado psicológico. Eles não podem guiá-lo. Nenhum estadista, mestre, guru, ninguém pode fazê-lo mais forte interiormente, ninguém pode lhe dar a suprema saúde. Enquanto você permanecer em desordem, enquanto sua casa não for mantida em condição adequada, num estado adequado, você criará o profeta externo e ele estará sempre a desencaminhá-lo. Sua casa está em desordem, e ninguém nesta terra ou no céu pode trazer a ordem para sua casa. A menos que você, por si mesmo, compreenda a natureza da desordem, a natureza do conflito, a natureza da divisão, sua casa - ou seja, você - permanecerá sempre na desordem, em guerra. &lt;br /&gt;A questão não é saber quem tem o maior poderio militar; trata-se do homem contra o homem, o homem que acumulou ideologias; e estas, produzidas pelo homem, fazem com que um se volte contra o outro. Até que essas idéias, ideologias, terminem e o homem se torne responsável pelos outros seres humanos, em hipótese alguma haverá paz no mundo. &lt;br /&gt;(de Krishnamurti para ele mesmo - Ojai, 31 de Março de 1983 - Sobre Conflitos - Edit. Cultrix - págs. 118 a 122 ) &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;O indivíduo é essencialmente o coletivo, e a sociedade foi criada pelo indivíduo. O indivíduo e a sociedade estão inter-relacionados; Eles não existem separadamente. O indivíduo ergue a estrutura social, e a sociedade, ou o ambiente, molda o indivíduo. Embora o ambiente condicione o indivíduo, este sempre pode libertar-se, romper as cadeias que o prendem ao seu 'fundo '. O indivíduo é o criador do próprio ambiente de que se tornou escravo; mas ele tem também o poder de libertar-se e criar um ambiente que não lhe embote a mente, o espírito. O indivíduo só é importante nesse sentido, isto é, ele tem a capacidade de libertar-se de seu condicionamento e de compreender a realidade. A individualidade, que é cruel em razão de seu condicionamento, funda uma sociedade cujos fundamentos se assentam na violência e no antagonismo. O indivíduo só existe em relação; de outro modo ele não existe. E é a falta de compreensão dessa relação, que está gerando conflito e confusão. Se o indivíduo não compreende a sua relação com pessoas, com a propriedade e com as idéias ou crenças, a mera imposição de um padrão, coletivo ou de outra ordem, é contraproducente. &lt;br /&gt;Para se tornar efetiva a imposição de um novo padrão, requer-se a chamada ação das massas. Mas o novo padrão é invenção de uns poucos indivíduos, sendo a ' massa ' hipnotizada pelos mais novos chavões, pelas promessas de uma nova Utopia. A ' massa ' é a mesma de antes, só que agora tem novos dirigentes, novas frases, novos sacerdotes, novas doutrinas. Essa 'massa ' é formada por vós e por mim, é composta de indivíduos; a massa é fictícia, é um termo conveniente ao jogo do explorador e do político. Os muitos são impelidos à ação, à guerra, etc., pelos poucos; e os poucos representam os desejos e os impulsos dos muitos. É a transformação do indivíduo que tem a máxima importância, mas não de acordo com um padrão qualquer. Os padrões condicionam sempre, e uma entidade condicionada está sempre em conflito, dentro em si mesma e, por conseguinte, com a sociedade. É relativamente fácil adotar um novo padrão de condicionamento, para substituir o velho; mas quanto ao indivíduo libertar-se de todos os condicionamentos, isso é coisa muito diferente. &lt;br /&gt;Nossa moral atual está baseada no passado ou no futuro, no tradicional ou no que 'deveria ser’. O que 'deveria ser' é o ideal, em oposição ao que 'foi’; é o futuro em conflito com o passado. A não-violência é o ideal, o que 'deveria ser'; e o que 'foi' é a violência. O que 'foi' “projeta" o que 'deveria ser' ; o ideal é de " fabricação doméstica " , sendo "projetado" pelo seu próprio oposto - o real. A antítese é o prolongamento da tese; o oposto contém o elemento do oposto respectivo. Sendo violenta, a mente projeta o seu oposto, o ideal de não-violência. Diz-se que o ideal ajuda a dominar seu oposto; mas é exato? O ideal não é uma maneira de evitar, fugir ao que 'foi' ou ao que 'é'‘é’? O conflito entre o real e o ideal é evidentemente um meio de adiar a compreensão do real, e esse conflito apenas cria outro problema, que ajuda a esconder o problema imediato. O ideal é uma maravilhosa e respeitável fuga do real. O ideal da não-violência, tal como o da Utopia coletiva, é fictício; o ideal, o que 'deveria ser' , ajuda a esconder e a evitar 'o que é ' . A luta pelo ideal é busca de recompensa. Podeis abster-vos de buscar recompensas mundanas, achando tal desejo estúpido e primitivo, como de fato é; mas a vossa luta pelo ideal representa uma busca de recompensa, num plano diferente, o que é igualmente estúpido. O ideal é uma compensação, um estado fictício conjurado pela mente. Sendo violenta, "separatista" e ambiciosa, a mente projeta uma compensação agradável, a ficção a que chama ideal, Utopia, ou futuro, e se esforça em vão para alcançá-la. Esse próprio esforço representa conflito, mas é também uma maneira conveniente de adiar a compreensão do real. O ideal, o que 'deveria ser’, não ajuda a compreender 'o que é '; pelo contrário, impede-lhe a compreensão. &lt;br /&gt;A compreensão de 'o que é ' só se torna possível quando o ideal, o que 'deveria ser’, foi apagado da mente ; isto é, quando o falso foi percebido como falso. Para se compreender o real, é preciso estar em comunhão direta com ele; não pode existir relação com ele, através da cortina do ideal ou através da cortina do passado, da tradição, da experiência. Estar livre da maneira errada de começar é o único problema. Isto significa, com efeito, que se precisa compreender o condicionamento, que é a mente. Compreender a mente, que é o movimento da vida, é compreender as dores e prazeres, a ilusão e a claridade, a arrogância e afetação de humildade. É estar cônscio do desejo e do medo. &lt;br /&gt;Só no espelho das relações pode a mente ser compreendida, e deveis começar por olhar-vos nesse espelho. &lt;br /&gt;( Reflexões Sobre a Vida - Págs. 93 a 96 ( partes) - Edit. Cultrix ) &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;Em meio a tanta confusão e sofrimento, é essencial encontrar um entendimento criativo de nós mesmos, pois sem ele nenhum relacionamento é possível. Somente através do pensar correto pode haver entendimento. Nem líderes, nem um novo conjunto de valores, nem um projeto pode produzir este entendimento criativo; somente através do nosso próprio esforço correto pode haver entendimento correto. &lt;br /&gt;Como é possível então encontrar este entendimento essencial? De onde começaremos a descobrir o que é real, o que é verdadeiro, em toda essa conflagração (Conflagração da segunda guerra mundial.), confusão e miséria? Não é importante descobrirmos por nós mesmos como pensar corretamente sobre a guerra e a paz, sobre a condição econômica e social. sobre nosso relacionamento com os nossos companheiros? &lt;br /&gt;Certamente existe uma diferença entre o pensar correto e o pensamento correto e condicionado. Podemos ser capazes de produzir em nós mesmos pensamento correto imitativamente, mas tal pensamento não é o pensar correto. O pensamento correto e condicionado é não-criativo. Mas quando soubermos como pensar corretamente por nós mesmos - que é ser vivo, dinâmico - então é possível produzir uma cultura nova e mais feliz. &lt;br /&gt;Gostaria de, durante estas palestras, desenvolver o que me parece ser o processo do pensar correto, para que cada um de nós seja realmente criativo - e não meramente fechado em uma série de idéias e preconceitos. &lt;br /&gt;Como vamos então começar a descobrir por nós mesmos o que é o pensar correto? Sem o pensar correto não é possível a felicidade. Sem o pensar correto, nossas ações, nosso comportamento, nossos afetos, não têm base. O pensar correto não é para ser descoberto através dos livros, através do assistir a umas poucas palestras, ou por escutar meramente algumas idéias de pessoas sobre o que é o pensar correto. O pensar correto é para ser descoberto por nós mesmos através de nós mesmos. O pensar correto vem com o autoconhecimento. Sem autoconhecimento não existe pensar correto. Sem conhecer-se a si mesmo, o que você pensa e o que sente não pode ser verdadeiro. A raiz de todo entendimento encontra-se no entendimento de si mesmo. Se você pode descobrir quais são as causas de seu pensamento-sentimento, e a partir desta descoberta, saber como pensar-sentir, então existe o começo do entendimento. Sem conhecer-se a si mesmo, a acumulação de idéias, a aceitação de crenças e teorias não têm base. Sem conhecer-se a si mesmo, você sempre será pego na incerteza, dependendo do humor, das circunstâncias. Sem entender-se a si mesmo completamente, você não pode pensar corretamente. Com certeza isto é óbvio. &lt;br /&gt;Se eu não sei quais são os meus motivos, minhas intenções, meu "background" (fundo), meus pensamentos-sentimentos particulares, como é que posso concordar ou discordar de outra pessoa? Como posso avaliar ou estabelecer minha relação com outra pessoa? Como posso descobrir qualquer coisa da vida se não conheço a mim mesmo? E conhecer a mim mesmo é uma tarefa enorme, que requer observação constante, uma vigilância meditativa. &lt;br /&gt;Esta é nossa primeira tarefa, mesmo antes do problema da guerra e da paz, dos conflitos econômicos e sociais, da morte e da imortalidade. Estas questões vão surgir, elas hão de surgir, mas na descoberta de nós mesmos, no entendimento de nós mesmos, estas questões serão respondidas corretamente. Assim, aqueles que são realmente sérios nestas questões devem começar por eles mesmos, a fim de entender o mundo do qual são uma parte. Sem entender-se a si mesmo você não pode entender o todo. &lt;br /&gt;O autoconhecimento é o começo da sabedoria. É cultivado pela busca individual de si mesmo. Não estou colocando o indivíduo em oposição à massa (ao coletivo). Eles não são antíteses. Você, o indivíduo, é a massa, é o resultado da massa. Em nós, como você vai descobrir se entrar nisto profundamente, se encontra a multiplicidade e o particular. É como um córrego que está constantemente fluindo, deixando pequenos redemoinhos, e a estes redemoinhos chamamos de individualidade, mas eles são o resultado desse constante fluxo de água. Seus pensamentos-sentimentos, aquelas atividades mentais-emocionais, não são o resultado do passado, do que chamamos a multiplicidade? Você não tem pensamentos-sentimentos similares aos do seu vizinho? Assim, quando falo de indivíduo, não o estou colocando em oposição à massa, ao coletivo. Ao contrário, quero remover este antagonismo. Este antagonismo que coloca em oposição a massa e você, indivíduo, cria confusão e conflito, crueldade e miséria. Mas se pudermos entender como o indivíduo, você, é parte do todo, não apenas misticamente, mas realmente, então nos libertaremos de modo feliz e espontâneo, da maior parte do desejo de competir, de ter sucesso, de iludir, de oprimir, de ser cruel, ou de se tomar um seguidor ou um líder. Então veremos o problema da existência de modo diferente. E é importante entender isto profundamente. Enquanto nos virmos como indivíduos, separados do todo, competindo, obstruindo, em oposição, sacrificando o coletivo pelo particular, ou sacrificando o particular pelo coletivo, todos aqueles problemas que surgem deste conflitante antagonismo não terão solução feliz e duradoura, pois são o resultado do pensar-sentir incorreto. &lt;br /&gt;Agora, quando falo sobre o indivíduo, não o estou colocando em oposição à massa. O que eu sou? Sou um resultado - sou o resultado do passado, de inúmeras camadas do passado, de uma série de causas-efeitos. E como posso estar em oposição ao todo, ao passado, quando sou o resultado daquilo tudo? Se eu, que sou a massa (o coletivo), se não entender a mim mesmo, não apenas entender o que está fora da minha pele, objetivamente, mas subjetivamente, dentro da pele, como posso entender outra pessoa, o mundo? Entender a si mesmo requer desapego amável e tolerante. Se você não entender a si mesmo, não entenderá nada mais. Pode ter grandes ideais, crenças e fórmulas, mas elas não terão realidade. Serão enganos. Assim, você deve conhecer-se a si mesmo para entender o presente - e através do presente, o passado. Do presente conhecido, as camadas escondidas do passado são descobertas, e esta descoberta é libertadora e criativa. Entender a nós mesmos requer um estudo objetivo, amável, desapaixonado de nós próprios - nós próprios sendo o organismo como um todo, nosso corpo, nossos sentimentos, nossos pensamentos. Eles não estão separados, mas interligados. É somente quando entendemos o organismo como um todo que podemos ir além - e podemos descobrir coisas mais adiante, maiores, mais vastas. Mas sem este entendimento primário, sem colocar o alicerce correto para o pensar correto, não podemos prosseguir para alturas maiores. &lt;br /&gt;Torna-se essencial produzir em cada um de nós a capacidade de descobrir o que é verdadeiro, pois o que é descoberto é libertador, criativo. Pois o que é descoberto é verdadeiro. Ou seja, se meramente nos conformarmos a um padrão do que deveríamos ser, ou ceder a um anseio, isso produz certos resultados conflitantes, confusos. Mas no processo do nosso estudo de nós mesmos, estamos numa viagem de autodescoberta, o que traz alegria. Existe uma certeza no pensar-sentir negativo em vez do pensar-sentir positivo. De uma maneira positiva supomos o que somos, ou cultivamos positivamente nossas idéias em relação a outras pessoas, ou em relação a nossas próprias formulações. E, portanto, dependemos de autoridade, de circunstâncias, esperando com isto estabelecer uma série de idéias e ações positivas. Ao passo que se você examina, verá que existe concordância na negação; existe certeza no pensar negativo, que é a mais alta forma de pensar. Uma vez que você descobre a negação verdadeira e a concordância na negação, então pode construir mais adiante no positivo. &lt;br /&gt;A descoberta que reside no autoconhecimento é árdua, pois o começo e o fim estão em nós. Buscar felicidade, amor, esperança fora de nós leva à ilusão, ao sofrimento; encontrar felicidade, paz, alegria dentro (de nós) requer autoconhecimento. Somos escravos das pressões imediatas e exigências do mundo, e somos desviados por tudo isso e dissipamos nossas energias em tudo isso, e assim temos pouco tempo para estudar a nós mesmos. Estarmos profundamente cientes de nossos motivos, de nossos desejos de alcançar, de vir-a-ser, exige constante atenção interna. Sem o entendimento de nós mesmos, mecanismos superficiais de reforma social e econômica, mesmo que necessários e benéficos, não irão produzir unidade no mundo, mas somente maior confusão e miséria. &lt;br /&gt;Muitos de nós pensamos que a reforma econômica de uma ou outra forma vai trazer paz ao mundo; ou que a reforma social, ou uma religião especializada conquistando todas as outras vai trazer felicidade ao homem. Acredito que haja algo como oitocentas ou mais seitas religiosas neste país, cada uma competindo, fazendo proselitismo. Vocês pensam que uma religião competitiva vai trazer paz, unidade e felicidade à humanidade? Pensam que qualquer religião especializada seja o Hinduísmo, o Budismo ou o Cristianismo, vai trazer paz? Ou devemos colocar de lado todas as religiões especializadas e descobrir a realidade por nós mesmos? Quando vemos o mundo explodido por bombas e sentimos os horrores que estão acontecendo nele; quando o mundo está fragmentado por religiões, nacionalidades, raças e ideologias separadas, qual é a resposta a tudo isso? Não podemos apenas continuar vivendo uma vida curta e morrendo - e esperar que algum bem, advenha disso. Nós não podemos deixar isso para os outros - trazer felicidade e paz à humanidade, pois a humanidade é nós mesmos, cada um de nós. Aonde se encontra a solução, senão em nós mesmos? Descobrir a resposta real requer profundo pensamento-sentimento e poucos de nós estão dispostos a resolver essa miséria. Se cada um de nós considerar esse problema como jorrando de dentro - e não ser meramente conduzido nessa confusão e miséria pavorosa, então iremos encontrar uma resposta simples e direta. &lt;br /&gt;No estudo e, assim, no entendimento de nós mesmos, virá claridade e ordem. E só pode haver claridade no autoconhecimento, que nutre o pensar correto. O pensar correto vem antes da ação correta. Se nos tornarmos conscientes de nós mesmos e assim cultivarmos o autoconhecimento de onde jorra o pensar correto, então criaremos um espelho em nós que refletirá, sem distorções, todos os nossos pensamentos-sentimentos. &lt;br /&gt;Estar assim autoconscientes é extremamente difícil, já que nossas mentes estão acostumadas a divagar e a estar distraídas. Suas divagações, suas distorções são de seu próprio interesse, suas próprias criações. No entendimento disto - e não meramente colocando isto de lado - vem o autoconhecimento e o pensar correto. É apenas por inclusão e não por exclusão, não por aprovação ou condenação ou comparação, que vem o entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(AUTOCONHECIMENTO-Palestra de Krishnamurti em Ojai, Califórnia, EUA, 1944 ) &lt;br /&gt;________________________________________A essência do Ensinamento de Krishnamurti, está contida na declaração que fez em 1929, quando disse: ' A verdade, é uma terra sem caminho'. Os homens dela não se podem aproximar por qualquer organização, por qualquer credo, por qualquer dogma, sacerdote, ou ritual, nem por qualquer conhecimento filosófico ou técnica psicológica. Ele, (o homem) tem de encontrar a verdade através do espelho das relações, através do percebimento do conteúdo da sua própria psique, pela observação, e não por qualquer dissecação intelectual e analítica! O homem construiu em si mesmo imagens, como uma cerca de segurança - imagens religiosas, políticas, pessoais. Estas manifestam-se como símbolos, idéias, crenças. A carga destas imagens domina o pensamento do homem, as suas relações e a sua vida diária. Estas imagens são a causa real dos problemas, pois dividem o homem do homem. A sua percepção da vida está "enformada" nestes conceitos, já estabelecidos na sua mente. Este conteúdo é comum a toda a humanidade. A "individualidade", é o nome, a forma e a cultura superficial que ele adquire pela tradição e pelo ambiente. A unicidade do homem não se encontra na superficial, mas sim na completa liberdade do conteúdo da sua consciência, que é comum a toda a humanidade. Ele não é, portanto, um "indivíduo" . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presente foi escrita pelo próprio Jiddu Krishnamurti, em 21 de Outubro de 1980, na qual ele sumarisa os Ensinamentos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" A liberdade não é uma reação; a liberdade não é uma escolha. É pretensão do homem achar, que, porque ele tem escolha, é livre. A liberdade, é pura observação sem direção, sem medo de castigo ou recompensa. A liberdade é sem motivo; a liberdade não se encontra no fim da evolução do homem, mas está presente desde o primeiro passo da sua existência. Na observação, apercebemo-nos da falta de liberdade. A liberdade é encontrada na consciência sem escolha da nossa existência e atividades diárias. O pensamento é tempo. O pensamento nasce da experiência e do conhecimento que são inseparáveis do tempo e do passado. O tempo, é o inimigo psicológico do homem. Sendo as nossas ações baseadas no conhecimento, portanto, no tempo, o homem é sempre um escravo do passado. O pensamento é sempre limitado, daí vivermos em constante conflito e luta. Não existe evolução psicológica. &lt;br /&gt;Quando o homem se tornar consciente do movimento dos seus próprios pensamentos, ele aperceber-se-á da divisão existente entre o pensador e o pensado, entre o observador e o observado, entre o experimentador e o experimentado. Ele descobrirá que esta divisão é uma ilusão. Então, existirá apenas pura observação, que é interior, sem qualquer sombra do passado ou do tempo. Este vazio temporal interior, provoca uma mutação profunda e radical na mente. &lt;br /&gt;A negação total é a essência do positivo. Quando existe a negação de todas as coisas trazidas à psique, pelo pensamento, só então existe amor, que é compaixão e inteligência. “&lt;br /&gt;________________________________________O ponto de partida de nossos diálogos foi a questão : " Qual é o futuro da humanidade? " &lt;br /&gt;Estes diálogos constituem uma investigação série desse problema e, à medida que prosseguiam, emergiam muitos dos temas básicos dos ensinamentos de Krishnamurti. Assim, a questão do futuro da humanidade parece, à primeira vista, implicar que uma solução deve, de um modo fundamental, envolver o tempo. Todavia, como salienta Krishnamurti, o tempo psicológico, ou o 'vir-a-ser' , é a verdadeira origem da corrente destruidora que está pondo em risco o futuro da humanidade. Questionar o tempo desse modo significa, porém, questionar a suficiência do pensamento e do conhecimento enquanto meios de se lidar com esse problema. Mas se o conhecimento e o pensamento não são suficientes, o que é, de fato, necessário? Isso, por sua vez, leva à questão de se a mente é limitada pelo cérebro humano, com todo o conhecimento que ele acumulou através dos séculos. O cérebro parece estar irremediavelmente preso nas malhas desse conhecimento, que hoje nos condiciona tão profundamente e que deu origem àquilo que, de fato, é um programa irracional e autodestruidor. Se a mente encontra-se limitada por esse estado do cérebro, então o futuro da humanidade deve ser, realmente, muito sombrio. &lt;br /&gt;No entanto, Krishnamurti não considera tais limitações inevitáveis. Ao contrário, ele salienta que a mente é essencialmente livre da tendência deformante inerente ao condicionamento do cérebro e que, através do discernimento que se origina na própria atenção não direcionada, destituída de um centro, ela pode alterar as células do cérebro e remover o condicionamento destrutivo. Neste caso, a existência desse tipo de atenção torna-se de importância crucial e devemos, portanto, dedicar a essa questão a mesma intensidade de energia que geralmente dedicamos a outras atividades da vida que realmente são de interesse vital para nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Bohm &lt;br /&gt;(O Futuro da Humanidade - págs. 9 e 10 (partes do prefácio) - Diálogos entre Krishnamurti e o físico David Bohm - Edit. Cultrix ; do original 'The Ending of Time' publicado com o título 'Diálogos entre J. Krishnamurti e David Bohm' pela Edit. Cultrix,1989 ) &lt;br /&gt;________________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-7936372764267257116?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/7936372764267257116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=7936372764267257116' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7936372764267257116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7936372764267257116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2010/03/o-individuo-e-sociedade-j-krishnamurti.html' title='- O Indivíduo e a Sociedade - J, Krishnamurti'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-7162390724452302736</id><published>2010-03-22T20:06:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T20:12:44.161-07:00</updated><title type='text'>Trecho do livro A eternidade Agora</title><content type='html'>Trecho do livro A eternidade Agora&lt;br /&gt;FRANCIS LUCILLE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução livre: Sw Sunder Svarupo  andresvarupo@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho flashes desse estado em momentos de quietude, depois eu vou para o trabalho e encontro-me em um ambiente o qual não é nem real nem pacifico e minha serenidade imediatamente desaparece. Como eu posso manter minha equanimidade permanentemente?&lt;br /&gt;Tudo que aparece na consciência não é outra coisa senão consciência, seus colegas de trabalho, seus clientes, seus superiores, absolutamente tudo, incluindo as premissas, o mobiliário e o equipamento. Primeiro entenda isso intelectualmente, depois verifique que isso é assim. Não permaneça nesse limbo. Essa imensidão espera por você bem aqui, nesse exato momento. Uma vez que já se tenha travado conhecimento com essa presença e tendo provado da harmonia que permeia as aparências, deixe as percepções do mundo exterior e as sensações de seu corpo desdobrarem-se livremente em sua consciência de boas vindas, até o momento em que o fundo de plenitude se revele espontaneamente.&lt;br /&gt;Esta mudança de perspectiva é análoga àquilo que permite um súbito reconhecimento de uma face angélica em uma arvore, em uma daquelas gravuras do inicio do século vinte que tanto deleita as crianças. Primeiro só vemos a arvore, depois informados por uma indicação sob a pintura de que há um anjo escondido lá, nós começamos um exame minucioso da folhagem até que finalmente vemos o anjo o qual sempre esteve ali diante de nossos olhos. O importante é saber que há um anjo, onde ele está escondido e ter experimentado uma vez o processo através do qual a arvore paulatinamente perde sua forma até o ponto onde as linhas da qual a aparição é composta começam a surgir como tal e então se recompor para revelar o segredo da imagem para nós. Uma vez realizado esse trajeto, a subseqüente repetição do processo fica cada vez mais fácil até que conseguimos ver o anjo e a arvore simultaneamente, por assim dizer. Do mesmo modo, uma vez que nossa verdadeira natureza tenha sido reconhecida, as distinções remanescentes entre ignorância e lucidez tornam-se progressivamente nulas e revelam a realidade fundamental do ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-7162390724452302736?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/7162390724452302736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=7162390724452302736' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7162390724452302736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7162390724452302736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2010/03/trecho-do-livro-eternidade-agora.html' title='Trecho do livro A eternidade Agora'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3012298071263651346</id><published>2010-03-22T20:01:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T20:05:30.775-07:00</updated><title type='text'>SEM PONTO DE REFERENCIA</title><content type='html'>SEM PONTO DE REFERENCIA&lt;br /&gt;      Gilbert Schultz&lt;br /&gt;Tradução livre de Swami Sunder Svarupo –  andresvarupo@hotmail.com ________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas paginas são compostas de respostas a questões e comentários.&lt;br /&gt;O material está usualmente apontando de forma incansável para nossa natureza verdadeira – além dos confins das fronteiras conceituais na quais a mente usualmente se embaralha. &lt;br /&gt;O ponto dessas paginas não é conduzir a mente em infindáveis conceituações, mas sim, abri-la para a presente evidencia -  reconhecer o único fato do qual você pode estar absolutamente certo: ‘O fato de seu ser’ (de seu existir). Estar conscientemente atento de estar consciente enquanto as várias atividades da mente continuam é um elemento chave. Contudo, a descrição disso é muitas vezes enganadora devido à natureza das crenças errôneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS NOTAS&lt;br /&gt; Quando a mente não consegue encontrar nenhuma palavra para descrever esse imediato experienciar – então uma quietude para além da conceituação ‘aparece’ como uma ‘sensação’ viva de expansão, tão sutil como o próprio espaço.&lt;br /&gt;Esta ‘seitude’ infinitamente sutil é o que eu sou. O que eu sou está de fato além dessa sutileza e como esse ‘além’, não há nada - nenhuma coisa. O que pode ser reconhecido é que tudo o que aparece Naquilo é também AQUILO, Não Coisa. Este inteiro reino da aparência, da mais grosseira à ‘infinitamente sutil’ se ‘registra’ NAQUILO que está além de toda sutileza. Palavras não podem descrevê-la – elas podem apenas ‘apontar’.&lt;br /&gt;Essa atividade imediata de SABER é inegável e não há necessidade de afirmá-la nem possibilidade de negá-la. Alguém poderia dizer: que existe apenas uma presença conhecedora, a qual inclui o saber de que não há nenhum ‘você’ aqui que saiba/conheça o que quer que seja.&lt;br /&gt;Ela é simplesmente essa clara e imaculada ‘presença’. Foi dito o bastante. Exceto talvez isso: à luz dessa revelação deve ficar óbvio que qualquer um que venha a implicar que ELE está pessoalmente iluminado – não é senão uma óbvia farsa mental não convincente – instantaneamente reconhecida pelo que é, e é desbancada sem demora.&lt;br /&gt;O estado natural não é o ‘MIM’. O ‘MIM’ é uma estória, perpetuada por uma crença não questionada em ser esse ‘mim’.&lt;br /&gt;No puro ver não há nenhum ‘mim’. O ‘mim’ é uma estória, perpetuada por uma crença não questionada em ser esse ‘mim’.&lt;br /&gt;No puro ver não há nenhum ‘mim’ que possa barrar o caminho. O ‘mim’ só entra em ‘cena’ uma vez que a mente comece a traduzir o factual em uma descrição, em palavras, etc. Permaneça como essa facticidade, como puro VER – não seja nada além DO VER. Assim se reconhece que o que tudo, todas as coisas são uma aparência nesse VER. Portanto como ‘uma aparição’ pode tocar o que você é ou causar-lhe algum mal seja do jeito que for? Só se houver uma crença na aparição é que ela ‘aparentemente’ se torna uma ameaça ao que você é – contudo o que você é não pode ser ameaçado ou atingido. A essência que você é, é o que alguns chamam “o espírito imortal e sem medo”.&lt;br /&gt;Uma vez quebrada a desconfortável ‘zona de conforto’ da crença de ser o ‘pequeno mim’ então um senso de liberdade imparcial ‘aparece’ espontaneamente – mas essa ‘aparência’ não é uma miragem, como o mim – ela é estado natural surgindo para fora do manto da mente - entretanto ela nunca foi realmente coberta pelo conteúdo da mente. Nossa essência verdadeira reconhece essa abertura natural de ser livre no momento – não é um ‘você’ ou um ‘mim’ que reconhece isso ou qualquer outro senão o VER. O ‘mim’ não pode  VER. O ‘mim’ é não-reconhecimento. VER está acontecendo e há apenas um VER acontecendo. Por que trazer um ‘mim’ para dentro disso? Ele é uma limitação desnecessária e uma crença não-questionada apenas.&lt;br /&gt;VER não está acontecendo por meio de nenhum conceito. Puro ver é desligado de conceitos. Todos os conceitos apenas aparecem e desparecem. Qualquer que seja o ‘sentido’ que a mente tente fazer de uma aparência (qualquer sentido que a mente queira dar a alguma aparição), só pode ser ‘mais aparência, mais conceitos. O ‘mim’ (e o não - mim) é o conceito mãe. Assim, abandone todos os conceitos e VEJA. Então não há qualquer necessidade de ‘fazer sentido’ na mente velha. Novas revelações se descortinarão naturalmente sem a ‘distorção ou preconceitos do ‘mim’. “Nós” estamos tão habituados a acreditar que o ‘mim’ e as traduções (descrições) da mente são a realidade que quando nos é solicitado para VER sem palavras, conceitos ou imagens ou memórias, isso parece uma tarefa impossível. Ainda assim, simplesmente note que VER está acontecendo ‘todo o tempo’.&lt;br /&gt;O estado natural é sem palavras – ela estava lá muito antes de você aprender qualquer palavra – ela estava lá muito antes de você aprender qualquer palavra e permanece sempre presente - ainda assim, nós usualmente o ignoramos, em preferência a um punhado de conceitos e postulações teóricas aprendidas, etc. Ver e conhecer não são crenças – eles são diretos e imediatos. Você não precisa que nenhum guru olhe fixo nos seus olhos para que o VER comece a acontecer. VER (conhecer/saber) é a base de tudo o que você SABE (ou conhece).&lt;br /&gt;Todos os ‘nossos problemas’ estão em uma esfera conceitual. Um conceito é um conceito – se você não pode ver a verdade desse simples fato, então a mente continuará sempre e sempre até que esse fato seja reconhecido. &lt;br /&gt;Para quem isso importa? Nós sempre personalizamos isso e essa atividade sutil e nem tão sutil assim, perdura sem ser notada, então perdemos o ponto essencial. Sem reconhecimento, tudo o que nos resta são argumentos e a proteção das crenças às quais nos agarramos como se a própria vida dependesse disso. &lt;br /&gt;Alguém em algum lugar ‘escutará’ o que está sendo apontado – mas o VER além dos conceitos é a experiência chave – para todos. Ele é indescritível, contudo alguns de nós tentamos descrevê-lo em tantas palavras.&lt;br /&gt;O coração e cabeça são ambos aparências na imaculada natureza da clara consciência. VEJA isso por si mesmo. Você não pode tomar a palavra de outros, porque isso deixa tudo na esfera da crença. Comece pelo fato de que você SABE que você É (existe). Que crença é necessária para saber isso?&lt;br /&gt;A inteligência está ‘fazendo’ tudo desde o modo como uma gota de água se comporta ou o oceano e suas inumeráveis moléculas – desde o modo como um planeta se move ao redor de uma estrela ao modo como uma pena em queda lentamente se assenta no chão. Aquele que está aparentemente ‘ligado’ a qualquer fenômeno pelo pensamento, também é feito de pensamento. Nada está separado como ‘algo’ distinto de qualquer outra ‘coisa’ e o conceito de estar relacionado é apenas um conceito inconveniente. Quem o possui? Onde está a fronteira da posse?&lt;br /&gt;Nada está verdadeiramente separado DAQUILO que sabe de tudo (coisa alguma está separada realmente daquilo que as conhece a todas).&lt;br /&gt;O que você pode separar DO SABER DAQUILO QUE É CONHECIDO? (do ver daquilo que é visto?)&lt;br /&gt;Onde ‘você’ coloca a ‘si mesmo’ em tudo isso?&lt;br /&gt;Comece pelo fato de que você é ESSE SABER (VER) – um sem um segundo. Se você começa em qualquer outro ponto, então só pode ser de um conceito e isso é coisa mental – coisa mental não tem nenhum SER. Assim você pode detectar que é impossível chegar à realidade de algum modo começando por um conceito – isso é apenas acréscimo de mais e mais conceitos – mas quem é esse que pensa que ele pensa?&lt;br /&gt;Investigue – você é a inteligência – não tome qualquer resposta ou conceito como verdade – negue-o, até que reste apenas um saber nu. Assim, como esse saber, ninguém e nada pode desviá-lo do SABER, ou convencê-lo de coisa alguma que já não seja óbvio.&lt;br /&gt;O ponto não tão sutil – ainda que não seja reconhecido por muitos é que o “eu sou” é uma verbalização de SER.&lt;br /&gt;O ser não é palavras – as palavras saem do ser – elas meramente representam o SER. O ser puro, nu, é anterior à linguagem, mesmo logicamente – você só aprendeu as palavras cerca de dois anos após o nascimento do corpo. O estado natural é sem palavras, ainda que palavras sejam expressas através dele.&lt;br /&gt;Agora, esse ponto vai direto à essência da questão porque tantos não compreendem o que está sendo mostrado. Incompreensão só pode ocorrer na mente. Pura compreensão é traduzida por meio de conceitos e crenças baseadas em valores presumidos e ‘pessoas’ crêem que elas são o personagem central, o “conhecedor” – e mesmo quando eles dizem que não acreditam no personagem. Não se trata de uma questão de crença.&lt;br /&gt;Você “sabe”, ou mais especificamente, existe SABER e essa atividade de SABER (de tomar conhecimento) não está em nenhum dos outros padrões que aparecem.&lt;br /&gt;O que você sabe sobre essa atividade não é uma aparência? É tudo aparência – ad infinitum. &lt;br /&gt;O SABER nunca aparece como algo específico – é tudo aparência, sem exceção. &lt;br /&gt;No VER PURO, não existe mal entendido – tudo é visto e compreendido antes que a mente o traduza. As palavras vêm “depois”.&lt;br /&gt;Opiniões são feitas de idéias e palavras. Crenças são construtos na mente e elas parecem formar hábitos de crença. &lt;br /&gt;Qualquer insight básico que possa ocorrer é na verdade instantâneo e sem palavras. Um insight pode ser um padrão que é reconhecido ou a revelação do vazio das coisas. A mente então “mais tarde” os traduz em palavras e idéias, por associação, associações que são todas ‘memória’ (passado).&lt;br /&gt;É um desafio considerar que você nunca teve um pensamento original, mesmo que você acredite que teve. Ao contrário se poderia dizer que todos os pensamentos são originais, sem exceção. Seus pensamentos não são?&lt;br /&gt;Pensamentos são impessoais, mas há muitos pensamentos que ‘tornamos’ pessoais quase instantaneamente por força do hábito. Isso é feito pelo simples referenciar-se a um ‘mim’, uma entidade que está ‘presa’ aos pensamentos, então os pensamentos parecem ser claramente sem preconceitos ou apego. A preconcepção habitual é o ponto de referencia chamado de ‘eu’ (ou mim). O saber (a atividade de tomar ciência, vir a conhecer) imediato e claro, ele próprio, é sem palavras (existe sem palavras). O hábito da mente é traduzir eventos e experiências em algo pessoal, e isso é reduzido à medida que a freqüência maior dessa visão aberta de PURO SABER se revela.&lt;br /&gt;Uma vez que você compreenda os princípios básicos de algo, se pode ver que tudo o mais tem relação com aquele princípio básico – aqui é o mesmo caso.&lt;br /&gt;O fator central é o “SABER” (a atividade de saber - “KNOWING”). Tudo é o SABER – seja isso tomado como correto ou incorreto, certo ou errado, pela mente de hábito.&lt;br /&gt;A sutileza desse fator básico de “SABER” permanece indescritível – ainda assim tão logo isso verdadeiramente “CHEGUE EM CASA” o senso de ser ‘limitado’ se vaporiza e se pode ver e saber que tudo está vibrantemente ‘vivo’ como REALIDADE – mesmo assim tudo ainda aparece como eventos e experiências ‘no tempo’ ou ‘mente’(Cortar lenha, carregar água). O que é notável e, contudo não é notado por muitos é que, essa consciência nua não é sujeita ao tempo e não está surgindo da mente nem se passando através da mente – e não é pessoal. “Nós” temos tantos problemas porque personalizamos tudo (tornamos tudo pessoal, tudo como tendo relação com a minha pessoa) e nos trancamos em um reino mental de tempo e infindável conceitualização. A prisão do SELF é prisão conceitual. Tão logo ela pareça predominar (apareça como predominante) sobre o ser natural (a sê-itude, a naturalidade de ser), as visões claras, “parecem” obstruídas – ainda que nada realmente obstrua a consciência. Um grão de poeira não obscurece uma janela aberta.&lt;br /&gt;Quando Nisargadatta diz, “você não é o corpo nem a mente” ele não está apenas dizendo palavras ‘sábias’ ou qualquer clichê.&lt;br /&gt;Se você não é o corpo e não é a mente, então o que resta?&lt;br /&gt;“Pessoas” passam muito rápido sobre tais ‘apontamentos’ – porque elas vão ao cerne da questão e isso não bate com os seus conhecimentos espirituais personalizados e muitas vezes pretensiosos. &lt;br /&gt;Eu diria: permaneça como essa “sendo-idade” – beeingness – esse estado de estar sendo), o qual tem sido chamado simplesmente de ‘eu sou’. O impulso para fazer isso vem da ‘pessoa’ que você deve acreditar que é. Isso é sempre espontâneo e inesperado. Ele é a ressonância DE SER (estar sendo); é inteligência alem de tudo o que a mente tenha acesso habitualmente. Não é possível descrevê-lo tão bem, porque ele é sem palavras – contudo você o conhece mais intimamente que qualquer outra coisa. Ele é sem forma – ele é o que você é – invisível e intocável para o que quer que ele pareça ser.&lt;br /&gt;Ele é o ser verdadeiro – atemporal, universal e ilimitado. Essas não são palavras “bacanas” – elas apontam diretamente ao que você é – (todos são isso).&lt;br /&gt;Um hábito pode ser quebrado – por que ele é impotente e temporalmente limitado e o intemporal permanece autoevidente e é a potencia. Um hábito é um padrão de repetição. O que você é verdadeiramente nunca repete a si mesmo – ele é sempre fresco e sempre agora. Repetição é a aparição (aparência) de fenômenos mutáveis. O que você é, é um sem um segundo.&lt;br /&gt;Não há nenhuma ‘pessoa’ autorealizada.&lt;br /&gt;O TODO está autorealizando a cada momento, simplesmente do jeito que ele é.&lt;br /&gt;O percebido aparece no VER (no estar vendo). O percebedor é apenas uma aparência também (ele apenas ‘parece’ existir, ele apenas aparece).&lt;br /&gt;Permaneça quieto ‘como’ o VER – ele é o que você É.&lt;br /&gt;A identificação em ser o corpo, o ‘mim’, é um fator errôneo.&lt;br /&gt;Esse ver nu é a profundidade, a qual atravessa toda escuridão. Ele pode trazer à tona um estado sem palavras e sem pensamentos. Ele parecerá retroceder à medida que os pensamentos reaparecem – contudo ele não desaparece.&lt;br /&gt;Os pensamentos aparecem nele. Como o espelho – tudo o que estamos vendo é o espelho – os reflexos são o espelho – ainda assim o espelho é difícil de ser visto (reconhecido) a menos que se o examine bem de perto.&lt;br /&gt;O chão de SER é esse VER, CONHECER. Ele é o experienciar ininterrupto. Não há nenhum ‘experienciador’ exceto como uma aparência, uma estória na mente.&lt;br /&gt;A mente, ela mesma é apenas um rótulo. Este conhecimento é transparente, e é de fato nada mais que o ESTAR SABENDO (knowing).&lt;br /&gt;Uma vez reexperienciado completamente, não pode jamais ser esquecido.&lt;br /&gt;Um ‘homem’ pode sentir-se como se estivesse na parte mais fechada da floresta, onde as arvores estão a 3 pés de distancia uma das outras – ele pode sentir-se aprisionado, perdido. Ele pode notar alguma luz extra em uma direção particular (algo pode ressonar nele – um brilho de reconhecimento). À medida que ele se move pela floresta (no tempo), em direção à luz, as arvores se distanciam. As coisas tornam-se mais claras e a claustrofobia diminui. As arvores eventualmente tornam-se esparsas e então ele alcança o campo de visão claro e aberto onde nada obscurece sua visão.... caminhando em frente ele se encontra em um deserto, sozinho. No deserto há muito pouco com o qual se identificar – poucos objetos aos quais se apegar – nenhum conforto habitual, etc.&lt;br /&gt;Em nenhum momento ao longo de toda a sua ‘jornada’ através da ‘relativa paisagem que se desdobra’ a claridade de visão é de fato obscurecida. Nossa verdadeira essência é algumas vezes chamada de consciência do tipo espaço.&lt;br /&gt;Nada de fato obscurece a consciência. Tudo se registra claramente, tudo, inclusive o que a mente interpreta como bom e mal.&lt;br /&gt;A floresta e o deserto ambos aparecem nessa consciência tipo espaço.&lt;br /&gt;Cada ‘passo’ toma lugar no presente, a realidade do AGORA e o conceito de ‘tempo’ também está aparecendo na ‘consciência do tipo espaço’.&lt;br /&gt;Realizar a própria natureza não depende de se estar fora da floresta. Realiza-se que tudo, sem uma única exceção, aparece no que eu sou.&lt;br /&gt;Muitos obstáculos podem desaparecer em um instante – o ‘fantasma’ daqueles padrões de crença podem ficar ao redor, mas eles não exercem mais nenhum interesse.&lt;br /&gt;Parece que a mente não será convencida pelo mero ‘apontar’ ou ouvir dizer. Deve haver um interesse genuíno. No instante de reconhecimento de nossa verdadeira natureza ou o que alguns chamam de ‘liberação do self’ todos os obstáculos se desvanecem. A mente não é o inimigo – mas certamente ajuda se ela for um amigo – um amigo não resiste ou luta contra você. No centro de nosso ser existe uma inteligência brilhante e ela se espalha através do ser uma vez que as dúvidas e as crenças errôneas são vistas. As limitações habituais são retiradas.&lt;br /&gt;Parece levar tempo e parecerá durar para sempre na medida em que se indulge na resistência ao que é verdadeiro. É o ‘mim’ que resiste. O que você realmente é, o que eu verdadeiramente sou não está resistindo – ele ajudará muito mais eficientemente na medida em que você abandone a fixação com o ser um ‘mim’. A estória de ‘mim’ traz algum conforto da estória sobre ‘isso leva tempo’ e se você investe nessa estória, ela vai durar para sempre. O insight direto é imediato e fora do tempo.&lt;br /&gt; Saber não surge de nenhuma coisa. &lt;br /&gt;Todas as coisas simplesmente aparecem no saber.&lt;br /&gt;Saber é verdadeiramente tudo o que está acontecendo. Você pode perguntar “como você sabe disso?” Eu respondo, “como você sabe o que quer que seja?”&lt;br /&gt;Aquele ‘você’ é apenas ‘uma aparência’. Abandone-o e VEJA o que acontece.&lt;br /&gt; O ‘mim’ é um pensamento. Um pensamento é uma vibração, energia, um movimento, um padrão aparecendo. A energia da crença aparentemente dá a esses padrões uma aparente ‘vida separada’. Tudo isso está bem – e não é ‘um problema’ – mas alguém acredita que esse padrão que está aparecendo é o que eu sou então isso é onde na maioria das vezes ele se torna um ‘problema’ porque tão logo algo confronte esse padrão, e eles certamente parecerão ser confrontados, então essa situação é tênue. Se essa ‘imagem’ de ‘mim’ vibra em um padrão ‘negativo’, então a aparência de sofrimento ou pontos de referencia conflitantes na mente drenam a energia para uma batalha. Isso ‘cria’ ou ‘causa’ que emoções conflitivas apareçam. Mas uma vez que esse ‘mim’ tenha sido reconhecido claramente, ele não pode ser acreditado mais – e assim o conflito ou batalha não tem nenhuma ‘forma’ à qual se prender. Isso é extremamente simples - mas a maioria não acreditará que é simples – eles PENSAM que o ‘conhecem’ como sendo muito complexo e como uma situação quase inescapável. Mas como eu digo, o caminho de saída não é jamais através do sistema de crenças. O ÚNICO ‘caminho’ é através do SABER. &lt;br /&gt;Saber sempre demolirá as crenças simplesmente porque TODAS as crenças NÃO são o FACTUAL. SABER é a facticidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A luz do saber brilha através da mascara. &lt;br /&gt;Nada JAMAIS obscurece a consciência.&lt;br /&gt;VEJA que isso é assim – bem agora.&lt;br /&gt;O mendigo desvanece; a imagem dos buscadores se dissolve dentro da névoa mortiça da mente.&lt;br /&gt;O derramar chegou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Copyright Gilbert Schultz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3012298071263651346?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3012298071263651346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3012298071263651346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3012298071263651346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3012298071263651346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2010/03/sem-ponto-de-referencia.html' title='SEM PONTO DE REFERENCIA'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-5963856935378500342</id><published>2010-03-22T19:54:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T19:57:53.147-07:00</updated><title type='text'>Nenhuma Mudança, Nenhuma Oposição Annette Nibley</title><content type='html'>Há liberdade total agora. É isso, sem mudar qualquer coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sua mente vai para, “eu quero saber isso, eu quero saber como se sente isso, eu quero ter mais do que um insight ocasional, eu quero liberdade total durante todo o tempo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o que você quer é mudar as coisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há liberdade total agora, sem mudar qualquer coisa. Já é assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles pensamentos girando dentro de sua cabeça, relativos a alguma entidade que pensa que tem interesse próprio, são essa liberdade também. Nada precisa mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você diz, “mas parece eu.  Eu simplesmente não posso ver isso como pensamentos que não tenham relação comigo. Eu tomo isso como pessoal. Eu não posso fazer nada.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você está sendo simplesmente opositor. Você está tão acostumado a se opor a tudo que tornou-se habitual opor-se a isso também. Como seria se você simplesmente tentasse não se opor por enquanto? O que custa tentar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas concorde, ao invés de se opor: Existe liberdade total agora, sem mudar qualquer coisa. Então você diz, “Mas opor-se é a forma de descobrir a verdade; de outro modo estamos apenas aceitando em boa fé. Temos que nos opor para descobrir a verdade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não estou dizendo para você ter fé em tudo. Olhe agora e veja de que a oposição é feita. É ela de fato uma busca pela verdade? Ou é apenas ruído mental, um monte de nada? O que a oposição pode de fato te ensinar? Se você encontra algo verdadeiro, você simplesmente não se oporá a ele também? Apenas concorde, para ser diferente. Veja o que acontece. Eu não estou dizendo “tenha fé – estou dizendo para de lutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há liberdade total agora. É assim sem mudar nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há total liberdade mas nenhuma mudança. Nada muda. Tudo é totalmente livre, todo o tempo. Tudo o que parece diferente não mudou; ainda é liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há total liberdade, mas nenhuma oposição. Nada oposto a liberdade existe. Não existe nenhuma oposição dentro da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma mudança, nenhuma oposição. Apenas isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é liberdade total. Isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-5963856935378500342?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/5963856935378500342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=5963856935378500342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5963856935378500342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5963856935378500342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2010/03/nenhuma-mudanca-nenhuma-oposicao.html' title='Nenhuma Mudança, Nenhuma Oposição Annette Nibley'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-7659988083098096228</id><published>2010-03-22T19:49:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T19:53:59.158-07:00</updated><title type='text'>DIALOGOS - Jean Pierre Gomez</title><content type='html'>JEAN PIERRE GOMEZ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Q: Quando vc usa a antiga analogia de consciência do tipo espaço, para o que você realmente está apontando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os antigos Santos e Sábios usaram a analogia de consciência tipo espaço por algumas boas razões, primeiro de tudo é que tudo que percebemos está contido no espaço, onde quer que você vá existe espaço e ele é infinito. Ele não é uma coisa que a mente possa captar. Ele é sempre intocado e imutável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os objetos precisam de espaço para estar presentes, para aparecerem; espaço é sempre primário, o fundo imutável onde todos os objetos aparecem. Com a Atenção pura ou consciência, ele é o mesmo principio, todo objeto e cada coisa está contida na sempre presente e imutável atenção pura; ela é sempre intocada pelo tempo e pelas coisas como um espelho é sempre intocado pelos objetos que são refletidos nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menos que alguém aponte para nós que aquele espaço é realmente a primeira coisa que vemos, quando abrimos nossos olhos, e que tudo aparece nesse espaço imutável. Podemos nunca notar que espaço é a coisa primária que vemos. Para a maioria das pessoas o foco está apenas no conteúdo do espaço, os objeto e movimentos aparecendo nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com pura consciência de presença é o mesmo, a menos que alguém venha e nos aponte o obvio, podemos passar nossa vida inteira focando nos objetos e movimentos na imutável e sempre presente Atenção que nós somos. Ela é o primordial, ela é imutável. Todos os objetos, formas, moldes, imagens, pensamentos, sentimentos, emoções etc... Eles todos aparecem e desaparecem na imutável presença de consciência. Simplesmente como todos os objetos aparecem e desaparecem todo o dia no imutável espaço dentro de nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente note o que está sempre presente como sua verdadeira natureza, a imutável presença de consciência que é o sempre real e imutável você. Isso é o que você realmente é. Todos os assim chamados maus e bons pensamentos ou sentimentos dolorosos são sempre reconhecidos e registrados na presença de consciência que você é. Você está sempre consciente do que surge em você, seja os pensamentos agradáveis ou os pensamentos perturbadores ou sentimentos, você sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo aparece e desaparece naquela imutável presença que é tão familiar, o verdadeiro voe ou seu estado natural. Realize ou note que aquilo está consciente e vivo, aquilo é a presença viva obvia ou apura consciência para a qual eu estou apontando. Ela não é uma coisa ou um objeto par ser pego, simplesmente o reconhecimento de sua familiar presença de ser, ou vivicidade, a presença da existência. A pura presença cognitiva e registradora, a inteligência viva ou Consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua verdadeira natureza está sempre presente como um sol sempre brilhante, como o céu imutável ou o espaço que não se pode tocar ou agarrar. Ele é a comum e cotidiana presença de existência primaria que ilumina o mundo, que você vê através de seus olhos exatamente agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você poderia estar consciente de qualquer coisa dentro ou de você sem que seu estado de ser ou sua Consciência/Atenção estivesse presente primeiro? Você tem que estar consciente para quer qualquer coisa seja registrada por você. Você é aquela consciência ou despertude ordinária. Aquilo é sua natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como espaço é primordial/primário para que os objetos apareçam nele (dentro ou sobre ele), sem aquela presença primaria de vivicidade ou pura ‘despertude’, você não poderia ter qualquer coisa surgindo em você e sendo percebida por você. Você tem que estar presente e consciente, vivo e desperto para que algo possa ser registrado e para que isso apareça para você como isso ou aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é difícil notar a presença familiar e imutável que você realmente é, sua natureza verdadeira ou Estado Natural. Ela está sempre alerta (acordada) de tudo, como uma câmara de vídeo ela está registrando tudo o que aparece e desaparece sem pensar sobre isso. Sua verdadeira natureza é esse registrar de todos os emergentes pensamentos, sentimentos, sons, imagens, etc... Isso é simples, ordinário, tão familiar que a menos que isso lhe seja apontado, ele é facilmente perdido ou ‘desapercebido’. Contudo isso é o real e imutável você, nada mais que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já é aquela presença imutável de existência ou ‘despertude’, como espaço você não pode jamais separar a si mesmo da pura presença de consciência, ‘despertude’, ou seja, de seu verdadeiro ser. Pause os pensamentos por um instante e note que você permanece como aquela obvia e ‘incompreensível’ percepção pura, aquela atenção registradora ou existência.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realize nesse instante que você já está em casa e sempre esteve em casa. Você não pode ser nada alem daquela pura consciência de presença ou pura consciência. Aquilo é o que você é verdadeiramente, essa obvia e familiar presença ou essa imutável atenção tipo espaço que você é primariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não caia na armadilha de tentar se tornar no tempo algo especial ou extraordinário, essa é a armadilha da mente. Isso é o que impede de reconhecer a ordinariedade do que você verdadeiramente é. Abandone todas as idéias errôneas adquiridas e crenças que você tem, todas elas fruto de anos de falso condicionamento, simplesmente abandone-as já e desnude-se mentalmente do passado morto, de memórias mortas, de crenças mortas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realize que todas as crenças e condicionamentos que você aceitou como verdadeiras durante anos são apenas conhecimento adquirido de outros. Ele apenas parece existir em suas memórias, no passado, no tempo, em pensamentos. Dispa-se mentalmente para o sempre novo e sempre fresco momento de existência, do agora, que é a realidade ou o seu verdadeiro momento de existência, não há nenhum outro momento de existência alem do agora. Pare de  procurar ou a buscar fora de si mesmo no tempo por algo diferente ou algo a mais a ser adquirido além daquela presença ordinária que você é e sempre foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreenda que apenas a falsa crença no mundo ilusório, dualístico e continuamente mutável é que o mantém na sensação de perda do você verdadeiro e imutável; assim como o olho não pode ver a si mesmo, você não pode negar que existe uma presença viva de Atenção/Consciência vendo através de seus olhos. Você não é cego! Existe um ver puro ou um perceber o mundo que está acontecendo sem nenhum esforço, durante todo o dia. Você é aquela presença viva, aquela  Atenção-inteligente percebedora. Aquela ordinária e cotidiana presença de Atenção/consciência que está registrando tudo de forma natural e sem esforço e olhando através de seus olhos exatamente agora, nesse instante. Aquela é sua verdadeira natureza de Ver (Ver é sua natureza).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreenda, você já é totalmente inteiro, completo, essa é a verdade sobre você. Nunca existiu um ‘mim’ separado ou uma entidade individual tocando o show, que tenha qualquer poder de fazer algo por sua conta. Não há nenhuma entidade chamada “mim”,  “eu”,   mente ou ego que exista de fato, nem mesmo por um segundo, separada de sua verdadeira natureza. Sua verdadeira natureza é o único e verdadeiro poder da existência, e está sempre com você agora. Ela está vivendo sua vida por você, funcionando e desenvolvendo seu corpo a cada momento, sutilmente e sem esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De novo, isso é tão obvio para você, tão sem esforço. Sua natureza verdadeira está vendo através de seus olhos exatamente agora, escutando através de seus ouvidos, sentindo através de seu corpo, todos os seus pensamentos e emoção&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-7659988083098096228?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/7659988083098096228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=7659988083098096228' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7659988083098096228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7659988083098096228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2010/03/dialogos-jean-pierre-gomez.html' title='DIALOGOS - Jean Pierre Gomez'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3272552455716898246</id><published>2009-10-18T11:46:00.000-07:00</published><updated>2009-10-18T11:48:31.120-07:00</updated><title type='text'>Contemplando a Natureza da Experiencia</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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 &lt;/span&gt;O TECIDO DA EXPERIENCIA&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                           &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Presença, você, eu, é a testemunha e a substancia de toda experiência. E como não há nada além da experiência, Presença é tudo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Como testemunha ela é Saber/Conhecer (vir a saber, conhecer, tomar conhecimento, tomar ciência, cognizar, tomar consciência). Como substancia ela é Ser (estar sendo, existindo).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Mas Saber/Conhecer e Ser não são dois aspectos distintos de Presença. Eles são um. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Presença Sabe/Conhece qualquer coisa Sendo aquela coisa. E Presença É uma coisa, Conhecendo essa coisa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Isso é o que eu sou.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Essa identidade de estar conhecendo e de estar sendo é nossa mais direta e intima experiência. Na realidade isso é tudo o que se possa vir a experienciar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Ela é conhecida como Amor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Essa Presença é; e ela está presente. Se ela não fosse, e não estivesse presente, ela não seria Presença.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Nós, isso é, essa Presença, alguma vez experienciou ausência de Presença?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O que estaria presente para conhecer essa ausência?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Nós, isso é, presença, não pode conhecer sua própria ausência, por que ela teria que estar presente naquele conhecer, como aquele conhecer. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não há jamais, uma experiência de ausência de Presença.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Dentro de que a Presença desapareceria? Dentro daquilo que é não-existente?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Como poderia aquilo que é, desaparecer em ou tornar-se, aquilo que não é?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;E de que apareceria a Presença, em primeiro lugar? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Se Presença não estivesse presente, o que estaria (existiria)?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não-existencia? Mas não-existencia não pode Ser.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Portanto não-existencia é não-existente. Só Presença é.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;E se Presença é sempre-presente e tudo é essa Presença, pode alguma coisa desaparecer?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Uma não-coisa jamais deixa de ser porque não-coisa jamais vem à existência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;A substancia ou o ser (o estar sendo) de todo aparente objeto é unicamente Presença, e Presente é sempre.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Há somente uma substância, substancial, imutável, não-misteriosa, sempre conhecida, sempre experienciada, que jamais deixa de ser.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;É essa substancia una (única), que toma a forma de todas as aparências sem jamais ser ou tornar-se nada além de si mesma. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;que quer que seja conhecido é o conhecer da Presença conhecendo a si mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O que quer que seja é Presença conhecendo a si mesma, sendo si mesma e amando a si mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Presença não pode deixar de conhecer a si mesma ou de ser si mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Mesmo em profunda ignorância, Presença está conhecendo e sendo si mesma. Ela é, ela é em amor consigo mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Portanto não há nenhuma ignorância real.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não existe nenhum esquecer. Não há nenhum relembrar. Não há nenhum perder ou encontrar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Presença jamais é velada de si mesma, e portanto não há nenhum desvelar da Realidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não há nenhuma auto-realização porque tudo o que é real em qualquer experiência já é o self.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Não há qualquer iluminação, pois Presença é já e eternamente a luz que ilumina a si mesma. Ela é aquilo no qual, através do qual e como o qual todas as aparentes coisas que são conhecidas, são conhecidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não há qualquer despertar porque Presença já é sempre desperta em si mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Como poderia algo ser conhecido se ele é não-conhecido?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Vendo claramente que ele é sempre conhecido?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Aquilo que é não conhecido não é conhecível. /e aquilo que é conhecido é sempre conhecido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Assim todo movimento ou progresso é sempre do conhecer para o conhecer, o qual não é nenhum movimento ou progresso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Aqui mesmo, essas palavras e qualquer outra coisa que esteja sendo experienciada nesse momento, são conhecidas, mas não há nenhuma outra substancia para essa experiência senão seu conhecer. (o tomar conhecimento dela). Isso é, seu estar sendo, sua substancia, é seu conhecimento, seu saber de si mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não há nenhum conhecedor dessa experiência e nada que seja conhecido. Há apenas o saber dela, o qual é simultaneamente &lt;i style=""&gt;idêntico a&lt;/i&gt; (&lt;i style=""&gt;o mesmo que)&lt;/i&gt; ser essa experiência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;E essa identidade de saber e ser é conhecida como amor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O amor é o tecido dessa e de toda experiência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Se isso não está claro, o que está escrito parecerá complexo, teórico e abstrato.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Contudo, se isso é obvio, isso é obvio, e o que está escrito aqui será visto como um modo simples de descrever a realidade da experiência, mesmo dentro do limitado espaço da linguagem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 177pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 177pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 177pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: -4.05pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: -4.05pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;O QUE EXPERIENCIAMOS?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O que é a experiencia de um objeto?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Tomo por exemplo uma arvore. Quando olhamos para uma arvore experimentamos uma percepção visual. Essa percepção nunca é apenas de uma arvore. A aparente arvore é sempre parte de uma percepção mais ampla que inclui o campo, o céu, outras arvores, etc. E essa própria experiencia está inclusa em uma experiencia maior que pode conter pensamentos, imagens e sensações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Assim a idéia de uma “arvore” refere-se a ‘algo’ que nunca é experienciado como tal. Nós nunca experienciamos a arvore como ela é concebida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O conceito “arvore” é uma abstração que é superimposta sobre a realidade da própria experiência, seja essa realidade o que for. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não temos nenhuma duvida de que ‘algo’ ao qual nos referimos como ‘arvore’ está sendo experienciado, mas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;o conceito ‘arvore’ não descreve aquele ‘algo’.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Desvestidos da interpretação que a mente superimpõem sobre a própria experiencia, somos deixados com uma percepção visual.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O que não é assim tão imediatamente óbvio é que essa própria percepção visual também é superimposta sobre aquele ‘algo’ pelas faculdades perceptivas, os sentidos, ainda que ela (a percepção visual) seja em certo sentido, ‘mais próxima’ dele.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;A arvore vê a si mesma? Saberia a arvore que ela é uma árvore?&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A árvore afirma ser uma árvore?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Quem diz que ela é uma árvore? É a mente apenas que faz essa afirmação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;A arvore ela própria, tem qualquer qualidade visual inerente que seja independente dos sentidos? Não.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Ver pertence aos sentidos, não á arvore. Cada um dos sentidos impõe sua própria característica, sobre o objeto experienciado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Sabemos isso por experiencia própria porque ver persiste quando a arvore está ausente, por exemplo quando vemos um carro; contudo a percepção visual da arvore não persiste quando o ver está ausente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;As qualidades visuais da arvore de fato, pertencem aos sentidos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Portanto o ver existe naquilo que vê, seja Isso o que for, e não naquilo que é visto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O visto existe no ver.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Contudo não temos nenhuma dúvida de que existe ‘algo’ para haver nossa experiencia da arvore. O que é esse ‘algo’?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Qual é a realidade da arvore quando ela é despida de ambos, a superimposição conceitual da mente e a superimposição perceptiva dos sentidos? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O que quer que isso seja, isso está&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;indubitavelmente presente e&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;contudo não tem quaisquer qualidades objetivas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O que quer que isso seja, isso também está sendo experienciado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O que é em nossa própria experiencia, que está indubitavelmente presente e ainda assim não tem nenhuma qualidade objetiva?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Isso é Consciência, nosso Ser.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Assim, é nossa experiencia intima e direta que a Realidade da arvore é idêntica à Realidade de nosso ser, Consciência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Não há duas coisas, um vidente e um visto em nossa experiencia real. A Realidade do vidente e a realidade do visto é uma substancia única e essa substancia é nosso ser, Consciência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Desse modo tomamos o objeto, como se ele estivesse de volta dentro de nosso ser. De fato, o objeto nunca deixou nosso ser. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Nós vemos que isso é nosso ser, Consciência, o qual toma a forma do ver para tornar-se o mundo visual, que toma a forma do escutar para tornar-se um som, que toma a forma do gosto para tornar-se um sabor que toma a forma do cheirar para tornar-se um cheiro e que toma a forma do tocar para tornar-se uma textura.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;E assim fazendo, isso nunca se transforma em nada que não seja si mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;End&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;- pág 25 On Essays of Contemplating the Nature of Experience.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Presença só conhece Si mesma&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;Em minhas contemplações durante a vida diária eu sou empurrado para fora da Auto –Identificação pela auto sabotagem ou medo, dúvida, e pensamentos pessimistas. Eu estava pensando, como você aconselharia a transcendência&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;desse obstáculo?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O verdadeiro Ser não precisa se identificar consigo mesmo para ser ele mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Identificação é sempre a identificação do verdadeiro Ser (Presença que sabe ou Consciência) com um objeto, que é com o corpo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Identificação significa ‘ser um com’ ou ‘o mesmo que’. Auto-identificação significa ‘aquilo com o qual o Ser (Presença ou Consciência) é idêntico. ’&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Realmente o Ser é apenas idêntico a si mesmo, somente um consigo mesmo. Não há mais nada presente com o qual ele pudesse ser idêntico. Não há ‘duas coisas’. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;É apenas um pensamento que parece identificar o verdadeiro Ser, Presença que Sabe ou Consciência com &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;um fragmento, que é o corpo e a partir disso parecendo ter se tornado uma entidade separada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Presença Sabedora ou Consciência é o fato primário de nossa experiencia. Ela é aquilo no qual toda a experiencia acontece e ultimamente, aquilo a partir do qual toda experiencia é feita,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Dentro dessa Presença que Sabe ou Consciência (e feito de nada alem dessa Presença Sabedora ou Consciência) uma sensação corporal aparece. Essa sensação é seguida de um pensamento (o qual também aparece em e é feito de nada mais do que essa Presença) e o pensamento torna-se ‘eu’ Presença Sabedora, sou essa sensação corporal’.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Com esse pensamento a Presença Sabedora ou consciência torna-se identificada com uma sensação corporal e como resultado, o ‘eu sou’ que é inerente a ela torna-se ‘eu sou o corpo’.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Contudo, essa identificação com um corpo apenas parece acontecer. Presença Sabedora ou consciência apenas parece tornar-se identificada com o corpo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Alem disso, esse ‘corpo’ com o qual Presença Sabedora parece estar exclusivamente identificada, não é nada alem de um pensamento, uma imagem e uma sensação, aparecendo dentro da Presença Sabedora e feita de nada mais do que Presença Sabedora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Portanto não há nada mais presente na aparente experiencia do corpo do que Presença Conhecedora, com a qual a Presença Conhecedora pudesse se identificar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Com essa aparente identificação da Presença ou Consciência com o corpo, uma nova entidade é criada. Essa nova entidade parece ser ambos, consciente (porque Consciência é parte daquele composto ‘Consciência/corpo) e limitada (porque o corpo, também parte dessa nova entidade composta, é limitado).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Como resultado dessa associação exclusiva da Consciência com uma sensação limitada, Consciência parece tornar-se limitada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Em outras palavras Consciência parece tomar as propriedades da sensação corporal (limitada) e o corpo parece tomar as propriedades da Consciência (Saber, experienciar, presença, ‘eu-ismo’, ‘sou-ismo’).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Desse modo a Consciência, o verdadeiro ‘eu’ torna-se exclusivamente misturado com um corpo e parece, como resultado, ter se tornado uma entidade pessoal que é dotada com Consciência e Ser. Ela torna-se o sabedor pessoal, o sentidor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Resumindo as qualidades de não-limitude e impessoalidade da Presença Conhecedora ou Consciência são apropriadas pela entidade imaginariamente separada e torna-se o que convencionalmente chamamos de ‘eu mesmo’, que é, o ‘eu’ pessoal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Esse ‘eu’ pessoal parece estar investido com todas as qualidades que a Consciência possui que é Consciência de estar sendo ou Presença. Em outras palavras o ‘eu’ pessoal pensa e sente que ele é consciente e presente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Porem o eu pessoal não é nada mais que o pensamento que o pensa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Tendo dito isso, vamos olhar de novo o sentimento de ser ‘empurrado para fora da Identificação do Ser pela auto-sabotagem ou medo, dúvida e pensamentos pessimistas’.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Quem é esse que é empurrado para fora da Identificação com o Ser?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Presença Conhecedora, Consciência, você, nós, ‘eu’, nunca é empurrado para fora de nada. Ele é sempre e apenas ele mesmo. Ele sempre conhece apenas si mesmo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Presença Sabedora, parece ter se tornado uma entidade pessoal quando ela vela (cobre com um véu) sua verdadeira natureza &lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;de si mesma com essa identificação exclusiva com o corpo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Essa aparente identificação é trazida a tona pelo pensar e é consubstancializada pelas sensações no corpo que parecem confirmar a crença de que ela, Presença, é uma entidade pessoal.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;(final pág 26)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Contudo, essa entidade aparente é apenas uma crença, uma interpretação que é adicionada a uma sensação corporal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;A própria Presença nunca está realmente identificada ou desidentificada com coisa alguma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Então tudo o que se necessita é compreensão ou visão clara.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;O ‘eu’ individual, nunca é empurrado para fora da Auto-Identificação porque o ‘eu’ individual é não-existente como tal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Só existe o verdadeiro ‘eu’, o verdadeiro Ser, Presença Conhecedora ou Consciência, e ela é sempre apenas ela mesma. Não há nenhum outro alem de si mesma. Ela é ‘Um-sem-um-segundo’.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Veja claramente que não há nada a ser transcendido e nenhum obstáculo para ser vencido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Se medo, duvida e pensamentos pessimistas surgem, veja claramente que eles estão baseados no pressuposto de que ‘eu’, nós, Consciência, somos essa entidade limitada. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;É essa entidade separada que é amedrontadora, duvidosa e pessimista. Contudo, uma vez que se veja claramente que não somos essa entidade limitada, separada, que essa entidade separada, limitada não é existente como tal, que essa é simplesmente uma ideia que surge no ‘eu’ real, o que acontece a esse medo, duvida e pessimismo?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Medo, dúvida e pessimismo acontecem na inadvertência. Eles não podem manter-se se vistos claramente. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.05pt 0.0001pt -27pt; text-align: justify;"&gt;Essa entidade fictícia se dissolve na luz clara da compreensão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 18pt 0.0001pt -45pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3272552455716898246?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3272552455716898246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3272552455716898246' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3272552455716898246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3272552455716898246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2009/10/contemplando-natureza-da-experiencia.html' title='Contemplando a Natureza da Experiencia'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-618532991675598522</id><published>2008-12-21T16:02:00.000-08:00</published><updated>2009-10-15T17:06:44.343-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;&lt;em&gt;"Eu estou presente e desperto. Isso não é uma situação - isso é um fato sempre presente. A qualidade de consciencia não pode ser localizada, em nenhum lugar específico, em nenhuma condição e em nenhum tempo".&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ccffff;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Gilbert Schultz&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tudo é Claro e Óbvio - Uma Exploração da Presença Consciente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-618532991675598522?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/618532991675598522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=618532991675598522' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/618532991675598522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/618532991675598522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2008/12/21122008-de-gilbert-schultz-em-tudo.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3030233999091806425</id><published>2008-05-18T17:04:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:48:36.160-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Quem é você?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Entrevista com Papaji. Por Jeff Greenwald&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Tradução livre: Sw. Sunder Svarupo &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;----------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;J. Quem é você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Eu sou Aquilo de onde você, eu, ele, ela e todo o resto emergem. Eu sou Aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. O que você vê quando olha para mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. O vidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papaji, como um ser acordado como você mesmo, vê o mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Como o meu próprio Ser. Qdo vc vê suas mãos, pés, corpo, mente, sentidos, intelecto, você sabe que eles são parte de você. Você diz, “Meu”; “Eu” inclui tudo isso.” Do mesmo modo vc deve ver o mundo como você mesmo, não diferente de quem vc seja. Nesse momento você entende suas mãos, seus pés, sua unha e seu cabelo como não diferentes de você. Olhe o mundo do mesmo modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Vc está dizendo que não há um lugar onde o “Eu” termina e “você” começa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Há sim. Eu o estou levando a este lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papa, você fala sobre liberdade. O que é liberdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Liberdade é uma armadilha! Um homem que está apreso em uma jaula precisa ser livre, não é? Ele está aprisionado na jaula e sabe que as pessoas do lado de fora estão livres. Vocês estão todos em uma prisão e vocês têm ouvido falar sobre o lado de fora, através de seus pais, seus padres e pastores, professores e pregadores. “Venha a nós” eles dizem, e nós lhe daremos liberdade “. Venha a mim e eu lhe darei descanso. Esta é a promessa, mas essa é somente mais uma armadilha. Uma vez que você acredite você cai na armadilha de querer liberdade. Você devia estar fora dessas duas arapucas – nem limitação, nem liberdade – porque elas são apenas conceitos. Limitação foi um conceito que deu origem ao conceito de liberdade. Livre-se dos dois”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Então onde está você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Aqui. Aqui, sim. Aqui não é nem uma armadilha de limitação nem de liberdade. Não é lá. De fato não é nem mesmo aqui. As palavras me parecem outra grande armadilha. Todo o tempo que tenho estado aqui, as palavras tem sido inadequadas para expressar a natureza do despertar que toma lugar aqui. Elas não podem nem mesmo expressar por que as palavras são inadequadas. Eu teria que compará-las ao que é adequado e eu não posso fazer isso em palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Mas uma palavra que é muito jogada por aí no oriente e no ocidente é a palavra Iluminação. É sobre isso que você fala?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Iluminação é conhecimento em si mesmo, não conhecimento de uma pessoa, uma coisa ou uma idéia. Simplesmente conhecimento em si. Iluminação existe quando não qualquer imaginação do passado, do futuro ou mesmo do presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Eu não posso conceber um estado sem qualquer imaginação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Isso é o que se chama limitação. Isso se chama sofrimento. Isso se chama Sansara. Eu lhe digo, não imagine. Nesse presente momento, não tenha qualquer imaginação. Quando você imagina você esta construindo imagens e todas as imagens pertencem ao passado. Não recolha o passado e não aspire a qualquer futuro. Então a imaginação se vai. Ela não permanece mais na mente. Tudo na mente vem do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Quando você, diz para não pensar em nada, é como me pedir para não pensar em Hipopótamo. O primeiro pensamento que vem à mente é claro, é hipopótamo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Eu não estou pedindo a você para não pensar em nada. O que eu estou dizendo é, “não imagine coisa alguma que pertença ao passado, ao presente e ao futuro. Se você está livre de todas as imaginações, você também está livre do tempo, porque qualquer imagem o lembrará do tempo e manterá você dentro dessa janela. No estado acordado você vê imagens: de pessoas, de coisas de idéias. Quando você vai dormir, tudo isso se desvanece. Agora, quando você está dormindo, onde estão todas essas imagens? Onde estão as pessoas? Onde estão as coisas?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Em sonho essas coisas ainda estão lá. Elas não vão embora quando eu durmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Você está descrevendo o estado de sonho. Eu estou falando sobre o estado de sono. Eu lhe mostrarei. A que hora você dorme?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Por vota de 11:30 da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Pense sobre esse ultimo segundo, aquele após 11:29 minutos e cinqüenta e nove segundos. O que acontece naquele segundo final? O sexagésimo segundo pertence ao estado de sono ou ao estado de vigília?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. É uma zona intermediaria, nem aqui nem lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Agora vamos falar sobre um segundo mais tarde. O sexagésimo segundo já se foi. Agora mesmo você falou de “aqui” e “lá”. Onde é aqui e lá no primeiro instante de sono? Naquele instante, você rejeita tudo: todas as imagens, todas as coisas, todas as pessoas, todos os relacionamentos. Todas as idéias se foram naquele instante quando você saltou para dentro do sono. Após aquele sexagésimo segundo não há nenhum tempo, nenhum espaço, nenhum país. Estamos falando agora sobre sono. Agora, após você acordar, descreva para mim o que aconteceu enquanto você estava dormindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Havia sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Não sonho. Eu estou falando de sono. Sonhar é o mesmo estado que você vê aqui em frente de você. Em sonho, se você vê que um ladrão te roubou ou que um tigre saltou sobre você, você sente o mesmo medo que teria no estado desperto. O que você vê quando você dorme?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Esta é a resposta certa. Agora, por que você rejeita todas as coisas do mundo, coisas que você gosta tanto, meramente para oferecer-se para o estado de “nada”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Eu faço porque estou cansado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Para recarregar energia você vai ao reservatório de energia, aquele estado de nada. Se você não tocar aquele reservatório, o que acontecerá a você, como você ficará?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Louco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Sim. Louco. Agora eu lhe direi como permanecer continuamente naquele estado de nada, até mesmo estando estiver acordado. Eu também lhe direi como estar acordado enquanto seu corpo dorme. Isso seria bom, não é? Vamos falar sobre o fim daquele ultimo segundo antes de você acordar do sono. O despertar ainda não aconteceu e o sono está para terminar. Agora, qual é sua experiência no primeiro momento do estado desperto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Meus sentidos me chamam de volta ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Ok. Agora me diga o que acontece com a experiência de felicidade que você teve enquanto dormia? O que você trouxe das horas de “nada”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Se foi. Eu estou relaxado, revigorado.&lt;br /&gt;P. Então, você prefere a tensão do estado desperto ao invés do relaxamento do sono?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Eu tenho uma pergunta sobre isso mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Se você entender o que eu estou tentando lhe passar, você provavelmente não me fará esta próxima pergunta. Imagine que você acabou de sair do cinema após ver um show. Você vai para casa e seus amigos lhe perguntam, “como foi?” O que você responde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. “Foi um belo show”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Você pode trazer a memória das imagens para eles, mas você não trouxe nada de seu sono. Quem acordou? Quem acordou daquele estado de felicidade? Você estava feliz enquando dormia. Se não fosse um estado de felicidade, ninguém estaria desejando “boa noite” a seus bem amados antes deles irem dormir. Não importa quão perto você esteja deles você sempre diz, “boa noite, vou dormir”.&lt;br /&gt;Há algo superior, algo mais alto, algo mais belo sobre o estar só. Pergunte a si mesmo: quando eu acordo, quem acorda? Quando você acordou, você não trouxe a impressão de felicidade que você teve por seis ou sete horas de sono sem sonhos. Você só pode trazer impressões das danças que você viu em seus sonhos. Você tem que criar um novo habito, um habito que você só pode criar em Satsang. Você foi levado ao teatro por seus pais quando era um pequeno garoto. Através dessas viagens você aprendeu como descrever as impressões que seus sentidos receberam, e você também aprendeu a se deleitar com elas. Mas seus pais não puderam ensiná-lo sobre o que acontece quando você está livre dos sentidos. Isso só pode ser conhecido em Satsang, e esta é a razão de você estar aqui. Assim, eu lhe perguntarei de novo: Quando você acorda, quem acorda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. É o “eu” que acordou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Ok. O “eu” acordou. Quando o eu acorda, o passado, o presente e o futuro também acordam. Isso significa que o tempo e o espaço também acordam. E com o tempo e espaço acordam, o sol acorda, a lua acorda, as estrelas acordam, montanhas acordam. Rios acordam, florestas acordam, homens pássaros e animais todos acordam. Quando o “eu” acorda, tudo o mais acorda. Enquanto esse “eu” estava dormindo durante o estado de sono, tudo estava quieto. Se você não tocar o “eu” o qual acordou, você experienciará a felicidade do sono estando acordado. Faça isso por um único segundo, meio segundo, um quarto de um único segundo. Não toque o “eu”. O “eu” é algo que podemos viver sem. Não toque o “eu” e diga-me se você não está dormindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Está certo. Naquele instante, tudo parece como um sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Isso é chamado acordar enquanto dorme e dormir enquanto acordado. Você está sempre em felicidade, sempre acordado. Esse acordar é chamado de Conhecimento, Liberdade, Verdade. Não toque os nomes. Livre-se de todas as palavras que você já ouviu até agora de onde quer que seja. E você verá quem você realmente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. (Silencio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Agora, não durma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papaji, eu sou vizinho de uma oficina de reparo de automóveis, próximo de sua casa. Algumas vezes eu sinto que meu único impedimento ao progresso espiritual é o martelar dos mecânicos. Como podemos permanecer quietos quando os sentidos bebem continuamente do meio ambiente? Contudo, aquele é o trabalho deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Quando uma criança está aprendendo a caminhar, seus pais lhe dão ferramentas auxiliares. Quando ela cresce e aprende a caminhar, ela joga as ferramentas fora. Portanto no inicio você sente que é perturbado por ruídos quando medita, mude-se de vizinhança. Eu te aconselho a investigar a vizinhança quando você busca uma casa ou um ambiente para viver. Ela está cheia de lixo, de pessoas barulhentas, tem um mercado de peixes, um supermercado? Você deve evitar essas coisas no inicio. Você pode ir à floresta para meditar. Uma vez que você tenha aprendido a meditar você pode meditar no meio de um mercado de peixes, ou em Shalimar Crossing ou Hasrat Ganj. Uma vez que você tornou-se mestre na arte da meditação você não ouvirá ruídos. Você não ouvirá nada. Uma vez que você esteja verdadeiramente meditando você estará no mesmo estado de quando está profundamente adormecido. Porem você estará ao mesmo tempo acordado. Isso é chamado de dormir acordado. Enquanto você não aprende isso é melhor evitar vizinhanças desarmônicas. Investigue a vizinhança. Ela é mais importante até do que o apartamento. Encontre pessoas para viver junto que compartilhem da mesma modo de vida. Professores gostam de estar com professores, filósofos com filósofos, trabalhadores com trabalhadores. Mas uma vez que você aprendeu a arte da meditação, você pode fazer o que quer que você goste, onde quer que você goste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. O que é meditação para você? Muitos tipos de meditação são praticados. Muitos se baseiam na observação de fenômenos tais como a respiração, ou a entrada e saída dos pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Você não está falando de meditação, mas de concentração. Meditação só acontece quando você não está se concentrando em nenhum objeto. Se você é capaz de não trazer qualquer objeto do passado para dentro da mente então isso é chamado de meditação. Não use sua mente-isso é chamado de meditação. Se você usa sua mente para meditar então isso não é meditação, mas concentração. A mente pode somente agarrar-se a objetos do passado. Foi-lhe dito para meditar sem a mente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Isso é difícil de responder. Muitas das meditações que eu fiz lidam com a observação dos pensamentos que surgem. Mas o objetivo parecia ser um estado sem pensamento, onde nenhum pensamento surge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Sim. Isso é meditação. Quando nenhum pensamento surge é chamado de meditação. Mas pensamentos surgem inevitavelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Como lidar com os pensamentos que surgem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Eu lhe direi como lidar com eles. Acho que você precisa dedicar um tempo a isso, menor que um estalar de dedos. Esse é todo o tempo de que preciso para parar seus pensamentos. O que é um pensamento? O que é a mente? Não há nenhuma diferença entre pensamento e mente. O pensamento surge da mente e a mente é um aglomerado de pensamentos. Sem pensamentos não há mente. O que é a mente? “eu” é mente. Mente é passado. É apegar-se ao passado, presente e futuro. É apegar-se ao tempo, aos objetos. Isso é chamado de mente. Agora, de onde a mente surge? Quando o “e” surge, a mente surge, os sentidos surgem, o mundo surge. Agora, descubra de onde o “eu” surge e depois diga-me se você não está quieto. Vai, comente sobre o que está acontecendo a você agora enquanto faz isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Eu estou escutando-o falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Depois disso. Nos estávamos falando que a mente é “eu” e que a mente surge do “eu”. Quando o eu surge a mente surge. Isso é o que acontece na transição entre o sono e o despertar. Agora, descubra aquele reservatório de onde o “eu” surge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. De onde o “eu” surge? Ele é um substantivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Espere, espere. Você não acompanha. Vou repetir de novo. Se há um canal que sai de um reservatório, você pode segui-lo até o ponto onde ele sai do reservatório. Eu estou dizendo: siga o pensamento “eu” da mesma forma. De onde ele surge? Eu lhe direi como fazer isso. Como encontrar a resposta. Você não tem que boxear como Mohamed Ali para isso. É muito simples. Conhecer a si mesmo é tão simples como tocar uma pétala de rosa. Esse conhecimento, essa realização é tão simples como uma pétala de rosa em seus dedos. Não tem nada de difícil. A dificuldade começa quando você se esforça. Portanto você não prescisa fazer qualquer esforço para ir aquele reservatório o qual é a fonte do “eu”. Não faça esforço e também não pense. Rejeite o esforço e rejeite o pensamento. Quando digo rejeite o pensamento, estou dizendo para rejeitar o pensamento “eu” e qualquer tipo de esforço.&lt;br /&gt;Parece com um foguete que roça a atmosfera. Ele brilha rapidamente e depois volta a desaparecer no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. É como uma faísca repentina seguida de novo pela escuridão do “eu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Não de novo. Por que com o ‘de novo’ você tem de voltar ao passado. “De novo” é passado. Estou lhe dizendo para se livrar desse “eu”. Não faça esforço e também não pense nem mesmo por um único segundo. Até mesmo por meio segundo ou um quarto de segundo é o bastante. Meu caro e jovem Jeff, você não gastou todo esse tempo em você mesmo nos últimos trinta e cinco milhões de anos! Aqui e agora é o momento de fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Acho impossível não fazer um esforço. Há sempre um tentar. Há uma expectativa, um senso de “tentar” sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Todo esse fazer lhe foi ensinado por seus pais, pelos padres e por seus professores, por seus pregadores. Agora, fique quieto por um quarto de segundo e veja o que acontece. O fazer foi herdado de seus pais. “Faça isso, faça aquilo”. Você foi aos padres e eles lhe disseram “faça isso! Não faça aquilo”. Depois você ouviu isso da sociedade e de todo o mundo. Estou lhe dizendo para se livrar do fazer e do não fazer. Quando você indulge em fazer você está de volta ao mundo de seus pais. Você aprendeu o fazer primeiramente de sua mãe. Se você não pegasse direito sua colher ou garfo, ela lhe batia dizendo: “não faça isso”. Fazeres e não fazeres vieram primeiro de sua mãe. Depois do padre: “você tem de ir a uma igreja em particular”. Não vá à igreja de outra pessoa. Se você fizer assim, você irá para o paraíso. Se não fizer irá para o inferno. Você será um pecador.&lt;br /&gt;Eu lhe digo, livre-se de ambos, fazeres e não fazeres. Pelo menos prove disso. Você já provou do fazer. Há seis bilhões de pessoas no mundo e todas estão provando do fazer. Diga-me, qual é o resultado de todo esse fazer? Recentemente vimos o resultado desse fazer no Golfo. Também vimos três guerras. O resultado é o ódio entre os homens e um monte de morte. Ao invés disso vamos ver o que pode advir do não fazer. Não fazendo haverá amor, não ódio. Deixe esse amor florescer de novo como no tempo de Budda e Ashoka.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papaji, agora que eu o estou de chamando de Papaji, estou colocando-o em um papel de pai. Isso soa um pouco estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Esse pai está lhe dizendo: Não faça qualquer esforço. Ouça esse Papaji, pelo menos uma de suas palavras. Se você não escutar a esse Papaji, você terá muitos outros Papajis nos próximos 35 milhões de anos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Eu sou um escritor e acho muito natural escrever. Pessoas vêm a mim e pedem conselhos sobre escrever e eu lhes respondo: faça isso de forma natural. Simplesmente escreva do jeito que você fala. Não há nada mais fácil. Mas eles não conseguem. Eles precisam fazer algum esforço.&lt;br /&gt;Papaji, você despertou de forma espontânea e de uma forma completamente natural com a idade de oito anos. Porque você está tão confiante de que será tão fácil e tão natural para os outros? Passamos 35 milhões de anos tentando com muito pouco sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Eu também devo ter gastado o mesmo tempo. Eu sei disso por que me lembro de muitas das minhas vidas passadas. Budda também disse que ele passou muitas, muitas encarnações tentando acordar. Ele também as conhecia muito bem. Ele se lembrava claramente de um erro cometido a 253 encarnações atrás. Ele também tinha estado fazendo e fazendo. Você me fez uma pergunta direta. Eu não sei o que causou meu despertar. Tudo foi muito espontâneo, Eu não tinha nenhum embasamento. Eu não fazia nenhuma meditação. Eu não tinha lido um único livro sobre iluminação. Eu estava no Paquistão. Então esses livros não estavam disponíveis. Na maioria das vezes eles são escritos em Sânscrito e eu não tinha estudado Sânscrito. Eu tinha estudado apenas o Persa. Isso veio para mim, mas como, eu não sei. Talvez ele tenha me escolhido. A Verdade revela-se para uma pessoa sagrada. Eu não tinha qualquer qualificação. Eu não ainda não era educado. Eu tinha apenas oito anos de idade, estudando no segundo ano. O que eu vi então, eu continuo vendo. O que é isso? O que é isso? O que é isso? Eu estou mais e mais apaixonado por isso a cada momento que passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Toda a minha vida eu me perguntei como teria sido viver no tempo de Budda e ter se sentado a seus pés. Aqui, sentado com você, eu sinto que sei a resposta para aquela pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Você esteve com ele. Você dever ter estado com ele. De outro modo você não teria feito essas perguntas, você nunca teria vindo aqui. Que tal as outras pessoas, os outros seis bilhões de pessoas? Por que eles não vêm ao Satsang? Que tal seus vizinhos, que tal seus pais, que tal sua sociedade? Por que só você? Você foi escolhido, você foi escolhido para esse propósito. Quando você sabe, você saberá em um instante. Você saberá que nada nunca aconteceu antes e que nada acontecerá no futuro. Em um momento você pensava que estivesse aprisionado. Naquele mesmo momento você descobrirá que está livre. Naquele instante de despertar você saberá que não existe nenhuma prisão e nenhuma liberdade. Você saberá “eu sou o que sou”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papa, a mente pode auxiliar no processo de realizar a liberdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Sim. Ela pode. A mente é sua inimiga e sua amiga. Quando fixada em sentir os objetos ela é sua inimiga. Mas quando ela aspira a vir a Satsang a mesma mente é sua amiga. Ela lhe dará liberdade.&lt;br /&gt;Isso é um grande alivio por alguma razão. Quando falamos em realizar a liberdade, quem está realizando a liberdade? Esse “quem” ele mesmo está realizando a liberdade. O quem que está fazendo a pergunta é o mesmo quem que sente que este quem está aprisionado. Após ter conhecido isso, “quem” mostrará sua unicidade. “Olhe aqui, Jeff, ele dirá, eu sou o mesmo “quem”que te trouxe aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Foi São Francisco que disse: “o que você está buscando é quem está buscando”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Sim. Sim. Quando você diz simplesmente ‘Quem?‘ q-u-e-m, onde você o encontra? Diga-me. Onde? Você terá de somar algo. Somente então a resposta virá. Quem é você? Se você diz apenas “quem”, quem, então aparecerá para você? Simplesmente diga: “quem? Quem? Quem?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Eu vou começar a soar como uma coruja em um instante. Você diz que a mesma força que nos trouxe aqui cuidará de nós. Que força é essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. A força que trouxe você aqui, a força que está falando suas palavras, a força que está fazendo as perguntas, são todas a mesma força. A força agora tornou-se o questionador. A mesma força está perguntando agora. E essa mesma força está lhe respondendo: “Fique quieto!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. (balançando a cabeça) Depois de você, Papaji, eu não poderia entrevistar mais ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Do ponto de vista científico, tudo que percebemos, de uma maçã à graça pura, é o resultado de sinais neurais e processos químicos. De uma perspectiva biológica, a consciência tem uma causa física direta. Como podemos estar certos de que a consciência, atenção, o estado de acordar não é simplesmente uma reação química e de que a realização do vazio não é mais do que o aquietar das células do cérebro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. A ciência fez muito bem em suas pesquisas. Eu não tenho nenhuma disputa com a ciência. Estamos vivendo no século vinte e temos muita sorte em poder gozar dos benefícios da pesquisa cientifica. Não posso rejeitar as descobertas cientificas. Sem elas você não poderia vir da Califórnia até aqui em apenas 20 horas. Assim temos que aceitá-la. Mas, de onde vem o intelecto que faz as descobertas? Foram feitas descobertas a respeito da natureza das células do cérebro. Mas de onde essas células obtém sua energia ainda não foi descoberto. Eu espero que isso seja descoberto um dia.&lt;br /&gt;É o próprio vazio que anima essas células. Elas então enviam sinais através do corpo para os bilhões e trilhões de células no corpo as quais ativam pensamentos, o movimento límbico, os sentidos, a mente, etc. Isso é criação. No inicio havia o vazio. O vazio anima as células e as células então fazem o intelecto e a mente funcionar. Então uma vez que aja mente, o corpo, os sentidos e os objetos que eles vêem, surgem. Todas essas percepções são realizadas via células. Cada célula está dando a você uma nova encarnação. Cada célula. Por que o que você deseja, entrará diretamente dentro da célula e ficará hibernando lá. Esses desejos emergirão da célula no momento apropriado e reincarnaráo em outras células. É a célula que reencarnou e tornou-se mente. Sua pergunta foi que talvez o vazio seja apenas algo químico acontecendo no cérebro. Mas quem está consciente desse acontecimento químico? Alguma força mais elevada, uma força mais sutil do que a célula está consciente do que está acontecendo com a célula. Ela está alerta. Que força é esta?&lt;br /&gt;Graça. A alma. O contexto maior no qual todos estamos existindo em todas as formas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Ao fazer essas perguntas queria que você e todos nessa sala compreendessem que eu sinto a Graça em sua presença, Papaji. Eu não estou negando isso, eu estou simplesmente compreender e remover a dúvida. Assim minha resposta seria “Graça”. Ela soa para mim como uma força que abarca tudo, ou até mais que tudo. Algo maior que tudo. Mas isso também soa para mim como algo em que devo acreditar, algo em que devo ter fé. A fé é um pré-requisito para a liberdade? Devemos ter fé nessa força a fim de acordar para a liberdade? O que você está nos dando exige fé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. A palavra fé é usada pelos fundadores de religiões. Quando você diz fé você tem que voltar a um fundador de um conjunto de crenças particular. Fé significa seguir alguém do passado. Quando você diz fé, você dever observar sua mente indo ao passado. Diga-me qualquer instancia onde haja uma questão de fé que não pertença ao passado.&lt;br /&gt;Para mim a palavra fé está associada a religiões. Religiões mortas. A palavra o leva ao passado. Tenha fé nesse ou naquele Deus, nessa estátua ou naquela estatua. Eu não digo as crianças que estão aqui para terem fé em qualquer coisa do passado. Eu não ensino fé de modo algum. Eu ensino conhecimento e conhecimento não tem nada a ver com fé. A fé o leva para o passado e conhecimento o trás par o momento presente. Entre Atman e Graça não existe qualquer diferença. Quando você fala a palavra Atman ela não remete a nenhuma pessoa, a qualquer coisa ou a qualquer conceito. Quando você pronuncia a palavra Graça, você não deveria pensar que ela esta vindo de tal ou tal pessoa, ou uma imagem ou uma coisa. Graça é maior do que qualquer outra coisa, mais alta, mais sutil até do que o próprio espaço. De onde surge o espaço? É isso. Através da graça de quem o sol brilha? O brilho do sol é uma manifestação daquela graça. A lua na noite, a dureza da pedra, a suavidade da flor, o fluxo do rio, o movimento do ar e as ondas do oceano. O que e que move o ar? Não o movimento em si mesmo, não o movimento das ondas na superfície do oceano, eu estou falando do movimento ultimo o qual é a fonte do movimento: Isto. Esse é o mistério ultimo.&lt;br /&gt;Chame-o de mistério se você quiser. Esse mistério é chamado de Graça. Não faz diferença. É um mistério e sempre permanecerá um mistério. Esse mistério esse segredo é tão sagrado, você não será capaz de falar sobre ele. Quando eu o levei aquele lugar você não foi capaz de falar sobre ele. Se ele não fosse um mistério certamente você seria capaz de me falar sobre ele porque você me conhece. Eu não o enganaria. Você não pode me falar sobre o que estava acontecendo naquele instante porque você não podia. Ele é tão secreto que dois não podem caminhar lá nem mesmo um. Nem o corpo, nem a mente, nem mesmo o intelecto discriminativo. Isto é isto. Eu tenho tentado nos últimos sessenta anos, mas não consigo decifrar esse mistério. Eu sou um velho. Você ainda é jovem, então, por favor, fale comigo. Eu quero ver o segredo, esse mistério face a face. Eu quero beijá-lo ou beijá-la por que eu nunca vi tamanha beleza em qualquer outro lugar na face da terra. Eu estou apaixonado por alguém, mas não vejo o bem amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Como foi que eu fui acabar me sentando assim aos seus pés? Que tipo de milagre é esse que me trouxe aqui?&lt;br /&gt;P. Você chamou. É seu convite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papaji, você disse para não lermos livros sobre iluminação, pois eles criam uma pré-conceituação, uma expectativa sobre o que seja, como se sinta, o gosto do acordar ou de como ele será. I que então você espera ofertar a respeito dele nessa entrevista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Eu não recomendo que você leia qualquer livro sagrado ou livros sobre santos. Quando você lê um livro espiritual, você provavelmente gostara de alguma parte dele. E se isso acontecer você guardará isso em sua memória. Mais tarde você se sentará em meditação, buscando liberdade. Você quer ser livre e tem um conceito sobre liberdade, o qual foi adquirido dos livros que leu. Quando você meditar essa idéia pré-concebida se manifestará e você a experienciará. Você se esquece que o que você está experienciando é algo previamente estocado em sua memória. O que você obtém é uma experiência passada, não iluminação. A verdadeira experiência não é uma experiência de uma memória passada.&lt;br /&gt;A mente o engana quando você medita. A mente sempre o decepcionará e o enganará, portanto nunca dependa da mente. Se a mente quer e gosta de algo não a escute. O que quer que a mente goste, desgoste. Memória significa passado. Quando você medita você está tentando executar um plano que está em sua mente: “Eu tenho que chegar ao lugar do qual li a respeito”. Sua experiencia então será pré-planejada, e aquilo é o que você obtém, pois o que quer que a mente pense, ela manifesta.&lt;br /&gt;Quando você pensa sobre Sansara, uma manifestação surge. Esse é seu pensamento, seu desejo. Ë por isso que o mundo se manifesta. Ele parece tão real por que você tem fé em sua realidade. Uma vez que você experiencíe que a realidade está em outro lugar, você rejeitará Sansara imediatamente. Você terá uma experiencia muita nova, muito fresca. Cada momento será novo. Você não o experienciará com a mente. Então não haverá nenhuma mente, você estará sozinho. Isto e esse sozinho é chamado de “experiencia”. Eu não usarei a palavra experiencia novamente, pois todas as experiências são planejadas a partir do passado. Isso não será realmente uma experiencia, isso será uma verdadeira reunião direta. Pela primeira vez você encontrara aquilo. Você a encontrará após desnudar sua mente. Após desnudar-se de todos os conceitos da mente. Você terá que ir até lá despido. Desnude-se de tudo. Seja nu. Desnude-se até mesmo de sua nudez. Você compreende? O quarto dessa Bem Amada é tão sagrado que esse é o único modo que você pode entrar. Se você quer encontrar sua Bem Amada, vá lá. Quem o impede? Faça isso agora mesmo. É tão simples. Vestir-se toma tempo. Despir-se é muito mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Ontem você contou uma estória sobre um Mestre que estava tão absorto em meditação que não cuidava de seu filho doente. Alguém o questionou sobre responsabilidade. Eu quero lhe fazer a mesma pergunta: Liberdade significa até mesmo liberdade da responsabilidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. O homem que fez a pergunta voltou a mim novamente. Eu lhe disse que esta era a estória de um santo, sua esposa e seu filho. Eu lhe disse: você não tem qualquer relação com nenhum desses três, nem com o filho, nem com a esposa, nem com o marido. Essa é a estória de um santo e sua esposa. Você teria que se tornar o santo ou sua esposa para saber. Ou pelo menos seu filho. Então ele se calou e disse que estava satisfeito.&lt;br /&gt;A responsabilidade tem estado aí por longo tempo. Você tem uma mente e um ego que dizem: “Isso pertence a mim e aquilo pertence a ele”. É daí que a responsabilidade surge. Quem é o pai de toda a criação? Antes de você nascer esse Sansara, essa criação já estava aqui. Ela tem estado aqui já a milhões de anos. Quem tomou conta disso durante todo esse tempo? Você tem tomado conta de suas próprias responsabilidades de suas obrigações por cerca de trinta anos. Após cerca de setenta anos você não mais estará encarregado disso. Suas responsabilidades e obrigações, o range de sua tarefa não pode ser mais que cem anos. Que tal os bilhões de anos antes de você? Quem seria responsavel pelos bilhões de atividades antes de você nascer?&lt;br /&gt;Se você aceita a responsabilidade por sua família, seu filho, sua esposa, sua sociedade, seu país, e todos os outros no mundo, você tem que mudar sua mente, seu corpo, seu intelecto. Não é? Para assumir toda essa responsabilidade você necessita de três coisas: boa saúde, que significa, um bom corpo, uma boa mente, a qual significa boas intenções e compaixão. De onde você obtém essas coisas?&lt;br /&gt;De onde você obtém a energia para mover o corpo de forma a ajudar os outros fisicamente? De onde você obtém a energia para mover a mente para enviar compaixão aos outros? De onde você obtém a energia para agir?&lt;br /&gt;Ela é obtida da Graça.&lt;br /&gt;Se você sabe que está obtendo a energia da Graça, como e porque as coisas se tornam de sua própria responsabilidade? Esta lâmpada está brilhando, há luz nela. Pode a lâmpada dizer: essa é minha luz. Se eu quiser brilhar eu brilharei e se eu não quiser haverá escuridão“ ?&lt;br /&gt;A luz não vem daqui. O reservatório, a fonte dela está em algum outro lugar. Se a lâmpada diz: “Eu sou brilhante e por minha causa você enxerga”, isso será um engano, não é?&lt;br /&gt;Ela está enganada. Ela não sabe. De onde vem a corrente elétrica? De onde vem a eletricidade? Havia um engenheiro chefe que trabalhava nesse local e eu o questionei: O que é a eletricidade? Se você quebra o cabo através do qual a corrente passa para nos dar a luz, você não vê nada.&lt;br /&gt;Ele me respondeu: “Nós ainda não sabemos. De alguma forma ela funciona. A eletricidade é gerada, mas em ultima analise de onde ela vem, nós ainda não sabemos”. Nós não sabemos qual é a fonte original dessa força que flui através dos cabos.&lt;br /&gt;Quando você tem 5 anos de idade seus pais tomam conta de você. Quando você cresce e sente que apode tomar conta de si mesmo você deixa seus pais e trabalha por si mesmo. Seus pais ficam felizes quando você se torna independente. Se você tem problemas, você sempre pode voltar a eles, para ajuda e conselhos e você será sempre bem-vindo. Por que eu estou lhe dizendo isso? Há uma energia, uma graça, a qual alimenta e cuida de você. Você pode voltar a ela para sustento. Esse reservatório é a fonte de toda energia. Ele é a fonte da eletricidade e também de sua própria energia. Não se esqueça que toda sua energia vem de Atman, da Graça. Quando você se conecta com esse reservatório você tem duzentos por cento mais energia do tem agora. Volte ao seu país e veja por si mesmo.&lt;br /&gt;Quando você deixar essa Graça gerir sua vida você saberá, ‘isso está vindo da Graça. É sorte minha que eu tenha visto esta graça funcionando’. Através dela me foi dada a oportunidade de olhar por minhas crianças, minha esposa, meus parentes, meu país. Quando você funciona a partir deste lugar você tem uma nova vida. Muitas pessoas que partem daqui me dizem: ‘De onde vem toda essa energia? Estávamos sempre ocupados antes, pois trabalhamos ainda mais e nunca estamos fatigados. Agora nos sentimos mais jovens. É como se fossemos trinta anos mais jovens do que quando chegamos a Lucknow!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Então eu teria oitenta anos de idade! Uma boa idade para um despertar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Sim, sim. De outro modo você seria velho demais. É melhor que seja na infância ou na juventude.&lt;br /&gt;Na idade madura você terá responsabilidades. As crianças o atrapalharão, a sociedade o atrapalhará, as doenças o atrapalharão. O corpo, ele próprio é uma doença. É cheio de complicações. Quando você é velho, sua mente lutará com as doenças. Não será capaz de se concentrar. Haverá dificuldades mentais, problemas físicos, relacionamentos, tantas coisas! Portanto é melhor que faça isso na infância ou na juventude. Na infância é melhor, mas na juventude também está bom. Velhos também vêm aqui. Eles estarão melhores da próxima vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J . Ontem uma mulher veio ver você. Ela era um pouco mais velha que eu e parece ter tido uma esplendida visita. Quando eu a vi fiquei muito confiante, pois pensei: ‘ainda tenho tempo’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Tempo? Para que tempo? Aqui você se livra do tempo. Por que depender do tempo? Tempo é o passado. Quando você se for daqui você jogará fora o tempo. Você não precisa do tempo.&lt;br /&gt;Isso aconteceu de fato aqui. Um homem de cerca de 55 anos veio de Los Angeles, pois não estava satisfeito com seu filho que estava sempre aqui. Ele era um homem rico e queria levar seu filho de volta para trabalhar em um negocio. Ele trouxe centenas de perguntas e queria brigar comigo. Ele queria saber por que eu havia tirado seu filho. Eles alugaram ter quartos no Hotel Clarks e passou a noite lá ante de vir me ver. Na manhã seguinte seu filho o apresentou a mim. Ele se sentou à minha frente em minha casa.&lt;br /&gt;O pai disse: “Você veio a mim na noite passada. Você sentou-se na minha cama no Hotel Clarks e respondeu todas as minhas perguntas, agora eu não tenha mais nada a perguntar”.&lt;br /&gt;Ele tinha um relógio no pulso e o colocou junto a mim dizendo: ‘Eu não preciso de tempo agora’.&lt;br /&gt;Ele ficou aqui por 20 dias. Você já viu um americano sem relógio? Até mesmo quando vão para a cama eles põem um relógio sob o travesseiro. Até quando vão ao banheiro o relógio está lá. Eles são tão cuidadosos, tão pontuais, até mesmo no banheiro. Quando ele estava partindo eu lhe disse: ‘E a hora? Se você não tiver um relógio você terá que perguntar a outra pessoa.’&lt;br /&gt;Ele respondeu: ‘Não, dá na mesma. Acordar ou ir para a cama – é tudo a mesma coisa. Eu esqueci do tempo. Eu não preciso mais dele.&lt;br /&gt;Eu lhe disse: ‘Não, leve a minha hora’, e coloquei o relógio em seu pulso.&lt;br /&gt;Quando você tem tempo, a mente e todas as outras coisas, você tem que se responsabilizar por elas.&lt;br /&gt;Mas quando você conhece a beleza da não-mente, e do não-tempo, quem olhará por você? Se você confiar no poder supremo, ele tomará conta de você muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papaji, quase todos nós somos pessoas de boas posses e de paises livres. Visitar você em Lucknow é um privilégio que podemos nos permitir. Para muitas pessoas, liberdade ainda significa liberação de opressão política, de prisão, de tortura. Empecilhos externos são um impedimento à liberdade interna, e se é, você vê lugar para ativismo político no mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Circunstancias externas não são impedimento. O impedimento é o ego. Impedimentos são criados pelo ego. ‘Eu devo fazer isso’, ‘Eu não devo fazer aquilo’. Esta idéia de que você está fazendo algo é o empecilho. Se você age sem sentir que é o ator, não haverá qualquer empecilho. O poder Supremo está trabalhando através de você. Ele o guiará à medida que as circunstancias surjam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Eu passei um bom tempo trabalhando pelos direitos humanos. Pessoas em paises como Burma, Tibet estão sendo terrivelmente oprimidas. Pessoas são assassinadas ou feridas por outras que as controlam. Você diz que o próprio corpo é uma doença e que algumas vezes, na idade avançada o corpo exerce tal tirania que torna-se muito difícil o despertar. Há lugares onde as pessoas seriam mortas apenas por ir a Satsangs. Estas circunstancias externas devem ser um impedimento. E uma vez que eles sejam, deve haver uma necessidade de que outras pessoas ajam contra os opressores delas. Você mesmo fez isso nos seus vinte e tantos, se sua biografia for acurada. Como você lida com esse tipo de ação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. O mundo está se movendo na direção do desastre. Estamos nos movendo na direção da destruição da própria raça humana. As bombas atômicas e as armas químicas estão nos levando lá. Esse não é o modo de ir. Ao invés disso vamos tentar transmitir compaixão e amor para os seres humanos e todos os outros seres. Vamos tentar isso. Aqui, em Satsang estamos fazendo uma tentativa. Estamos espalhando a mensagem de paz e de amor. Espero que a mensagem se espalhe. Todos os que estão aqui são embaixadores de seus respectivos países. Eles elevarão essa mensagem para seus pais e para as outras pessoas em seus paises. O fogo se espalhará e um dia você verá o resultado. Você mesmo está indo para casa. Você falará para seu pessoal, para seus amigos e eles descobrirão o que está acontecendo. Você verá uma tremenda mudança. Estou totalmente seguro quanto a isso. Esses tempos agora estão chegando. Temos que aprender a lição ensinada pelas destruições anteriores. Ainda não nos esquecemos de Hiroshima no Japão. Ainda há pessoas sofrendo lá, não podemos esquecer.&lt;br /&gt;Devemos aprender a lição e espalhar a mensagem de amor como era feito nos tempos de Ashoka quando havia paz em todos os lugares. Não havia guerras. Ele enviou seu próprio filho e sua própria filha par o Sri Lanka, para a China e para paises do leste. Foi assim que a mensagem se espalhou. A mensagem de paz foi iniciada por um homem sentado sob a arvore bodhi. A chama do amor é muito poderosa. Uma vez acendida ela dará inicio a uma conflagração que não poderá mais ser parada. Nem mesmo por armas químicas. Simplesmente medite sozinho. Você pode fazer isso em qualquer lugar, até em seu apartamento. Você verá o resultado. Fique em silencio, envie a mensagem de paz ‘que haja paz em todo o mundo, que todos os seres vivam em paz e felizes’. Esta onda deve funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Vamos esperar que funcione.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Não esperar. Eu não acredito em esperança. Esperança tem a ver com o futuro. Vamos crer no Poder Supremo. Ele olhará pelo mundo muito bem. Ele pode trazer mudanças instantâneas. Ore para o poder Supremo: ‘Por favor, ajude-nos a estar em paz com todos os seres vivos. Por favor, nos ensine’. É muito fácil ensinar aos outros, dar conselhos aos outros. Ajude a si mesmo em primeiro lugar. Descubra você mesmo o que é a paz. Não se importe em ensinar aos outros até que você mesmo tenha aprendido o que ela é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. O que você aprendeu de todos os seus anos como professor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Eu não sou um professor. Quem lhe disse que eu sou um professor? O ensinamento de um professor é sempre do passado. Um professor é aquele que lhe diz para fazer isso e aquilo e que se você não fizer ira para o inferno. Isso é um professor. Eu não sou nem professor nem pregador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Vou refazer a pergunta: O que você aprendeu estando sentado nesse lugar em Satsang ao longo dos anos?&lt;br /&gt;P. Amor, amor, somente amor. Eu os amo (gesticula em direção ao publico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Então porque Papa, você não me ama também?&lt;br /&gt;Eu não o incluo nisso por que você é o amado. Eu os amo, e você é o amado. O que isso significa? Por que você é o Amado você está sentado perto de mim.&lt;br /&gt;(em uma entrevista mais tarde Papaji explicou o que acontece quando a pessoa senta-se perto dele em Satsang: ‘Eu as absorvo totalmente e lhes dou um assento em meu coração. Assim como o Amante dá assento em seu coração ao Amado, vocês estão sempre sentados em meu coração).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Obrigado Papa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Obrigado por vir aqui. Em meu próprio nome eu o agradeço e em nome de minhas crianças eu o agradeço de novo e de novo. Estou muito feliz com suas perguntas. Todos nós nos beneficiamos com essas perguntas. As vibrações desse Satsang não estão confinadas a esse prédio. Elas já foram transmitidas ao mundo inteiro. Você verá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Papa, você tem uma enorme emanação. Todo tipo de receptor pode receber esse sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. Nenhum receptor, nenhum sinal. Vocês não precisam de nenhum sinal. Para sinalizar você precisa de dois: um para enviar e outro para receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. É claro. Quando vou aprender?&lt;br /&gt;(silencio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. (rindo) Você está respondendo minhas perguntas agora. Você me fez tantas perguntas. Eu lhe fiz apenas uma e esta é a resposta a ela. Esse é p sinal sem sinalização. Que bonito. O que é isso? Pelo menos agora você pode me dizer. A entrevista acabou. O que é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J.(silencio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. O que é isso? O que está acontecendo dentro? O que é esse contentamento? Você pode senti-lo. Todas as células o estão curtindo. Agora você vê? Elas estão curtindo o néctar. (pegando a folha de perguntas) Eu levarei essas perguntas comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Para meu espanto, Papaji, você respondeu a todas elas. Eu pensei que houvesse algumas muito ardilosas, mas todas elas tiveram a mesma resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Copyright 1993. Avadhuta Foundation.&lt;br /&gt;Jeff Greenwald is a prolific author. His books include Mister Raja's Neighborhood: Letters from Nepal, Shopping For Buddhas, and Future Perfect: How Star Trek Conquered Planet Earth. His website is &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jeffgreenwald.com/"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;here&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;. He lives in Oakland, California.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3030233999091806425?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3030233999091806425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3030233999091806425' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3030233999091806425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3030233999091806425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2008/05/quem-voc-entrevista-com-papaji.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-5646455134776088677</id><published>2008-05-18T16:45:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:45:56.681-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;SER NÃO VEM NEM VAI, SIMPLESMENTE É&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jean Pierre Gomez&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Tradução livre: Sw Sunder Svarupo - &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:Bukosari@yahoo.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Bukosari@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt; / &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Você não pode agarrar isso. Mas também não pode negá-lo.&lt;br /&gt;Essa é a beleza disso. Quero dizer, não tente, não pegue mais que isso. Isso é simplesmente tudo que é. Você não pode dizer nada por que isso não é uma coisa, isso é uma não-coisa (nada). Isso não tem nenhum conceito, é não-conceituável.&lt;br /&gt;Consciencia de presença. Você pode apenas saber que você é. Você não pode negá-lo. Você está vivo bem agora, você sabe que está presente bem aqui e agora; você pode dizer que não sabe porque, mas você sabe que está vivo.&lt;br /&gt;Você sabe que está presente bem aqui e agora.&lt;br /&gt;Isso já é sabido.&lt;br /&gt;Esse senso de presença traduz-se através do pensamento.&lt;br /&gt;Como você traduziria esse senso de presença?&lt;br /&gt;Todos falam a respeito em todos os livros religiosos e tudo o mais: “eu sou”!&lt;br /&gt;Sabe quando você lê: Eu sou aquele eu sou, eu sou isso, sabe?&lt;br /&gt;Você também sabe que ‘eu sou Deus, eu sou Aquilo, e não: ‘eu era’ ou ‘eu serei’.&lt;br /&gt;Sempre ‘eu sou’, ‘eu sou’.&lt;br /&gt;Como você traduz esse senso de ser aqui-agora?&lt;br /&gt;O que está sempre presente com você exatamente aqui agora, nesse momento,&lt;br /&gt;sempre fresco, sempre novo, bem aqui agora? Eu sou!&lt;br /&gt;Esse senso de presença se traduz atraves do pensamento ‘eu sou’!&lt;br /&gt;Você precisa, você tem que saber; esse saber tem de estar presente lá primeiro, para você ser ou dizer “eu sou’.&lt;br /&gt;Antes de você dizer o pensamento ou a palavra ‘eu sou’, você é!&lt;br /&gt;Belo!&lt;br /&gt;Você é sempre. E isso está acontecendo sempre aqui-agora, não vem nem vai!&lt;br /&gt;Isso é muito sutil.&lt;br /&gt;Sabe de uma coisa? Por que eu uso a analogia do espaço tantas vezes?&lt;br /&gt;Isso normalmente é perdido (não é visto).&lt;br /&gt;Isso está sempre aqui.&lt;br /&gt;Sabe quando alguem lhe aponta que a primeira coisa que você vê é espaço, e mais, que ele está em todo lugar?&lt;br /&gt;Você não o faz aparecer, ele está sempre aqui! Ele está sempre presente!&lt;br /&gt;Consciencia está sempre presente.&lt;br /&gt;Ela é tudo.&lt;br /&gt;Assim, você é consciencia.&lt;br /&gt;O que eu estou apontando para você é sua verdadeira natureza, o você imutável, e quando você tem pessoas dizendo que o que você é, é consciencia imutavel, isso é o que você é, mas isso não é algo grandioso ou extraordinario, isso é seu estado natural - isso é tudo o que falamos aqui.&lt;br /&gt;Sua verdadeira naturesa, seu estado natural, é imutável.&lt;br /&gt;É tão familiar para você porque ele não vem nem vai. É tão familiar para você!&lt;br /&gt;Ele é o senso de despertude familiar, cotidiano para você. OK?&lt;br /&gt;Você teve pensamentos essa manhã, você teve pensamentos essa tarde, você ...., você fez isso, fez aquilo, também teve algumas coisas boas acontecendo, algumas pequenas necessidades, emoções, ou o que seja.&lt;br /&gt;Elas vieram e se foram, mas você está aqui. Simplesmente o comum e ordinario você.&lt;br /&gt;E não há nenhuma mente presente em você exatamente agora, apenas presença.&lt;br /&gt;Bem agora, você não tem nenhuma mente. Assim aquele que está presente que se sente tão comum e natural é sua verdadeira naturesa. O que você chama de mente são apenas os pensamentos indo e vindo. Esqueça a mente.&lt;br /&gt;Você pára de ver quando não tem um pensamento? Você pára de ouvir? Não. Você deixa de ser você mesmo? Não!&lt;br /&gt;Ser, não vem, nem vai, simplesmente é. O que você pode dizer a respeito? Você não pode dizer nada a respeito. Não é algo que você precisa alcançar, ou ganhar ou o que seja, apenas ser. Relaxe e seja, é tudo o que você pode fazer. Quer conhecer a si mesmo, seja você mesmo. O que mais você pode fazer?&lt;br /&gt;Esse é o problema para a maioria das pessoas. É por isso que elas passam tantos anos buscando, não vendo que o que eles estão buscando elas já são. Aquele que está buscando é de fato Consciencia, acreditando que tem uma mente a qual é separação, e consciencia acreditando estar separada e querendo voltar para casa.&lt;br /&gt;Agora, você já está em casa! Você é o Uno. Não há nenhuma mente, nunca houve uma mente. A mente não tem nenhum poder, o pensamento eu vejo não pode ver. Não há nenhuma entidade em você . Essa é a beleza. Não há nenhum ego, não há nenhuma mente, não há nenhum ‘mim’. Nunca houve. ..... as pessoas estão enlouquecendo por toda parte por causa de uma falsa crença. Que jamais foi investigada.&lt;br /&gt;Isso é o que Bob diz todo o tempo!&lt;br /&gt;Lindo!&lt;br /&gt;“O falso não pode suportar uma investigação mas a menos que você investigue, como você pode ver”?&lt;br /&gt;Porque as pessoas estão tomando a crença como verdade.&lt;br /&gt;É o que Bob diz todo o tempo: as pessoas tomam o falso como verdade e a verdade como falso! Tão simples!&lt;br /&gt;Seja você mesmo e está feito. Não há nada para se obter, apenas compreender que os pensamentos não tem nenhum poder . Isso é tudo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-5646455134776088677?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/5646455134776088677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=5646455134776088677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5646455134776088677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5646455134776088677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2008/05/ser-no-vem-nem-vai-simplesmente-jean.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3167150001817177691</id><published>2008-05-18T16:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:42:26.579-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#c0c0c0;"&gt;A Dimensão que não é&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Annete Nibley&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tradução livre: Sw Sunder Svarupo &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:Bukosari@yahoo.com.br"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Bukosari@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pense sobre “estar no momento”. Um momento é muito longo. Em um momento, você inventa um ‘eu’, completo com uma estoria de vida, e você inventa um mundo inteiro no qual aquele ‘eu’ vive. Um momento é um tempo muito longo.&lt;br /&gt;O que existe antes daquele momento? De onde o momento vem?&lt;br /&gt;O presente.&lt;br /&gt;Note o sempre-fresco e espontãneo momento presente. Ele está aqui, vazio e novo. Ele não dura um momento. Tão logo ele chega, ele se vai e renasce de novo. Note essa totalidade. Sinta esse vazio. Isso não é conceitual, isso não é espiritual, e isso não é uma idéia transcendental sobre o modo como as coisas funcionam. Isso é real, e você pode provar isso para si mesmo, olhando. Isso é o que você nota quando você mesmo olha. O presente é tudo o que você conhece.&lt;br /&gt;Você não pode notar o presente com sua mente. A mente tentará estendê-lo como uma coisa que existe no tempo. No momento em que você o faz, ele se foi. Sua mente não pode ver o presente que surge sempre-fresco. Mas você pode.&lt;br /&gt;Note isso com seu ser. Note o presente porque você está sempre nele. Note-o com ele mesmo.&lt;br /&gt;Q: Parece assim, mas quando olhamos no presente, não podemos encontrá-lo. O presente sempre chega vazio! Mas quando a mente se move – o que ela fará – aquele movimento cria sua própria bolha de tempo, para que possa ter um lugar para desdobrar-se dentro. Toda atividade e aparencia existem apenas nessa bolha de tempo, criada pelo movimento da mente.&lt;br /&gt;Mas de novo procuramos no presente. Uma bolha de tempo não está presente no presente. O presente nunca cessa de estar vazio. O presente nunca cessa de ser novo. O presente nunca cessa de ser total. O presente é simplesmente isso, sempre fresco.&lt;br /&gt;Você não pode parar o movimento da mente. O tempo será criado por você enquanto você viver. Mas você pode conhecer esse truque, você pode estar consciente do que está acontecendo. O mundo aparente e o eu aparente existem em outra dimensão, literalmente. O presente é um ponto único no qual nenhuma dimensão pode existir.&lt;br /&gt;Então, quem é você?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3167150001817177691?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3167150001817177691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3167150001817177691' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3167150001817177691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3167150001817177691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2008/05/dimensao-que-nao-e-annete-nibley.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-1938949222447180130</id><published>2008-05-18T16:14:00.000-07:00</published><updated>2008-05-18T16:25:47.350-07:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA KIRAN MADHUKAR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Entrevista -  Kiran Madhukar &lt;br /&gt;&lt;a href="http://kiranji.com/"&gt;http://kiranji.com/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Tradução livre: Sw Sunder Svarupo - &lt;a href="mailto:Bukosari@yahoo.com.br"&gt;Bukosari@yahoo.com.br&lt;/a&gt;; &lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P – Voce se referiu ao estado de iluminação como o estado livre de pensamentos e sem esforço.&lt;br /&gt;K: O que é não esforço? É aceitação. O que é não pensar? É pura atenção. Não existe pensamento quando voce está atento do que voce está fazendo a cada momento. Não esforço implica aceitação. E aceitação implica não esforço. Quando voce usa esforço, voce não está aceitando o “que-é”. O estado sem esforço é não esforço. É tão simples. Nós o chamamos de aceitação.&lt;br /&gt;Em aceitação náo ha qualquer esforço. O estado sem pensamento é o estado de atenção. Quando há atenção e consciencia, náo há pensamento. A mente move-se como pensamento, para o passado, para o futuro. Pensamentos são como ondas de movimento. Os pensamentos dividem a consciencia em pedaços  de tempo. Os pensamentos dividem o tempo nas três dimensões de passado, presente e futuro. Pensamento é mente. Mente significa movimento mental. O movimento da mente é chamado de pensamento. Pensamentos são como ondas. Quando voce assiste seus pensamentos  e seu pensar, voce notará que voce está sempre pensando sobre o que aconteceu ou o que vai acontecer.&lt;br /&gt;Mas há algo entre o passado e o futuro. Como o pensamento pode ser parado? O ponto do presente momento está no centro ou no meio ou entre os pontos do passado e do futuro. O momento presente é aqui-agora. Este ponto é o momento quando a mente e os pensamentos param. Náo há nenhum movimento de pensamento no momento aqui-agora. O que eu estou fazendo em satsang é apontar para o momento aqui-agora de modo que voce possa acordar e estar consciente e alerta do que está acontecendo no aqui-agora. Presentemente, o voce-me-ouvindo está acontecendo no aqui-agora.&lt;br /&gt;Quando voce está totalmente alerta e consciente ao escutar, existe algum pensamento? Náo, porque a mente náo está pensando nem no passado nem no futuro. A mente permanece somente como um fornecedor de informações a respeito do significado das palavras que voce está ouvindo. Naquele nível de consciencia, voce tem um sentimento do que é comunicado. Em algum lugar, entre as palavras, voce tem um sentir e um saber do que é comunicado pelas palavras.&lt;br /&gt;Após conhece-las voce simplesmente as abandona. Voce náo esta colecionando, estocando e comparando as palavras. Voce está reunindo a essencia, a qual é transmitida em e entre as palavras. De algum modo, saber e compreender estáo ocorrendo. Aqui, pensamentos e mente param. Eles náo o levam mais ao passado e ao futuro. A mente permanece somente como um instrumento provendo informaçao no e para o aqui-agora. Agora há uma mente quieta. Náo é mais uma mente problema. Tornou-se uma bela serva. Enquanto escutam, os ouvidos estáo usando a mente. Temos os dois instrumentos, mente e ouvidos disponibilizados para nosso escutar. Mas náo existe instrumento disponivel para nós para saber e compreender o que escutamos. É por isso que saber e conhecer ocorrem em outra dimensáo.&lt;br /&gt;Saber ocorre em consciencia, a qual náo tem qualquer movimento. O ‘Saber ocorre na consciencia do presente aqui-agora no qual permanecemos quando estamos despertos, atentos, conscientes. É por isso que eu estou sugerindo para permanecer atento e consciente no que quer que voce faça, porque na dimensão da consciencia e atenção voce está sem pensamento e sem esforço. Quando voce está no aqui-agora, quando voce está em consciencia náo há qualquer pensamento. Nada acontece. Náo há conhecimento de nada. Mas o conhecer acontece. Há um conhecer. Este conhecer náo tem nenhuma conexão com mente ou pensamento.&lt;br /&gt;Por outro lado todo conhecimento tem uma conexão com a mente e o pensamento porque conhecimento é sempre do passado  e do futuro. O momento aqui-agora é a realidade da vida. A vida ocorre agora, neste momento. O momento que se foi, se foi. O que está acontecendo agora é seu olhar e seu escutar . . . pássaros cantando.... tudo ocorre agora. Quando o momento do cantar e do escutar se vai, ele se foi. E alguma outra coisa está ocorrendo. Se voce náo está no aqui-agora, voce náo escuta os pássaros, ainda que eles cantem. Voce náo escuta e voce náo pode ouvi-los porque voce está com seus pensamentos no passado. Voce se lembra de ter ouvido um passaro cantando em seu campo ou em seu jardim.&lt;br /&gt;Voce está com seu conhecimento passado e morto de um outro passaro cantando. Voce compara e julga sua canção com aquela que acontece de fato agora. Ao fazer isso, voce está perdendo a canção presente do passaro. Voce está perdendo a beleza da canção e a beleza do momento. Estar no momento presente é estar atento da canção dos pássaros. Estar no momento presente é simplesmente escutar a canção do passaro sem pensar ou comparar.&lt;br /&gt;O passaro cantando e voce escutando é um único evento acontecendo na atenção ou consciencia. No escutar total náo existe mente, nenhum pensamento, nenhum voce. Apenas o escutar permanece. Quando eu digo para voce estar simplesmente atento do que está acontecendo agora, voce precisa fazer algo para estar atento? Isso é um fazer? Que tipo de fazer é isto? Escutar os pássaros ou me ouvir é um “fazer”? Realmente náo podemos chamar isso de fazer. Ao invés, isso é um “acontecer”. Cantar e atenção do cantar estão simplesmente acontecendo. Permanecendo na atenção desse acontecimento é o espaço sem pensamento e sem esforço do qual falávamos antes. Este espaço sem esforço  e sem pensamento é iluminação. Quando voce retorna para este espaço e voce permanece lá, voce está de volta ao seu próprio estado natural.&lt;br /&gt;Isso é sua própria consciencia, seu próprio estado, seu próprio espaço. Este espaço náo é parte da mente ou de seus pensamentos. Ele é tão puro, tão virgem, tão cheio de  contentamento. Neste estado, voce está afinado com a força de vida do aqui-agora força de vida da existência está pulsando aqui-agora todo o tempo. Quando voce está afinado com ela, voce recebe o presente de alegria, benção e silêncio. Este é seu estado natural. Voce é parte dessa existência.  Voce é existência. Simplesmente permaneça totalmente em unicidade com a existência. Voce é Ela! Deixe-me tentar explicar este espaço em minhas próprias palavras. Pura consciencia é seu estado natural. Portanto, cada individuo já é, de certa forma, iluminado, e  sempre foi porque consciencia é sua natureza. Náo é correto dizer que somente alguns poucos escolhidos se tornarão iluminados  e o  resto das pessoas náo se tornará iluminadas. Iluminação pode acontecer para qualquer pessoa. Voce só precisa acordar. Isto é tudo.&lt;br /&gt;As pessoas estão simplesmente adormecidas e sonhando. Elas estão sofrendo em seus sonhos. Voce está sonhando que voce quer acordar. E voce está também sonhando que isso é difícil, cheio de  esforço, ou até mesmo impossível acordar. É por isso que voce náo consegue acordar. Ma estar acordado e consciente é sua natureza e seu próprio espaço. Voce está preso nas misérias de seu sonho ao invés de estar simplesmente acordado e atento e destacado do sonho. É só um sonho. Náo é seu sonho. Voce é consciencia. Voce é  a atenção testemunhando o sonho. Voce náo é o corpo e a mente que está tomando parte nos acontecimentos do sonho.&lt;br /&gt;Voce é a consciencia testemunhante na  qual  eles estão ocorrendo. Voce é pura existência. Voce é pura consciencia. Voce é pura paz. Durante seu sono e sonho, este espaço está lá de alguma forma, em algum lugar. Até durante seu sono e sonho, consciencia, atenção, e acordamento existem. De outro modo, como  voce poderia  acordar de seu sono para o despertar? Quando a luz aparece, a escuridão desvanece. Escuridão como tal náo existe. Escuridão não é nada mais que ausência de luz. Similarmente, quando o acordar acontece, o sono desaparece. Por outro lado, durante o sono, atenção e consciencia permanecem presentes como um fundo sobre o qual o sono ocorre. Por causa da consciencia que está presente durante o sono, voce sabe que voce dormiu bem ou náo após voce ter acordado. A paz do sono náo é uma experiencia que é experienciada no corpo ou na mente de um experimentador.&lt;br /&gt;Aquela paz é consciencia, existência e paz em si mesma. Isso é o que voce é. Nós experimentamos o que somos durante cada noite de sono. Experimentamos iluminação durante o sono, ainda que em total ignorância. Uma vez reconhecido e  realizado o fato  de que náo somos o corpo nem a mente, mas a consciencia e paz eterna na qual eles aparecem como  um sonho, nossa busca termina. Faz um giro de 180 graus!&lt;br /&gt;Retorne e permaneça em seu  estado natural! Reconheça que voce é aquele despertar. Isto  é tudo, Terminado! Voce está liberado.  Voce está livre.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-1938949222447180130?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/1938949222447180130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=1938949222447180130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1938949222447180130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1938949222447180130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2008/05/entrevista-kiran-madhukar.html' title='ENTREVISTA KIRAN MADHUKAR'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-4810951596519150930</id><published>2008-05-17T06:45:00.000-07:00</published><updated>2008-05-17T06:50:29.563-07:00</updated><title type='text'>Mooji - Forget About Enlightenment / Esqueça a Iluminação</title><content type='html'>&lt;object width="452" height="415"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.overstream.net/swf/player/oplx?oid=umsyibrjmota&amp;amp;noplay=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.overstream.net/swf/player/oplx?oid=umsyibrjmota&amp;amp;noplay=1" type="application/x-shockwave-flash" width="452" height="415" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-4810951596519150930?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/4810951596519150930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=4810951596519150930' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/4810951596519150930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/4810951596519150930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2008/05/mooji-forget-about-enlightenment-esquea.html' title='Mooji - Forget About Enlightenment / Esqueça a Iluminação'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3201518037561785090</id><published>2008-03-15T20:35:00.000-07:00</published><updated>2008-03-15T20:36:51.292-07:00</updated><title type='text'>Mooji - Who is watching the watcher?</title><content type='html'>Quem está vendo o observador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="452" height="415"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.overstream.net/swf/player/oplx?oid=uescu4mdmtu1&amp;amp;noplay=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.overstream.net/swf/player/oplx?oid=uescu4mdmtu1&amp;amp;noplay=1" type="application/x-shockwave-flash" width="452" height="415" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3201518037561785090?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3201518037561785090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3201518037561785090' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3201518037561785090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3201518037561785090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2008/03/mooji-who-is-watching-watcher.html' title='Mooji - Who is watching the watcher?'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-9038258620677257500</id><published>2007-12-15T09:47:00.000-08:00</published><updated>2007-12-15T09:51:23.775-08:00</updated><title type='text'>Mooji - Not attached to any experience (legendado)</title><content type='html'>&lt;object height="415" width="452"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.overstream.net/swf/player/OverstreamPlayerLoader-X.swf?BasePath=http://www.overstream.net/swf/player/&amp;amp;oid=m2talvucl0s0&amp;amp;noplay=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.overstream.net/swf/player/OverstreamPlayerLoader-X.swf?BasePath=http://www.overstream.net/swf/player/&amp;amp;oid=m2talvucl0s0&amp;amp;noplay=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="415" width="452"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-9038258620677257500?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/9038258620677257500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=9038258620677257500' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/9038258620677257500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/9038258620677257500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/12/mooji-not-attached-to-any-experience.html' title='Mooji - Not attached to any experience (legendado)'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-1699296012932065223</id><published>2007-09-28T16:02:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:39:48.201-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Uma Visão Nova e Sempre Fresca&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Do livro: Tudo é Claro e Óbvio de Gilbert Schultz – cap. 3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:9;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#c0c0c0;"&gt;Tradução livre: André Svarupo – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#c0c0c0;"&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Essa ´eterna presença´ está bem aqui como esse primeiro instante de consciência. Ela nunca se move disso.&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;E assim você não tem que ´ir´ a lugar algum ou ´fazer´ coisa alguma para obter qualquer coisa que diga respeito à liberdade natural desse fato eterno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Essa eterna presença parece estar obscurecida naqueles que tem uma firme crença nos conceitos errôneos – um ´eu´ - conceitos de ser um individuo separado, uma ´pessoa´. Eles são uma corrente de conceituações, a qual revolve em torno e através de uma série de crenças. Isso mantém a atenção em um tipo de ciclo.&lt;span style="font-size:+0;"&gt; Quase sempre aparece como confusão. Escorregando de um conceito a outro mantêm a mente ocupada com estórias sem fim de um ´eu´ e de ´outros´. Isso só pode conter breves momentos ´passageiros´ de satisfação, uma vez que a própria vulnerabilidade de suas fundações se deve ao fato de ser &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;meramente uma crença e não um fato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;´Construa sua casa na rocha – não a construa na areia´ - de minhas lições da escola dominical aos 6 anos de idade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;E assim, qualquer ´coisa´ inesperada pode vir e perturbar a tremula excentricidade ´eu´. Soa familiar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Os momentos de paz desse ciclo mental de atividade termina sem aviso, como se parecêssemos escorregar de volta para dentro de mais conceitos. Tudo isso está na aparência de vida normal de um individuo.&lt;span style="font-size:+0;"&gt; Isso não tem que ser uma nuvem de não-saber. ´Nós´ como uma fixação na mente, estamos continuamente ´indo com´ o que a mente vomita. Assim como a chuva flui em velhos caminhos no solo virgem, isso é somente um hábito e, contudo trás tantos problemas para aquele que acredita nele. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Para além de todas essas atividades na mente, a eterna presença do estado natural, que é nossa verdadeira natureza está bem aqui, bem agora, completamente presente e desobstruída. Aparentemente escondida, ela aparentemente reaparece. A consciência natural é presença. Ela é claramente obvia, ainda assim para muitos, ela não é notada por causa de sua natureza não-objetiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Todos os sentidos funcionais estão registrando tudo exatamente como é – na imediacidade desse momento sempre-presente. Esse fato sutil é a chave para a auto-realização que a maioria não reconhece. Contudo ele é tão óbvio – esse momento agora – é tudo o que é! Você pode saber isso totalmente, exatamente agora? Isso é tão obvio. Você é Aquilo. Como você pode dizer que não conhece isso? Exatamente agora, sem ir a qualquer reino temporal na mente – isso é óbvio e nem afirmação nem negação podem tocar sua atualidade efêmera sempre presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Nós nos movemos aparentemente para algum estado de mente onde negamos esse momento obvio de clareza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;(Nota: Eu devo acrescentar aqui que não é tarefa fácil expressar alguns desses aspectos não-conceituais da realidade em palavras. A linguagem não se presta facilmente à tarefa). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Pelo descansar nessa abertura, que inclui o registro imediato ´do que é&lt;span style="font-size:+0;"&gt;´, a mente é completamente conhecida – e conhecida sem dúvidas, como sendo clara e vazia. Esse é o lugar onde a consciência e a mente são indistinguíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;O conteúdo da mente aparece e desaparece do mesmo modo que todas as coisas aparecem e desaparecem na manifestação. A aparente diferença é somente em escala. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Tudo acontece nessa presença que sabe - que você é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Com uma atenção apurada, pode-se ver que a mente é preenchida e vazia ao mesmo tempo. (em um instante) Por não fixar em nada, essa consciência ilimitada é conhecida como obviamente livre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Nada dessa atividade mental cria qualquer coisa e o aspecto universal da mente pura, mente desperta, permanece aberto. Ela apenas parece se fechar para a mente fixada individual. As cortinas são abaixadas e então a visão aberta é fechada para o ´mim´ e seus diversos pontos de referencias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Essa abertura imediata é cheia de saber e, contudo sempre vazia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Saber inclui uma ´sensação´ direta e clara de que não há ´ninguém´ aqui (como uma fixação) nessa abertura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Essa consciência de presença é inegável e inegociável!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Ela está totalmente presente sem qualquer aroma positivo ou negativo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Ela é consciência auto-brilhante, auto-conhecida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Pode muito bem ser que você ainda imagine que resolverá todos os seus problemas de algum modo. Que algum método ou sistema de crenças o salvará do caos e do sofrimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Como pode ser que esses problemas sejam resolvidos? Eles não são mais que miragem. Você pode transcendê-los, mas não através de crença ou conceitos – apenas através do saber-direto, da consciência não-conceitual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Considere: O que você de fato `faz´ no momento de&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;exame de uma miragem? Ela não revela espontaneamente sua natureza sem qualquer ´fazer´ de sua parte?&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Todos esses problemas são simplesmente visões incompletas cheias de preferências e preconceitos. São visões parciais do `que é´. Elas pertencem a uma visão errônea e aquele que pensa que vê um problema está encravado na visão fixada ´do vidente´&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;-&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;conteúdo mental o qual não pode ver! Puro ver é não-dual - não há nenhum ´vidente´, e nenhum objeto substancial que seja ´visto´ separado do puro funcionamento do ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Todas essas delineações da totalidade podem&lt;span style="font-size:+0;"&gt; apenas ser acrescidas de mais delineações pela mente. O Ver puro e inalterado compreende tudo isso. Veja claramente que nenhuma dessas aparências adicionais de fato permanecem&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;ou ficam por perto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Todas essas delineações são como linhas dentro de uma folha de papel em branco. Se você continua a ser essas fixações na mente, tudo o que acontece é que você termina como uma folha coberta de linhas, palavras e teorias. Caos e confusão, ou o oposto, um bom padrão. O papel, as linhas e aquele que faz os detalhes rabiscados estão todos aparecendo no espaço limpo e vazio da consciência auto-sabida imparcial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Abandone todo o dialogo interno e ´volte´&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;para o sempre-presente primeiro instante de consciência presente. Por um momento, permaneça aberto e simplesmente seja o ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Desse modo tudo é revelado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Permaneça aberto na vastidão DISSO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Nota:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Meditação comum é um meio relativo, como tudo o mais, de auto-descoberta. A descoberta desse estado natural indiferenciado – de pura consciência com todas as suas aparências sobre ela ou nela, a qual é consciência.&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-1699296012932065223?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/1699296012932065223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=1699296012932065223' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1699296012932065223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1699296012932065223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/09/uma-viso-nova-e-sempre-fresca-do-livro.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-1421249232472566324</id><published>2007-09-21T17:58:00.000-07:00</published><updated>2007-09-21T18:03:13.206-07:00</updated><title type='text'>Lendo Jean Pierre Gomez</title><content type='html'>SvarupoSunder- on reading JPG on our true nature - 17:15 30/9/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri que tento manter/sentir a sensação de estar presente.&lt;br /&gt;Ou seja, tento ter uma experiência, experimentar como indivíduo a 'presença'.&lt;br /&gt;Mas uma entidade e 'sua experiência' são o exato oposto do que se aponta como Presença.&lt;br /&gt;Uma entidade 'tem' uma mente, e vc quer que essa entidade, com essa mente, experiencíe a Presença? Mas Presença aqui significa aquilo no qual a 'percepção' de ser uma entidade aparece, na qual a mente aparece; e na qual ambas desaparecem, falham, terminam. Desaparecem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean PG diz: a mente é uma ferramenta para a consciência expressar-se consigo mesma.&lt;br /&gt;Portanto a mente é tão somente uma ferramenta. O real e verdadeiro dono do show é a essa consciência de presença, essa existência, essa 'percepção' de que 'o mundo' está existindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligando ao primeiro parágrafo, vejo que é absurdo tentar (buscar, procurar) 'sentir', ‘experienciar’ a Presença. É impossível, por que ela já é o que é; ela é eu! Eu só 'penso' que não sou o que sou. &lt;br /&gt;E apenas 'penso' que sou o que 'penso'. Na verdade só posso ser quem sou.&lt;br /&gt;O que penso não afeta, não muda a natureza do que sou. Porque mudaria? Só porque o penso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vc tiver todo esse poder de mudar a natureza de algo pela força de vontade do pensamento, então pense agora, nesse momento, que você deixa de existir e deixe de existir aqui, agora, na minha frente. Se você acha que é sacanagem uma tarefa tão hercúlea, façamos uma bastante mais trivial: vai lá embaixo na rua, pense que você é milionário e volte aqui e me presenteie com  1 milhão de reais (como mera prova material). Certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas pare de tentar! Seja! É muito mais fácil ser o que se é do que esforçar-se (seja como for) para ser algo que apenas se pensa que se é!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bob diz: Apenas seja o que você é. Não pense o que você é.&lt;br /&gt;Eu pergunto: para ser você mesmo quanto esforço é necessário?&lt;br /&gt;Você sabe que nenhum. Mas aí você pensa de novo que você pode estar enganado e que talvez seja melhor dar uma ultima olhadinha para ver se dessa vez você não 'entende', não é?&lt;br /&gt;Mas ao fazer isso você novamente 'pensou' que era alguém que estava quase conseguindo 'realizar-se', 'ser' si mesmo, despertar-se. E o pior, você tenta fazer isso através de sua mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mente é só sua capacidade de traduzir em cor, sons, símbolos, palavras, sensações e sentimentos, a natureza daquilo que você é existencialmente.&lt;br /&gt;A memória pode ser compreendida como um atributo dela. Quando se usa a expressão 'aquilo que você realmente é', você entende que há um você separado e que esse você separado possui uma natureza verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois, causado por essa crença na separação, surge a idéia de que você é a natureza falsa (você é falso, é menor, é inferior, é menos, está aquém, é falho, tem carência de algo) e simultaneamente surge o desejo de tornar-se a natureza verdadeira, tornar-se inteiro! Já dançou, neném!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela expressão significa apenas que não há outra forma de comunicar-lhe esse fato. A falha é da linguagem. Não existe nenhum você. Nenhuma coisa que se possa chamar de você. O que você é, é irreconciliável, intraduzível, inexperienciável. Mas pode ser existencializavel, pode ser sabido, pode ser notado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os Mestres de todos os tempos expressaram de alguma forma um conselho, um apontamento, uma indicação: não pense, seja. Não 'pense' aí com seus botões que é difícil não pensar!&lt;br /&gt;Você é não-pensar! Pare com essa ladainha! Quando vir que está tentando ser quem você já é, apenas acorde, dê um bom tapa na sua própria cara e diga para si mesmo, "hei, tolo, apenas seja"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Svarupo-Sunder&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-1421249232472566324?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/1421249232472566324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=1421249232472566324' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1421249232472566324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/1421249232472566324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/09/lendo-jean-pierre-gomez.html' title='Lendo Jean Pierre Gomez'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-6839562290491076233</id><published>2007-09-10T18:44:00.000-07:00</published><updated>2007-09-10T19:10:31.361-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Engano &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Svarupo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Às vezes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;A consciência surge na aparência de um sentimento de frustração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;E na aparência de pensamentos que dizem: “ - ainda não realizei!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;E a consciência, na aparência de mente, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Crê que esse movimento de aparências é um ‘mim’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Crê que é uma entidade,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Crê que essa entidade tenha um corpo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Crê que esse corpo é separado de todos os corpos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Crê portanto que cada corpo é uma identidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Daí crê que as entidades individualmente incorporadas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Vivem em um “mundo” – que é ele mesmo, uma entidade separada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Então crê que esse ‘mundo’ pode ser “experienciado” pelas entidades&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;E acreditando nisso,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Crê que pode “escolher” como ‘experienciar’ esse mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;E de acordo, e relativamente à experiência que acredita estar tendo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Tenta “agir” (e acredita estar ‘agindo’) ‘no mundo’,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Acredita poder controlar (e acredita estar controlando ou interferindo) através do ‘esforço’ da ‘ação’&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Até que tudo cesse,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Tudo cale&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Tudo silencie&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Tudo Nada,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;E nada Satya!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Março/2007&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-6839562290491076233?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/6839562290491076233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=6839562290491076233' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/6839562290491076233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/6839562290491076233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/09/engano-svarupo-s-vezes-conscincia-surge.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-4404155020034950469</id><published>2007-09-01T19:47:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T20:23:48.235-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Georgia;"&gt;A Resposta Não Está Na Mente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;" lang="EN-US"&gt;Bob Adamson&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%; font-family: Georgia;" lang="EN-US"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Georgia;" lang="EN-US"&gt;(Capitulo1- What’s Wrong with Right Know, unless You Think About It)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Jamais haverá mais Deus do que há agora. Jamais haverá mais deuses, totalidade, abundância, perfeição e infinitude do que há nesse presente momento. Vivendo nesse momento de &lt;b style=""&gt;É-ismo*&lt;/b&gt;, o próximo momento se desdobra como uma continuidade da Graça. * &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Bob: Não há nenhum outro tempo senão o agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Pergunta: Pode o tempo existir?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele é sempre presença. Quando você está pensando sobre ele, isso é no presente. O tempo é um conceito mental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Quem escreveu esse texto? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;No contexto em que ele foi escrito, não importa quem o escreveu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Como e porque o UNO se torna muitos? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Em não-dualidade, em um-sem-um-segundo, não apenas o uno, apenas pura consciência de presença, como pode a experiência conhecer a si mesma? Ela é completa; ela é inteira; ela é perfeita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="border-style: none none solid; border-color: -moz-use-text-color -moz-use-text-color windowtext; border-width: medium medium 1.5pt; padding: 0cm 0cm 1pt;"&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;*&lt;i style=""&gt;É-ismo&lt;/i&gt;: termo inventado; qualidade de ser sempre o que é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Para reexperienciar aquilo, ela coloca um véu de ignorância sobre si mesma ao vibrar em diferentes padrões com experiências e expressões através desses diferentes padrões. Então ela retorna e vem a conhecer a si mesma novamente, voltando à sua completude. A tradição Hindu a chama de dança de Shiva, a brincadeira de Deus, Lila, ou o esporte de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;* De um texto entregue para ser lido pelos presentes ao encontro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;Assim, em realidade, nada jamais aconteceu. Padrões de energia aparecem. Ainda é a mesma energia-inteligência. Padrões de energia parecem exatamente o mesmo quando os reflexos surgem no espelho. O que aconteceu ao espelho?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Nada! Existe a mente ou várias mentes?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Só pode haver uma mente, se é que há tal coisa. A mente também é uma aparência! Assim ela pode aparecer como muitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Eu conheço a mim mesmo através da mente ou isso é independente da mente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;O único instrumento que temos é a mente. Mas, é preciso compreender que você não pode jamais apanhar isso com a mente. Porque isso contém a mente; a mente não pode jamais contê-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: E o sentimento ou o pensamento ‘eu sou’?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Ele é o pensamento primário a partir do qual todo o dualismo aparece. Tão logo exista ‘eu sou’, deverá existir ‘você’ ou ‘o outro’. A idéia ‘eu sou’ é a causa de todos os nossos aparentes problemas. Esse senso de presença está expressando a si mesmo através da mente, mas anterior a esse pensamento, você sabe que você é, não sabe? Você não fica constantemente pensando ‘eu sou’ durante todo o tempo, fica? Você sabe que está sentado aqui. Você está consciente de estar presente, continuamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: E quando eu estou em sono profundo? Aí eu não estou consciente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;A mente está em suspensão durante o sono profundo, mas aquele funcionamento sem esforço ainda está acontecendo. A mente não está lá. Aquele funcionamento ainda está respirando você. Ele ainda está fazendo o sangue fluir através do corpo. As unhas continuam a crescer. Tudo isso não pára com a ausência da mente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;A consciência pessoal, ou a mente, movimenta-se naquele sono profundo, e você começa a sonhar antes de acordar. Nesse sonho você cria um mundo, e você se vê tomando parte ativa nele. Pode ser em uma vila, uma cidade, uma sala ou no campo. Você pode sonhar todo tipo de coisas. Pode haver outras pessoas lá. Pode haver carros, animais ou qualquer coisa, e você se vê tomando uma parte ativa. Contudo, aquele corpo não se moveu da cama. Todo esse mundo aparente aconteceu naquele pequeno espaço entre seus ouvidos. Se você continuasse a sonhar toda noite e o sonho continuasse de onde parou na noite anterior como parece acontecer no estado de vigília, você poderia dizer a diferença entre o estado de sonho e o estado de vigília?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Portanto, o mundo é alguma outra coisa senão mente? Que substancia tem a mente? Que substancia tem um pensamento? Aquele pensamento ‘eu sou’ é o que você acredita ser você. A mente pode existir por si mesma? Se você não fosse consciente, se essa consciência não estivesse lá, você poderia ter um único pensamento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Eu não sei!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Bem, você acabou de dizer que mesmo em sono profundo, você não estava consciente disso. Nenhum pensamento. A mente é dependente da consciência ou da atenção ou como quer que você queira chamar aquela pura energia-inteligência. Assim aquilo deve ser primário, aquilo deve ser a realidade, não o pensamento ‘eu sou’ como tal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: A consciência (pessoal) é dependente de alguma outra coisa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Ela também é apenas um movimento na Consciência (universal). Todo esse mundo aparece naquela Consciência. Todo esse mundo é o conteúdo da Consciência. Portando, ele não pode ser nada mais do que Consciência. Não há nada que você possa pensar, conceber, perceber ou postular fora da Consciência. Mesmo se você estiver falando sobre outros universos ou outros sistemas solares, no momento em que você pensa ou fala a respeito deles, você os trouxe para dentro da Consciência. Quando aquela consciência (pessoal) de ‘pensar e falar’ está fora da estrada, existe a inteligência pura. Ela simplesmente brilha por si mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Então a consciência é parte do universal?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;A coisa inteira é o universal, se você examina de perto. Nada de partes. Consciência, o absoluto, atenção, mente, são uma e a mesma coisa em diferentes aspectos. Como a água: primeiro você tem vapor de água, depois o estado de água liquida e depois gelo. Existem três aspectos diferentes de uma mesma coisa, que é a água. Assim, ela continua não mudando nunca daquele não-dual um-sem-um-segundo. Pegue esse fato e permaneça com ele. Não interessa o que apareça. Isso ainda é o Uno. Então aquele senso de separação não pode mais permanecer lá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Como podemos então entender o crescimento populacional? Se tudo é um e nada pode ser tirado ou acrescido, como explicamos o crescimento populacional?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Bem, ela pode vibrar em miríades e miríades de padrões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Isso implica que algo mais está faltando?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Não. O que é algo mais? Ele ainda é a única e mesma energia-inteligência! Dizem que esse universo como o conhecemos começou como um átomo ou um quark ou algo instantâneo. Toda essa energia começou daquilo. De nosso ponto de vista, ele ainda está se expandindo, e aquele assim-chamado começo original está a quinze bilhões de anos luz atrás.&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Em uma gota de água há miríades de formas de vida. Dentro daquela vida há mais vida em uma escala menor. Saindo para o espaço, de onde a Terra é apenas um grão de poeira, já há um ponto de referencia bem diferente. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Agora, de onde tudo é julgado? Ainda está tudo dentro daquela Unidade. Para obter um julgamento verdadeiro disso, você teria que se posicionar fora. Isso é impossível!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;As diferenças de escalas de tempo entre a vida na gota de água, a vida como nós a experienciamos e a vida lá fora no espaço profundo são amplamente diferentes. A vida de uma célula possivelmente não poderia conceber nossa vida de cem anos. Tudo é relativo ao ponto de referencia tomado. Nosso ponto de referencia é sempre aquele ‘mim’ ou ‘eu’, mas somados a ele estão eventos ou experiências do que aconteceu ontem ou na ultima semana ou no ultimo ano ou quando eu nasci. Eles são somados àquela pura imagem ‘eu’. Isso construiu essa imagem de que eu sou uma boa pessoa ou uma má pessoa ou que eu tenho baixa auto-estima ou de que estou com raiva ou com medo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Aquele próprio senso de ‘eu’ é separação. Aquele próprio senso de separação é insegurança. E sendo nós a totalidade, o potencial ilimitado de ser, imediatamente tornamo-nos um ser humano isolado, separado, com todas as suas limitações. Construímos essa prisão mental ao redor de nós próprios. Agora, tudo é julgado a partir daquele ponto de referencia (o qual é baseado no ‘ontem’, no passado).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Você vê que o que quer que tenha acontecido a mim é julgado daquele ponto de referencia e eu devo considerá-lo ‘bom’ ou ‘mal’. Nosso critério, nosso ponto de referencia nunca é correto, nunca é verdadeiro. Vendo isso, compreendendo isso, onde isso o leva? Isso só pode levá-lo ao aqui, agora, consciente, na atualidade desse momento. Isso é o real! Esse é o real! Esse é o real! Esse é o real!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Então, somos inteiros, completos – sem nada que se precise exceto no pensamento - alem da insegurança e da neurose. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Sim. Se não há nenhum pensamento, o que está errado com o agora, se você não está pensando sobre isso! Se tudo é apenas como é – inalterado, não-modificado, não-corrigível – o que é isso? Isso é apenas como é! Apenas uno, como é!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Isso coloca seus sonhos em uma diferente perspectiva. Eles são reais!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Sim, eles são muito reais enquanto você os está sonhando. Mas quando você acorda de manhã e os vê como um sonho, o que acontece?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Eu acho, basicamente, que você os dispensa, mas algumas vezes eu tento obter algo deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Bem, você os carrega por aí todo o dia dizendo ‘Isso foi terrível’? Tentar obter algo deles seria perpetuar o ‘me’ ou o auto-centro, o qual pensa que irá obter uma resposta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: No sonho, parece real, parece que de fato aconteceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Parece muito real, mas quando isso é visto como um sonho, você não é mais aprisionado por ele. É justamente o mesmo quando você vê a falsidade do auto-centro, que ele não tem nenhuma realidade também, então você não está mais aprisionado por aquilo e isso é liberdade. Isso é liberdade da aparente ‘prisão do self’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: Eu estava exatamente pensando que minhas experiências passadas são úteis se a necessidade surgir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Sua memória está lá para ser usada. Ela é útil. Mas quando a memória vem e continua e continua, ela começa a usar você. Ela o fará amedrontado, ansioso, deprimido ou o que seja. Ela está usando a auto-imagem que você tem de si mesmo. Se aquela memória não é boa, então ‘eu não quero ser assim’ aparece. Então você cria outra imagem no futuro quando você irá escapar de tudo isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Como dissemos antes, a mente não é o inimigo apenas porque ela causa todos os problemas. Se isso é compreendido claramente, então ela estará lá para o que deve estar. Ela é um lindo e criativo instrumento. Mas quando ela acredita que está fazendo o show, os problemas surgem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;A mente está muito alinhada com a pura energia-inteligência. E por nunca ter sido questionada, ela vem a acreditar que é o poder: ‘eu sou mim’, ‘eu estou fazendo o show!’ Mas quando você a examina mais de perto você vê que tudo que ela é, é uma imagem, uma idéia, e por si mesma não pode fazer nada. De fato, ela depende da pura energia-inteligência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Agora, exatamente agora, você está ouvindo e vendo. Por acaso o ouvir diz, ‘eu ouço’? O ver diz, ‘eu vejo’? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;O que é que diz essas coisas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;P: A mente!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;Assim, ao dizer essas coisas, a mente deu a si mesma o poder, acreditando que ‘eu estou fazendo algo’. Vamos olhar mais à frente. O pensamento ‘eu vejo’, ele vê? O pensamento ‘eu escuto’, ele escuta? Então, essa é a prova de que a mente não tem nenhum poder. Contudo você ainda está vendo. Você ainda está escutando. Sem esforço o funcionamento está acontecendo, está seguindo. Sem esforço, a pura energia-inteligência está borbulhando através desse aparato psicossomático, desse corpo-mente, desse padrão de energia. Você vê que todas as atividades estão acontecendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-4404155020034950469?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/4404155020034950469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=4404155020034950469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/4404155020034950469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/4404155020034950469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/09/resposta-no-est-na-mente-bob-adamson.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-7265302209919717865</id><published>2007-09-01T19:27:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:35:27.830-07:00</updated><title type='text'>Até onde posso recordar</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#c0c0c0;"&gt;Até onde posso recordar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Até onde posso recordar de minha infância, no mais profundo da memória, o que sempre esteve presente foi uma inescapável angustia e urgência de realizar A VERDADE. Ainda guardo imagens de uma criança muito pequena, mirando extasiado a exuberância da natureza ao redor, na mais profunda sensação de ser e estar sozinho, e de sozinho ter que encontrar ‘algo’. Assim, sempre houve a intensa sensação da proximidade ‘daquilo’ ao estar em contato ou apenas ao observar de longe a natureza. O mesmo com a música, a arte, a literatura, o conhecimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Nessa minha ‘urgência’, vim a conhecer o trabalho de Osho e ele próprio - infelizmente, num tempo em que já não havia mais disponibilidade para encontros pessoais. Ainda assim meu encontro com esse homem e com a comunidade internacional de seus discípulos e admiradores, foi a experiência mais profunda de todas as que tive em toda a minha vida, até aquele ano de 1980. Eu compreendi, na primeira vez que o li (Meditação, A Arte do Êxtase), que aquele homem era um exemplar vivo dos seres que haviam realizado a Verdade. Então, não tive a menor dúvida de que tinha de encontrá-lo, custasse o que fosse, e foi o que fiz. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Em 1984, vivendo em uma comunidade de discípulos, em Colônia, na Alemanha, conheci Satyaprem - um brasileiro - que como eu era um dos milhares de pessoas em todo o planeta que tinham se defrontado com a arrasadora experiência de ‘encontrar’ Osho. Eu tive uma imediata empatia com Satyaprem e sentia grande satisfação em estar com ele, trocando idéias ou rindo de sua forma de ser tão instigante, natural e única, como eu jamais conhecera. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Em 2003, reencontrei Satyaprem, após sua própria realização da verdade, pouco tempo depois de seu encontro com Dolano, em Puna, Índia. Meu reencontro com ele deu inicio a uma segunda revolução interna, a segunda e mais importante série de experiências de minha vida desde meu encontro com Osho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Com Osho eu descobri e experimentei o fogo, com Satyaprem, eu me reconheci sendo fogo, e ardi no fogo de Ramana, Papaji, Nisargadatta, Bob Adamson, Gilbert Schultz, John Wheeler, Annete Nubley, Jean Pierre Gomes, Tony Parsons, Nathan Gill, Isaac Shapiro, Gangaji, Mooji, Dolano, e um enorme caudal de outros luminares de mesma grandeza. Satyaprem escancarou para mim as portas e janelas do Bazar inteiro! Mas, além disso, ele desceu até o pátio onde dançou, bebeu, cantou, tocou, descreveu e riu comigo da obviedade e clareza da verdade – e tudo em bom e claro Português. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Se você for um buscador e o encontrar por aí, por favor, não corte a cabeça dele. Corte a sua! Aliás, para ser mais exato, nem se dê ao trabalho. Se você o encontrar por aí, saiba, sua cabeça cairá de qualquer jeito!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Esse blog nasceu da alegria de poder compartilhar com kamalesh, minha mulher, textos de vários daqueles seres realizados, disponíveis apenas em Inglês. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Não tenho pretensão a nada além de compartilhar o profundo contentamento que produz o contato com essa variedade de expressões da verdade. Como não sou profissional do ramo, é possível encontrar diversos erros de tradução, pelos quais eu lastimo. &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#c0c0c0;"&gt;Contudo, ao ver a mesma alegria em kamalesh e outros amigos com a leitura desse material, decidi divulgá-lo assim mesmo, tendo compreendido que ele é apenas o que é e simplesmente aparece, como tudo mais, na eterna presença, como eterna presença. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;NAMASTÊ.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#c0c0c0;"&gt;Swami Sunder Svarupo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-7265302209919717865?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/7265302209919717865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=7265302209919717865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7265302209919717865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7265302209919717865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/09/at-onde-posso-recordar.html' title='Até onde posso recordar'/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-5082315175440447662</id><published>2007-08-29T18:54:00.001-07:00</published><updated>2009-10-15T16:32:56.544-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Excertos de “Erupção de Paz”&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Isaac Shapiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="color:windowtext;"&gt;Tradução livre de Swami Sunder Svarupo – &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10;color:windowtext;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:10;color:windowtext;"&gt;&lt;hr align="center" width="100%" size="2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;IS - Namaskar, bem-vindos a Satsang. Por favor, sinta-se livre para perguntar e falar sobre quaisquer novas erupções de liberdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Voce medita, e o que voce sente a respeito da meditação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;Há tantas técnicas que as pessoas chamam de meditação. Em ultima analise quando voce está fazendo alguma atividade para chegar a algum lugar, mesmo se é para chegar ao silencio, voce está perdendo o que já está aqui, porque voce está tentando ir a algum outro lugar. A verdade já está aqui. O único momento no qual voce pode conhecer a verdade é agora. Se voce está fazendo qualquer esforço, isso o levará para fora do agora e reforçará o senso do eu. Isso o levará a algum outro lugar. Isso criará um jogo sutil de diferentes experiencias e a avaliação destas experiencias. Quando voce está pronto para acabar com tudo isso, voce vem para o agora, para este instante. Não avalie ou compare. Não intenciona nada ou tente chegar a lugar algum. A verdade já deve estar aqui. Voce pode ter muitas experiencias ao fazer diferentes técnicas, mas estas experiencias não o ajudarão. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Quando voce diz, “Eu vou meditar por meia hora”, voce já amarrou sua mente do lado de fora da meditação antes de começar, porque voce de fato está dizendo, “após meia hora eu não vou meditar mais”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Estar neste momento é meditação! Voce está sempre aqui. Simplesmente esteja com sua experiencia direta de quem voce é a qual é por 24 horas e é sempre agora. Voce não pode ser quem voce seja por apenas meia hora. Ser quem voce é, é a real meditação. Em meditação não há nenhum senso de separação. Como um rio, ele veio do oceano e quando ele retorna para o oceano torna-se o próprio oceano. Quando a atenção volta-se para sua fonte, todo o senso de dar atenção a algo desaparece junto com o senso de um “eu” pessoal e somente Ser permanece. Assim naquele momento a Consciencia está face a face consigo mesma. Nem mesmo face a face consigo mesma. Só existe Consciencia. Assim meditação está acontecendo naquele vazio. Então o que quer que eu esteja fazendo, não importa. Há vazio e aquilo que surge no vazio. Isso é meditação; isso é a verdadeira compreensão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;Assim não há nenhuma busca por nenhum objeto, nenhuma experiencia. Porque tudo está aparecendo em mim e eu não estou buscando o que está aparecendo em mim. Eu estou apenas buscando pela descoberta de mim mesmo. Então talvez haja um momento de sorte em minha vida no qual Aquilo se revela. Todo momento neste momento. Mesmo a idéia do momento aparecendo é apenas uma idéia, porque ela está aparecendo na própria Consciencia. A consciencia já está aqui, mesmo quando há pensamentos ou objetos. Assim tentar e manter-se preso a alguma idéia de tudo desaparecendo torna a idéia mais importante do que o Agora. Então há um esperar, um esforço para chegar a algum lugar, para fazer com que algo aconteça. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;A Consciencia está aqui. Voce é Ela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Este sentimento de eu que surge, é natural para este corpo-mente. Esta habilidade para focar é necessária para o funcionamento deste corpo-mente. Normalmente as pessoas estão presas a este funcionamento do eu. Eles acreditam nele como se ele fosse elas mesmas. Voce pode ver que isso tem que acontecer para este corpo-mente funcionar. Ele não é voce. Isso é meramente uma atividade que está surgindo em algo muito mais sutil, absolutamente vasta. Sem limites. Então há desejo por deixar este eu funcionar e não estar associado a ele. Parece pessoal, mas não é. É simplesmente um funcionamento deste corpo-mente: não tem nada a ver com voce. Voce não teve nenhuma escolha sobre esse corpo. Assim voce não é responsavel pelas ações e reações desta personalidade a qual está aqui por si mesma. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Voce vive constantemente nesta visão ou ponto de vista?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Eu digo, olhe para sua experiencia direta de quem é voce. Isso é um ponto de vista ou é uma experiencia direta? Agora fale a partir de sua própria experiencia. Quem é voce? Náo uma idéia em sua mente. O conceito de constancia vem em sua mente e isto é uma avaliação e uma duvida sobre seu próprio estado. Se voce pegar está duvida, então voce está adorando a duvida. Veja-a somente como um pensamento. Fique com sua experiencia direta de quem voce é. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q - Eu compreendo que a iluminação é algo muito repentino e muito grande. Agora eu sinto que ela é como uma compreensão que acontece gradualmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;O que chamamos de iluminação é somente uma idéia. A mente trabalha com padrões: bom, mal, certo, errado, isso é iluminação, isso não é iluminação. Este é o modo como a mente funciona. Remova a mente, remova qualquer pensamento, e o que é deixado? Apenas o aqui agora! Um estado natural, um estado inocente. Nenhuma idéia, nenhum ponto de referencia, nenhum relacionamento. Quando alguém tem algum relacionamento ele pode chamar isso de iluminação. Quando voce náo tem qualquer tipo de relacionamento, voce náo pode chamá-lo de nada. Qualquer pessoa que diga, “eu estou iluminado” está mentindo porque nenhuma pessoa ou estado pessoal está envolvido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Então o que é toda esta experiencia de luzes douradas e céus flamejantes? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Isso pode acontecer se voce tomar bastante drogas ou com certos tipos de exercícios de respiração ou se voce pressionar seus olhos com força. (risos). Voce não tem que correr atrás de nenhuma experiencia! Realmente, apenas fique quieto. Há muito desentendimento sobre todo este conceito. Há tantas idéias. O único momento que voce pode conhecer a Verdade é agora. Este instante. Agora voce me diz o que há entre os pensamentos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – O que mais é necessário?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Somente coisas práticas para funcionar. Coisas práticas para funcionar - isso acontece por si mesmo. Ninguém está interessado em ser apenas si mesmo. Todos estão interessados em alguma experiencia chocante. Eles não examinam o que está aqui; algo raro e belo acontece. Voce começa a notar que por estar aqui, algumas coisas sutis começam a acontecer. Quando voce está simplesmente desejoso de deixar tudo, incluindo estas experiencias sutis, a Verdade brilha!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Todo dia eu rezo para Deus. Eu me sinto bem, mas nas ultimas duas semanas isso não aconteceu. Eu não orei a Deus. Eu estou confuso sobre isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Em nossa sociedade, existe este modo de funcionamento que produz separação. Nós nos sentimos separados uns dos outros, de Deus. Isso é chamado dualidade ou mente dividida. Nesta mente dividida, nós não nos sentimos em casa. Sentimos-nos perdidos, então rezamos a Deus. Pedimos a Deus por ajuda e quando estamos rezando a Deus nos sentimos bem, porque agora estamos abrindo a nos mesmos para o que pensamos que é a divindade. Mas isso mantem aquela atividade de pedir a Deus por algo. Isso nos mantem querendo algo. Isso produz um bem estar, mas nos mantém na dualidade. Isso é parte do nosso condicionamento. Crescemos com religiões institucionalizadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Eu não cresci com elas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Isso estava na cultura se voce cresceu com ela ou não. Em algum ponto voce começa a olhar um pouco mais fundo. E no olhar voce vê que o que quer que se manifeste, qualquer objeto que esteja lá deve vir de algum lugar. Todo objeto deve sua existência ao sujeito, cada objeto mesmo as imagens de Deus. Agora chegamos ao próprio sujeito, Aquilo do qual toda idéia surge. Uma vez que haja dualidade, há algum senso de precisar de algo, ou de querer algo, ou de estar vulnerável, ou de estar com medo. Então temos que vir ao sujeito de onde tudo surge, o universo inteiro, a idéia de Deus, tudo, toda experiencia. Isso nós temos que descobrir nesta vida. Quando isso é saboreado, naturalmente muitos hábitos e atividades começam a cair. Pode ser desconfortável quando voce anteriormente se sentia confortável com estas atividades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – É muito desconfortável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Voce acha que está sendo desleal a Deus ou a este Guru. Então voce começa a procurar. O que é isso? Quem está consciente disso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Mas o que eu faço com todas estas perguntas na minha mente? O que é isso que nós chamamos de Deus? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Nós náo temos uma palavra para a Fonte. Esta Fonte de onde tudo surge. Nós a chamamos Deus e porque a maioria das pessoas náo tem uma experiencia direta da Fonte, ela é objetivada e conceituada e transformada numa coisa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Mas agora eu não tenho nada. Eu era feliz eu tinha Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Agora entre nesse nada e veja de onde Deus se origina. Veja a Fonte de seu Deus personalizado. Ela é o próprio Deus. Somente através do entendimento incorreto se chega a algo. Faça um experimento e olhe para alem da mente. Voce vê algum Deus? Para quem voce precisa rezar aqui? Este Deus do qual voce está falando e para o qual voce está rezando é uma fabricação da mente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Eu tenho um pensamento de que Deus é um objeto então eu deveria parar de pensar sobre Deus, mas então eu não fico feliz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Então voce está apenas pensando que parou de pensar sobre Deus. Se voce simplesmente para, então qual é sua experiencia? Agora pare e daqui pra frente voce fala. Não mova a mente. Apenas aqui, neste instante, este microsegundo. Qual é a sua experiencia?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Um monte de luzes na minha cabeça. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Alguma infelicidade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Náo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;O que voce sente em seu coração? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Paz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Paz. Tão amoroso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Qual o propósito da meditação? O que ela realmente faz? Porque eu fiz um monte e às vezes havia muita clareza. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;O que a maioria das pessoas chama de meditação é concentração. Voce se concentra ou na respiração, num mantra, num certo ponto de seu corpo ou na face de seu Guru. Há muitas meditações diferentes. Quando voce concentra, a mente não se move. Quando a mente não se move, há uma experiencia que é chamada ‘Samadhi’. Se isso se torna muito intenso e direto, voce pode experimentar ‘Nirvikalpa Samadhi’, no qual não há nenhum pensamento por horas ou semanas. E se voce realmente focar, voce pode fazer isso por anos.&lt;br /&gt;Havia um yogi que era muito focado e ele podia parar a mente. O rei ouviu sobre isso e disse, “Alguém que pode parar a mente por uma semana, eu lhe darei o melhor cavalo do reino”. Este yogi era muito orgulhoso de sua habilidade. Ele veio, sentou-se quietamente e entrou em Samadhi. Uma semana se passou, um mês se passou, passou um ano, passaram-se dez anos. Finalmente ele saiu do Samadhi. Ele disse, “Onde está meu cavalo?” – O cavalo tornou-se muito velho. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;(risos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;O que estamos falando aqui é chamado de ‘Sahaja Samadhi’, o qual é chamado de estado natural. Isso significa o fim da mente, não apenas a parada da mente. Se voce para a mente, no momento que voce cessa a técnica de parar a mente, a mente estará de volta. O que estamos falando aqui é ‘Atman Vichara’ inquirir dentro da fonte da mente. Aquilo que está consciente da mente é chamado de ‘Atman’. Ele não é um objeto. Quando voce está acostumado a focar em objetos, voce pode trazer sua mente para um único objeto com um enorme poder de vontade e mantê-la apenas lá. E há benéficos à saúde com isso, eles provaram isso com a Meditação Transcendental. Mas isso náo é o fim da busca. Para o fim da busca, voce deve ver quem está consciente da atividade de buscar. Quem está consciente da mente? O estado natural é, simplesmente ver quem é voce e permanecer com Isto!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Q – Eu me lembro que Nisargadatta também se referiu à meditação. Que ele mesmo a fez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:windowtext;"&gt;Ele estava apenas olhando para ver quem ele era. Seu Guru lhe disse, “Descubra quem é voce”. E foi com isso que ele permaneceu. Isso é chamado ‘Vichara’, o qual é inquirição. Náo importa o que venha, voce pergunta, “Quem está consciente disso?” “Eu estou.” Então “quem sou eu?” Quando voce está perto de alguém cuja mente é quieta, ele pode apontar Aquilo para voce muito rapidamente. Voce experiencia a si mesmo e isso é uma grande sorte. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-LEFT: 35.4pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;a href="http://www.isaacshapiro.de/librarypages/library_outbreak.html"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;http://www.isaacshapiro.de/librarypages/library_outbreak.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;A Existência é dádiva de Luz abundante&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;*Swami Sunder Svarupo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:bukosari@yahoo.com.br"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;bukosari@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Dezembro de 2005 - Bernardino de Campos – SP - Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:blue;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: 17pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:blue;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-5082315175440447662?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/5082315175440447662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=5082315175440447662' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5082315175440447662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5082315175440447662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/08/excertos-de-erupo-de-paz-isaac-shapiro.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-5345689586931254605</id><published>2007-08-29T18:43:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:30:49.397-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="heading"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Ninguém pode tornar-se o que já é!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="subheading1"&gt;&lt;span style="font-size:12;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Gary Merrill em conversação com Tony Parsons&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;hr align="center" width="100%" size="2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 1pt; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: 1.5pt solid"&gt;&lt;p style="BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;Tradução livre: Sw. Sunder Svarupo*&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:andresvarupo@hotmail.com"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal;font-size:100%;" &gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="heading"&gt;&lt;span style="font-size:12;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textintro"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Em Julho de 2003, a pedido de Amigo, Gary Merrill e Tony Parsons tiveram uma conversa no jardim de Tony. A idéia original era conhecer um pouco mais a vida pessoal de Tony. Mas é claro aquela curiosidade, bem cedo deu lugar ao anelo sincero de escutar sobre a não-existencia da pessoa. Para começar a conversa Kees Schreuders, o editor de Amigo, tinha dado quatro perguntas a Gary sobre o como e o porque da busca pela liberação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Dualidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Kees originalmente queria saber mais sobre como era a pessoa Tony Parsons, mas o Tony pessoal é simplesmente o Tony pessoal, nada em especial?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Não ha nada de grande interesse neste assunto, ele é simplesmente o que surge. Mas não há um individuo chamado Tony Parsons, não ha nenhum individuo chamado Gary, não ha nenhum individuo chamado Kees. A idéia inteira de individualidade é parte do sonho. Assim há um personagem, há características desse personagem Tony Parsons, mas eles são simplesmente parte da manifestação, não há ninguém aqui. Não há ninguém em lugar algum. Esta é a diferença fundamental entre dualismo e não-dualismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Sim, talvez fosse interessante ver que isso não é realmente um ensinamento, porque isso é uma atualidade. Não é realmente ensinar alguém sobre isso, porque isso é uma verdade, isto já está lá. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Sim, e isso é onde a dualidade entra de novo. Por chamá-la de verdade, parece termos criado a possibilidade da não-verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim, e depois ha um individuo de novo, mirando em algo chamado verdade, enquanto liberação é ver que tudo que é, é isto. É simplesmente a celebração de saber isto. E isto é o que surge. E naquilo que surge, é claro, está a idéia da verdade e da não-verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: E a idéia de Tony Parsons que surge como isso no momento, mas isto não significa que aquele conceito tenha qualquer substancia por trás dele. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Não, e eu penso sobre a dificuldade. . . a dramática diferença entre não-dualismo e dualismo é este inteiro conceito de existir uma pessoa. Quando quer que você entre em dualismo, você está de volta ao sonho de falar a um aparente individuo que tem uma escolha, e tal coisa não existe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Por dualismo eu acho que estamos dizendo um mim e um não mim, um alguém e um outro alguém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim, e também em dualismo você tem o preferido e o não preferido, o melhor e o pior, enquanto que em não-dualismo há simplesmente o ver disto, sem qualquer questão e julgamento ou qualquer coisa desse tipo. Há apenas a total aceitação disso por ninguém. E, voltando ao ensinar e não ensinar, no que me diz respeito eu definitivamente não sou um professor. Não há ninguém que seja um professor. Eu não sou iluminado; ninguém jamais tornou-se iluminado. E o que acontece em encontros e neste tipo de conversação é que há uma descrição daquilo que já é. Trata-se simplesmente de um compartilhar de uma descrição de algo que já é o caso, ao invés de um ensinamento sobre ter que se tornar algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Compreensão &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Eu penso que isto se infiltra em palestras e encontros, que há uma diferença sutil entre você e outras pessoas e que de algum modo tem-se que compreender alguma coisa a fim de estar no mesmo nível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Bem, veja você, no que me diz respeito isso vai alem de compreensão. Acho que o que eu diria às pessoas é que o que acontece com a compreensão em encontros é que este entendimento é ainda conceitual. E assim as pessoas podem vir para estes encontros com entendimentos e conceitos sobre o que eles pensam que eles são e o que é iluminação, mas estes são dissolvidos em claridade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Vamos voltar ao dualismo. Eu estava pensando sobre isso esta manhã, tentando pegar o que realmente queremos dizer com isso, procurando no dicionário por uma definição concordante. E parece que eles o classificam como vendo o mundo como duas coisas separadas, tal como espírito e matéria, como duas entidades diferentes, ou bem e mal, bom e demoníaco, como duas entidades separadas. O que eu estava tentando dizer, com não-dualismo, talvez, é que uma coisa não surge sem a outra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Bem, no que me diz respeito, não dualismo é realmente o ver que há somente unidade ou unicidade, em tudo. Tudo é somente o uno aparecendo. Ele aparece como dois, mas é o um aparecendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Contudo quando nós expressamos o entendimento ... parece como se alguém o entendesse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Bom, essa ainda é uma situação sujeito-objeto; é algo compreendendo alguma outra coisa. Veja você, tanto quanto eu possa ver, o que acontece nestes encontros- e parece acontecer mais e mais poderosamente – é que as pessoas escutam isso, trazem seu entendimento e escutam isso, e vem a desistir de todo senso de que possam encontrar qualquer coisa ou que possam chegar a qualquer lugar ou tenha que se tornar qualquer coisa. E de um modo ou de outro o que também acontece é o começo de um senso de algo que já é. Porque realmente há duas coisas que acontecem em encontros, um é falar para a mente, falar para entendimento e dissolução disso: tirar um espinho com outro espinho. A outra coisa que acontece nas entrelinhas, que é muito mais poderosa, é de alguma forma sabedoria falando para sabedoria, de modo que há uma conversação subliminar a qual está alem das palavras, a qual toca o sentido daquilo que é, desperta o senso de simplesmente saber o que é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Simplificação &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Então devemos chamar isso de um processo de simplificação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Ele é uma total simplificação. Ele é uma percepção totalmente radical, a qual está alem da compreensão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Eu acho que nós todos viemos com a noção de que temos que tornarmo-nos iluminados de alguma forma. Mas isso parece cair direto nas mãos do dualismo, de que há situações iluminadas e não-iluminadas. Falando com você no passado, eu sei que você pensa que um monte do assim chamado não-dualidade ainda está fazendo o mesmo jogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Absolutamente, absolutamente! Diretamente um assim chamado professor ou comunicador presume e fala para um individuo como se ele tivesse a escolha sobre tornar-se ou encontrar algo, você está de volta ao sonho, e reforçando o sonho de individualidade, de separação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Então parece que até mesmo o falar pode trazer um problema que nem mesmo estava lá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Não, não é. Porque na realidade nós estamos falando sobre algo que já é e sempre foi e sempre será, se você pensa nisso em termos de tempo, o qual é uma outra idéia. Mas nós estamos de fato comunicando sobre algo que já é. E assim, é impossível para qualquer um tornar-se o que já é. Também é impossível para o você, fazer o você desaparecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Sim, e esse é um outro ponto, porque parece que o que acontece facilmente é que nos apegamos à idéia, a compreensão da idéia de que não há nenhum self e ninguém que faça, e então aquele conceito torna-se um ponto de referencia, uma crença, de novo, um modo de entender. Daí giramos em torno sendo nenhum self e não-fazedor... (Toni ri). Mas realmente você está tentando dizer que isso é mais simples que isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: OH, totalmente. Não apenas mais simples do que isso; isso é totalmente uma outra conversa. É inteiramente um outro modo de ver. A tentação de ensinamentos sobre meditação e todas essas coisas é a idéia de que de uma forma ou de outra podemos aplicar-nos em fazer que a não –dualidade apareça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Acordar: uma perda&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Assim vamos dar nessa conversação tola onde descobrimos que não o captamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim. Então, vamos examinar a primeira questão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: A primeira questão é ‘Qual é a utilidade ou o propósito da realização?’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Ok, ela vem totalmente da idéia de que iluminação ou despertar tenha uma utilidade. Mas para quem ela teria uma utilidade? Ela não tem qualquer utilidade para ninguém. É claro que ela não tem qualquer utilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Existe um evento de iluminação ou despertar? Veja você, parece mesmo contraditório dizer que não há nenhuma pessoa iluminada e então falar sobre um evento de iluminação .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Aquilo era o gancho que eu nem pensaria em falar, é que de fato o despertar ou liberação não é o ganho de algo; é a perda de algo. E tudo o que isso é, é a perda do buscar. E individualidade vem direto do buscar. O momento da separação se dá quando somos crianças muito pequeninas, é quando o buscador surge, e com o buscador obviamente, surge o individuo que está buscando.Despertar é simplesmente a dissolução daquela busca e como conseqüência óbvia a dissolução do individuo. Despertar é simplesmente a perda da idéia de que exista alguém. É simples assim. E quando isso é perdido . . . é apenas uma idéia, apenas crescemos com uma idéia de que somos pessoas, de que somos pessoas separadas.. . Quando aquela idéia cai, então aquilo que existe sempre e constantemente lá é o ver, a unicidade. Assim você poderia dizer que em minhas palestras . . . eu digo que há uns poucos raros que são o que eu chamo claramente não-dualistas... O que está acontecendo é destruição. Você está destruindo a idéia de individualidade. ‘Você’ não está . . . mas isso é o que surge desses encontros. Assim as pessoas podem vir aos encontros com uma idéia de que são indivíduos. E eles podem sair com absolutamente nada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Sim, e ao contrário, as pessoas podem vir com a idéia de que eles não são indivíduos e toda aquela bagagem, a qual vem junto com o tornar-se um buscador, tais pessoas podem ter uma tremenda compreensão intelectual e podem argumentar ‘até que as vacas voltem para casa’ mas não se trata desse tipo de entendimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Não mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G:Você diria que não se trata absolutamente de compreender?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: De fato não se trata de compreender. Despertar, liberação está totalmente alem da compreensão. Mas compreensão de certo modo ajuda, porque de um modo ou outro nós chegamos a ver, chegamos a compreender que não há nada para compreender. (risos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Bem, voltamos à dualidade, então talvez pudéssemos ver claramente que a iluminação e não-iluminação formam uma armadilha; quanto mais eu tento ser iluminado, mais dês-iluminado eu estou, colocando desse modo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Assim em algum ponto deve haver um abandonar da busca pela iluminação, não por que a pessoa está certa de não obter nada, mas porque a idéia inteira é contraditória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Ela é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: É como tentar praticar amor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim, é. E é como um peixe nadando no mar procurando o mar. (risos novamente)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;O convite&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Assim, possivelmente aquele entendimento é uma preparação e uma tentativa contraditória de alcançar algum lugar que não exista mais, se o tentar chegar a algum lugar de fato o leva para mais distante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: No que me diz respeito – e não vejo isso sendo normalmente comunicado em outros lugares – no que me diz respeito nós de fato vivemos em estado de graça permanente. Vivemos em convite. Mesmo nas disputas, nas batalhas de tentar tornarmo-nos algo, é de fato um tipo de convite às avessas porque isso nos desaponta continuamente, e no final pode nos levar a ver que não há nada que possamos fazer. Não há ninguém que possa faze-lo. Assim no que me diz respeito eu vejo toda essa manifestação e a busca – e essa manifestação é apenas a busca pela unicidade, não é nada mais – é um convite, um constante convite, para ver que não há nada a ser encontrado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Um convite não para alguma coisa, como se o experienciar de certa forma fosse negativo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: é isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: A iluminação e a experiência do despertar é uma descoberta de um princípio negativo talvez, ou uma perda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Ou uma perda. Mas estamos sendo constantemente convidados a desistir de certo modo, a perder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Somos continuamente convidados para essa perda . Acho que isso tende a ser ouvido como um convite para algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Eu sei. É uma palavra difícil, e algumas pessoas acham-na difícil de lidar. Mas a graça é o outro mundo, mas não posso . . . quero dizer, de uma outra maneira você poderia dizer que tudo o que se manifesta é a essência da unicidade que vem direto do amor incondicional. Então estamos andando ao redor do amor, apenas não o sabemos.(risos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Bem, acho que há uma tendência de querer estar em outro lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Bem isso é o que é o evitar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Toda a idéia de graça e ensinamento espiritual é que vai levar tempo para chegar daqui até lá. E eu penso que estamos dizendo, ou você está dizendo que não há necessidade de nenhum tempo para isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Porque isso é ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Qualquer tomada de tempo é realmente a tentativa de obter algo. Mesmo se isso for a tentativa de perder algo, ele ainda é o tentar obter algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Absolutamente. Sim, eu gosto dessa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: O que há para ser perdido pelo mecanismo corpo-mente? De um modo, qual é a cenoura em tudo isso? Não há nenhuma cenoura sem um bastão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: . . .O qual está diante de você? O outro ditado que eu gosto é que as pessoas buscam algo no horizonte distante, e isso permanece continuamente no horizonte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;nenhuma resposta&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: É a auto-realizaçao a resposta para a vida, mas sem ser uma resposta para os problemas da vida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Bem, o modo que eu responderia isso é que eu estou bem claro de que não há resposta. A resposta à vida é que não há nenhuma resposta. Essa é de fato a resposta. Não há nenhuma resposta para a vida, a vida é a vida simplesmente e quando a liberação acontece, então há apenas o conhecer a vida, não há ninguém lá, há apenas o conhecer a vida. E se problemas surgem, eles simplesmente aparecem e são vistos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Acho que o que está realmente acontecendo com as pessoas não é só que elas estão buscando iluminação; mas sim que elas estão tentando sair da merda em que estão, da situação, de toda a sua estória de vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim, as pessoas buscam a felicidade pessoal, ainda que elas ao final estejam apenas buscando por essa unicidade. Mas a pessoas pensam que elas buscam felicidade; iluminação não tem a ver com felicidade. (risos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Não, mas as pessoas pensam que é assim quando estão em seus sofrimentos e problemas. Eu acho que a maioria das pessoas estaria feliz se eles terminassem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: OK, assim iluminação – ou despertar ou liberação -é a palavra que eu uso esses dias – é de fato não o cessar dos problemas ou do sofrimento. Ela é a realização de que não há ninguém que tenha um problema e que não há ninguém que sofra. Isso faz uma grande diferença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Sim, eu penso que obviamente a maioria das pessoas desafiariam isso, já que sua experiência imediata é problema, e dor e dificuldades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Todo o tempo eles ainda estão no sonho, eles não... não há meio de ver isso. Mas após a liberação se vê que ninguém jamais precisa sofrer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Bem, não-sofrimento já é o caso, por um lado, mas isso parece contraditório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim, eu quero dizer, você não pode dizer que o sofrimento não apareça, por que ele aparece, mas ele aparece para ninguém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Porque alguém deveria se ocupar com a realização?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Não há o que fazer. Não há ninguém no mundo que não esteja ocupado com isso. Todo o tempo existe um buscador; Há uma ocupação com a auto-realização ou liberação. Todos no mundo almejam chegar em casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Acho que há obviamente um desejo pelo relacionamento de algum tipo. Isso pode não ser formulado como unidade, mas há um busca pelo relacionamento. O que estamos dizendo pareceria ser a única coisa que as pessoas não querem, que é estar vazias delas mesmas. Assim isso é quase um tipo de piada cósmica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim, as pessoas buscam conforto, porque elas pensam que isso as satisfará, mas isso nunca acontece. Você poderia ter todo o conforto do mundo, e ainda haveria um desapontamento sutil. As pessoas vivem no que parece ser o que alguém já disse... um desespero silencioso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Ausência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: O que mais tememos é o que mais necessitamos. Estar ausente, não ter o poder...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Essa é a piada cósmica! (risos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Assim de um certo modo é o paradoxo; que isso que de fato procuramos evitar é aquilo que estamos precisando abraçar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: A horrível agonia de tudo isso e a luta que se tem – e eu ouço a mente continuamente surgindo com todas as suas armas, especialmente em encontros – é essa contradição horrível do que almejamos, mas sobre o qual ‘nós’ não podemos fazer nada a respeito. Isso é uma agonia (risos), porque a mente está continuamente em movimento e querendo fazer algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Sim, isso deve estar continuamente fazendo uma diferença, entre uma coisa e outra, entre como é e como deveria ser. É muito simples nesses termos, uma vez que os ‘deviam ser’ se vão, um monte de bobagens vão com eles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Oh, totalmente: todo o devia e não devia cai por terra. Isso é liberação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Quer dizer, mesmo então, devia e não devia, podem ainda surgir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Oh certamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Um monte de preferências podiam surgir, mas não se está mais no jogo de pará-las ou iniciá-las.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Não, nunca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: O que se conclui é: se previamente a pessoa tivesse controle ou não e se quisesse estar em uma situação diferente, onde se tivesse o controle, mas. . . isso nunca surge realmente como uma diferença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Não, quer dizer, eu acho que a maioria das pessoas vivem como diretores-gerentes de suas vidas. É assim que elas pensam que vivem, de fato elas não tem qualquer controle, porque não há ninguém que possa escolher ou não escolher. Mas a ilusão é de que elas estão dirigindo-gerenciando suas vidas. Liberação é o completo abandono de tudo isso, e o deslumbramento disso . .. (...longo silencio) E isso é um acontecimento muito intimo. Você sabe, o deslumbramento disso é o deslumbramento do sentar-se em uma poltrona, o escutar os pássaros, beber água, qualquer coisa. É o deslumbramento do absolutamente comum e intimo; é o deslumbramento da infância.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Claro, a mente agarrará aquilo e dirá ‘eu não sou como uma criança o bastante’, ou você sabe, ‘eu quero ser como uma criança, eu não quero as responsabilidades’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Mmmm sim, isso é outro modo de ser, eu devo tornar-me como uma criança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Assim de novo isso é um insight dentro do dualismo: que alguém possa ser uma coisa ou outra; há uma chance de ser uma ou outra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: É por isso que para mim, quando ouço falar de ensinamentos que aconselham a tornar-se honesto, tornar-se totalmente passional sobre a iluminação, você sabe . . . eu não consigo imaginar as pessoas tentando honestamente descascar batatas, honestamente dirigir um carro. Isso está alem de mim, a idéia inteira de que alguém possa tornar-se honesto, que alguém possa ser totalmente passional, tão passional sobre a iluminação que eles saltem em um abismo. Assim, você sabe, as pessoas andam por aí passionalmente querendo descartar-se? Isso é pura bobagem, toda essa idéia de que devemos comportar-nos de uma certa forma. E Balsekar de fato diz totalmente o oposto sobre iluminação. Que de fato quando você desiste de dar importância à encontrar a iluminação então possivelmente ela acontecerá. Então você tem pessoas ao redor não se importando sobre ela. Isso é totalmente ridículo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Sim, mas então, a mente está desesperadamente insegura. . .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Sim, e desejando ter um objetivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Algo em que se segurar, quando na realidade, isso é aquele vazio . . .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: . . . que está sempre presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="subheading"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Presença&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Agora isso é outra coisa interessante, que nos últimos 5 anos o que eu tenho dito é exatamente a mesma coisa, mas a mensagem se tornou muito mais refinada, muito mais simples e direta. O que por exemplo está aparecendo muito agora com as pessoas, é falar com elas sobre o senso de existir, o senso de que elas tem sempre pensado que existem, e começam a ver que não é o mim que existe, é a presença que existe. E esse senso de . . ., mesmo quando estamos conversando, você e eu, existe algo mais que sabe que esse evento está acontecendo; aquilo é o que somos. O que somos é aquilo o qual se senta aqui e sabe que você e eu estamos tendo essa conversa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Mesmo no corpo, você sabe, para um monte de gente, porque eles localizam a idéia de um mim – o qual de verdade é a energia de presença. É um sentimento localizado mesmo por trás dos olhos, de algo que está simplesmente atrás dos olhos, de que aqueles são os olhos que estão para algo. E pensamos que somos nós que estamos olhando para Gary, mas de fato não é eu, é a presença. É a presença de consciência. E ela está emergindo muito mais, isso está realmente tocando as pessoas. Porque você sabe, o que eles estão vendo é que na vida cotidiana, eu suas próprias atividades, dirigindo um carro, descascando batatas como eu disse, você sabe, ou bebendo água, existe aquele que sabe o que está acontecendo. Assim ela é uma constante presença viva. Um bom numero de pessoas despertaram através dessas palestras, e eles estão continuamente me dizendo que eles realizaram que a coisa que eles descobriram tem estado sempre lá. Ela tem estado sempre lá, presença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Essa idéia de presença e ausência é muito interessante, porque tememos a ausência, mas gostamos da idéia de presença; para preencher nossa ausência com a idéia de presença, para tornar-se presente. Enquanto o que você está falando sobre um evento de iluminação é que ele é uma perda, de fato, a descoberta da própria ausência. E é a ausência, pela ausência que se é tocado, emocionalmente tocado quando ela move o coração, abre o coração pela realização de nossa própria pequenez, ou própria ausência. Parece que é esse vazio quem abre o coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: OK, sim eu escuto exatamente o que você diz, mas eu penso que quando você começa a falar sobre o coração isso torna-se perigoso de novo, porque você está se movendo sobre o lado devocional. Há duas abordagens para a iluminação: há uma tendência natural nas pessoas de serem atraídas para o total desapego ou para a total devoção, dependendo de seu caráter. Mas de fato liberação é o casamento e a extinção do desapego e da devoção. Ambos se extinguem. Como um homem e uma mulher, o macho e a fêmea eventualmente extinguem-se mutuamente. Despertar está completamente alem do desapego ou da devoção. Existe uma terrível quantidade de pessoas que alcançam um elevado grau de desapego e acreditam que eles são iluminados e correm para ensinar desapego a outras pessoas. Há também um outro grande numero de pessoas que alcançam um alto nível de devoção emocional, e pensam que estão iluminadas, assim eles ensinam. Mas nada disso é o que se chama de liberação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Eu penso que um monte de gente deixará essa conversação porque ela parece muito intelectual, por exemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: É por isso que nas reuniões eu constantemente trago as pessoas de volta ao senso de saber o que está acontecendo, para uma sensação atrás dos olhos ou no corpo ou mesmo atrás da cabeça, de saber que o que está acontecendo é conhecido. Isso é mover-se de volta ao senso de saber, ver, consciência, ou como quer que goste de chamá-lo. Porque isso move você para fora desse jogo intelectual de palavras, e o leva de volta para o corpo, para o senso do que é imediato. (longo silencio) Eu acho que tivemos uma conversa realmente boa. Acho que de fato cobrimos a maioria das coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Cobrimos a maioria das coisas, fomos aos fundamentos. Dissemos que não se trata de obter algo mais, mas de descobrir que o ‘mim’ nunca esteve lá em primeiro lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="text"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;T: Eu não gosto de chamar o eu de ilusório, eu não gosto de chamar coisa alguma de ilusão, essa é uma palavra enganosa, ela vem do oriente. No que me concerne, a idéia do mim, e toda a manifestação é apenas aparência, apenas uma aparência. Não se pode dizer que ela seja real ou irreal. Todo o tempo há um senso de separação, o que é visto é irreal, ele é visto como separado. Após a liberação o que é visto é real, porque ele é visto como a expressão de amor incondicional, como expressão da fonte ou o absoluto ou nada e tudo. Eu gosto dessa coisa de Nisargadatta, a sabedoria de saber que você é nada, a qual é muito desapegada, e de que o despertar é realmente saber que você é tudo. Elas são os dois que se casam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textvragen"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;G: Obrigado Tony&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="schrijver"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;[interview Gary Merrill: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.garymerrill.com/" target="v"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;http://www.garymerrill.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="voetnoten"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Tony's website: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.theopensecret.com/" target="v"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;http://www.theopensecret.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-5345689586931254605?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/5345689586931254605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=5345689586931254605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5345689586931254605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/5345689586931254605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/08/ningum-pode-tornar-se-o-que-j-gary.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-8551627090252496598</id><published>2007-08-29T18:41:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:29:12.215-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;ISSO É VISTO, MAS NÃO HÁ NINGUÉM VENDO&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Han Van Den Boogaard conversando com Tony Parsons&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Hotel Ambassade, Amsterdam – 4 de Abril de 2005&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;___________________________________________________________ &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;Tradução livre de Swami Sunder Svarupo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Todo tipo de professores no Oriente e no Ocidente afirmam estar falando de uma perspectiva não dual, e contudo a maioria desses ensinamentos ainda entrega uma mensagem dualística de ‘tornar-se’, dirigida ao individuo na busca pela realização pessoal, e acreditam que a visão liberadora de Unidade surgindo como toda a diversidade da vida já é tudo o que é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;O modo de Tony Parsons expressar a verdade deve ser o mais radical e conseqüente de todos. Ainda que ele como pessoa seja amigável, simples e acessível, ouvindo a mensagem de Tony você é deixado com nada para se segurar, e contudo mais e mais pessoas estão sendo atraídas para seus encontros pelo apelo inato de sua clareza de comunicação direta e profunda..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Nos encontros, uma das perguntas que continuam surgindo é: “então o que você está dizendo é que eu não posso fazer nada, e que eu não tenho qualquer responsabilidade?” E eu continuo a repetir: não, eu não estou dizendo que você não pode fazer nada, porque isso implicaria que houvesse alguém que não pudesse fazer nada. Mas a realidade é: não existe ninguém. Isso é algo totalmente diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Muitos assim chamados pessoa-Advaita simplesmente odeiam essa mensagem. Eles continuam voltando ao argumento de que o que eu digo promove a preguiça, que isso é algo horrível, terrível de se dizer. Eles não compreendem o que basicamente, fundamentalmente está sendo dito, e isso é que não há escolha, não há nenhum livre arbítrio. Não há ninguém. Eles ainda acreditam total e completamente na realidade da escolha individual. Para eles escutar que não há ninguém . . . é impossível para eles ouvirem isso. Assim eles continuam a argumentar em dualidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Por outro lado: Eu sei de pessoas que vieram uma vez e viram isso totalmente. Outros vêm aos encontros umas poucas vezes, e depois toda a idéia de individualidade simplesmente desaparece. Ela se desmancha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Despertares estão acontecendo em todo o lugar dessa vez. E o que as pessoas dizem é que quando isso acontece, eles se dão conta que isso é absolutamente natural e comum. Nada fora do comum, de certa forma. Por outro lado, isso é absolutamente maravilhoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Você faz uma distinção entre despertar e liberação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Nós nos tornamos separados e tomamos o pensamento “Eu sou uma pessoa separada” desde uma tenra idade. E naquele momento de separação, a busca começa. Buscamos por aquilo que pensamos ter perdido. E assim crescemos em um mundo onde somos ensinados a esforçarmos-nos e a fazer nossa vida funcionar, e depois é possível que comecemos a procurar por algo alem do ser bem sucedido no mundo, e iluminação é uma dessas coisas pelas quais buscamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Iluminação como um outro modo de sermos bem sucedidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Certo. E usualmente vamos a um professor que ensina que ainda há um indivíduo com escolha. A maioria dos ensinamentos é assim. É muito raro encontrar um ensinamento como esse, que é tão radical. Para mim, o buscador está lá buscando, e então vem um momento quando não há mais buscador,não há mais tempo, há apenas unidade. E isso não é visto pelo buscador, mas simplesmente visto por ninguém. Isso, para mim, é despertar. E após isso há uma percepção totalmente diferente, mas em um nível sutil ainda há uma pessoa, ainda há uma busca acontecendo, um querer saber o que aconteceu. A pessoa volta e quer possuir o que simplesmente aconteceu. Ele não o compreende e assim há um período de integração do que aconteceu, e a pessoa quer possuir aquilo. Pode –se permanecer nisso pelo resto da vida. Ou liberação pode acontecer, a qual é a realização de que o buscador que quer possuir aquilo é também Unidade. E quando isso é realizado, subitamente é visto por ninguém que há somente Unidade, e então está tudo acabado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Em liberação não há mais um senso de haver um individuo separado. Liberação é o completo fim do senso de separação. Mas ainda há um organismo corpo-mente que tem memórias condicionadas, e tem respostas e preferências. Isso é vivacidade. Isso, continua.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Emoções ainda continuam a aparecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Oh absolutamente. Tudo pode acontecer, Nada é negado. A diferença entre liberação, ou melhor: entre liberação e individualidade é que quando uma emoção como raiva surge, ela simplesmente surge para ninguém, mas em individualidade, todo o tempo há um individuo que pensa que é a sua raiva; que ela está acontecendo a ele, que ele a possui. Em individualidade há sempre uma posse de tudo. Em liberação não há ninguém que possua a raiva, mas ainda assim a raiva pode surgir, como antes – para ninguém. Em individualidade a assim-chamada pessoa continua a pensar que ela está acontecendo a ele. Em liberação ela é simplesmente raiva, acontecendo para ninguém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Não está ainda presente lá uma sutil dualidade, porque por um lado há raiva relacionada ao ego, e por outro lado há algo testemunhando isso..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Bem, sente-se assim, mas em liberação não há nenhuma testemunha. Ela está acabada. Em despertar pode haver uma testemunha e mesmo antes do despertar pode haver uma testemunha, mas em liberação não há nem mesmo algo que esteja atento da manifestação. Há apenas ser, o que quer que seja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: E isso não é compreensível . . .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Não, isso é um mistério total. E claro isso vai contra a maioria dos ensinamentos, que ensinam que em iluminação não há nenhuma raiva, nenhum pensar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Isso é ignorância. Essa é uma idéia de como a perfeição devia ser e isso é outra prisão. Em liberação, nada é negado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Tudo é perfeito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Tudo é perfeito, mas isso não está acontecendo para ninguém mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Quando se é uma criança, também não há ninguém para quem as coisas aconteçam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Não, apenas ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Você acha que isso é um desenvolvimento natural inevitável que uma criança cresça nessa ilusão de ser um individuo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim, absolutamente. Unidade quer jogar o jogo de ser um individuo, procurando por algo chamado ´não ser um individuo´. Unidade quer jogar o jogo. A unidade está certamente fascinada por não ser Um.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Você concorda que o Despertar pode ser comparado a olhar para aquelas gravuras muito especiais, onde você só vê pequenas linhas e pontos, e eles dizem: você tem que olhar atrás daqueles pontos. Você tenta muitas vezes e então de repente uma bela figura tridimensional aparece?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim. E o estranho é: esse ver parece ter algo a ver com o relaxamento, com o suavizar dos olhos, e então de repente algo mais emerge. Agora, o problema com isso é que a mente dirá: `Ah, então é assim que o despertar acontece. Tudo o que tenho que fazer é relaxar´, você sabe, e então você está de volta na roda, de volta ao moinho, porque isso é um outro meio de vir a ser. Esse é certamente um bom exemplo disso: ver algo que está lá que você pensa que não pode ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: E uma vez que você o tenha visto, você o verá de novo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Então está tudo acabado, sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Mas não há nenhum modo de produzir um modo de vê-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Não é possível para o buscador que é sonho, despertar. Não existe tal coisa como uma pessoa iluminada. Nenhuma pessoa pode despertar. Quando não há nenhuma pessoa, então há isso que sempre é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: As pessoas tendem a buscar por iluminação pessoal, então?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim. Bem, a mente quase sempre faz uma imagem de como seria a iluminação. Isso é algo muito pessoal. Todos nós temos uma imagem de como pensamos que seria se fossemos iluminados. Ela não tem qualquer relevância para o despertar. Mas é uma imagem muito tentadora. De certo modo, isso é ainda melhor que ganhar na loteria. È como: ´Uau, agora eu sou um superstar`.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: E todos os problemas acabarão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim, e todos me adorarão . . . (risos). Essa é a imagem que a mente gosta. É claro, você vê muitos exemplos disso no mundo . . . pessoas que jogam que estão iluminadas, ou que expõem essa mensagem. E eles se tornam glorificados de certa forma. O mundo no qual vivemos é tão interessante, ele é tão doce, e fascinante. Porque alguém diz: ‘eu sou isso’ ou ‘eu sou aquilo’, e então as pessoas na audiência também querem se tornar aquilo. Eles buscam algo especial lá, eles também querem ser especiais. É uma droga maravilhosa. Assim isso se torna maior e maior. É uma concordância mútua em ser especial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: O discípulo faz o guru, e o guru faz o discípulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim, absolutamente. É um sonho. E é claro o mais importante para o guru é oferecer à pessoa algo para fazer. Essa é a droga. Se ele pode pensar em algo que possa ser dado para se fazer, ele obterá uma audiência cada vez maior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Isso é diferente de quando as pessoas começam vir a alguém e pedir que ele diga algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim, claro, em liberação não há ninguém realmente dizendo nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Não há ninguém lá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Eu tenho um monte de gente que nunca mais volta, porque eles não querem escutar ‘não há ninguém, e não há nada que possa ser feito’. Isso não é atrativo para eles. Isso não deixa nenhuma esperança. As pessoas querem escutar que há esperança, e que eles podem fazer algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Mas o ponto é, você vê, que em liberação não há ninguém para comunicar coisas, não há nenhuma agenda, não há nenhum motivo, há apenas o que está acontecendo. Então não há motivação para captar pessoas, ou para fazer as pessoas crerem nisso ou naquilo. È apenas alguém lá de pé, respondendo e falando, sem qualquer idéia de ir a qualquer lugar. Porque, no que diz respeito ao orador . . . no que diz respeito á liberação, a audiência já é liberada. Assim, basicamente, isso não é um ensinamento, isso é um compartilhar de algo já conhecido, um recordar. Isso já é totalmente conhecido, mas não pela mente. Há pessoas que pensam que eles vêm para obter algo, e então eles de repente reconhecem que de fato trata-se de perder algo, e há um tipo de reconhecimento de algo já conhecido, não por eles, mas pelo Uno. A Unidade sabe que só há unidade, mas ela finge não saber. Então as pessoas vêm e fingem que elas não são o Uno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: É a Unidade falando para si mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim, absolutamente. Desse modo isso é adorável. . . Não há ninguém lá tentando fazer algo. Eu nunca sei o que eu vou dizer. Tony Parsons, o personagem, está surpreso com o que sai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Como eu vejo, você continuamente aponta para as pessoas que suas perguntas são embasadas em uma perspectiva errada, que é: a perspectiva de ser um individuo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Não há nada certo ou errado, claro. Mas isso é uma ignorância. As perguntas vêm da idéia, da absoluta idéia de que há um individuo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Algumas vezes você não responde às perguntas diretamente. Você apenas tenta apontar o fato mesmo da ignorância delas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Ninguém está tentando nada. Mas o que de fato está acontecendo é que há uma contínua descrição ou revelação da realidade de que tudo o que há é Isso. Quando há algumas perguntas sobre reencarnação, eu digo que não há ninguém para reencarnar. E então eu digo: ‘Assim, o que está acontecendo agora, o que você está sentindo exatamente agora?’ “Oh, eu sinto calor”. ´Okay, então o calor é Isso. Isso é o que está acontecendo. Existe algo que está consciente daquele calor, algo que não é você que está atento daquele calor’. Trata-se de continuamente trazer as pessoas de volta para a realização de que não há ninguém e tudo o que há é vivacidade. Tudo o que é, é o que parece estar acontecendo. É realmente uma dissolução da idéia de separação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Isso me faz pensar no modo como a meditação Vipassana funciona, porque ele também é o focar no que quer que você sinta, ou pense ou experiencíe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: O problema que se tem com a meditação formal é que alguém pode estar sentado na cozinha, tomando uma xícara de café, e então pensa: ´ -‘Ok, agora eu vou meditar e estar Naquilo’. Então o que a pessoa está dizendo de fato é que tomar uma xícara de café não pode ser ISSO, tem que ser lá em cima. Esse é o panorama mental. De fato, a realidade é que todos no mundo estão meditando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Você sempre fala de terapia como um modo inteligente de tornar a vida mais fácil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Tornar a prisão mais confortável. Sim. Bem, obviamente as pessoas por centenas de anos têm estado com medo ou o que seja, e se voltaram para a religião, basicamente, para se confortar. Você sabe, religião é o ópio do povo. E de alguma forma, isso está começando a cair. Nesse mundo aparente. Mas eu penso que um monte de gente está se voltando para terapia para tentar e fazerem a si mesmos mais confortáveis em sua separação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;No que me diz respeito, terapia é a coisa mais inteligente no cenário, mas somente para fazer a prisão mais confortável. Ela não tem qualquer conexão com o despertar, porque ela está funcionando em um individuo aparente que ainda está separado. Então você pode trabalhar sobre a raiva com alguém, e pode ser que por um tempo ele possa pensar que esteja lidando com aquela raiva, mas debaixo de toda aquela raiva ou ciúme ou neurose ou fixação, há algo com o qual não se lida na terapia, e isso é a separação. Então em terapia você está sempre tentando plugar um buraco destampando um outro buraco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Você tem uma bela expressão para isso: ‘isso é apenas trocar os móveis de lugar’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Sim, (rindo). As pessoas me dizem: ‘Oh, você está dizendo que meditação e terapia são bobagens’. Mas eu não estou dizendo isso. Meditação e terapia são o que eles são, eles são apenas coisas que estão acontecendo. O que eu realmente estou dizendo é que não há ninguém, nunca, para fazer qualquer escolha sobre isso.&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;Não há ninguém que possa escolher meditar ou ir para terapia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Sim, mas algumas pessoas têm pesadelos no lugar de sonhos. Então se o pesadelo muda para um sonho mais confortável . . .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Por que não fazer um sonho melhor? E de qualquer modo, você não pode fazer coisa alguma sobre isso. Isso apenas acontece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Ainda assim, eu descubro que mais e mais terapeutas tentam integrar a perspectiva não-dual em suas terapias. Você acha isso possível?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Isso depende. O que eu estou descobrindo é que há um monte de livros por aí chamados de livros de Advaita, há um monte de conversas sobre não-dualidade. Eu estive na América recentemente, e há centenas de diferentes processos acontecendo, e terapias e professores que afirmam ser não-duais. Não-dualidade tornou-se a palavra da moda. Na América, hoje em dia, você pode sair e comprar um hambúrguer não-dual, (risos)! Isso não em qualquer conexão com não-dualidade. Essas pessoas falam em um modo não-dual e dizem: Somente existe Unidade, e depois eles começam a dizer: nesse meio tempo, você tem que fazer algo como meditação a fim de encontrar. . . Isso é tão contraditório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Como as pessoas na América reagem as suas palestras?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Oh, alguns ficam consternados. Há frustração, raiva, e um tipo de riso de histeria que acontece em torno desse continuo afirmar que não há ninguém, não há nada.&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;“Mas o que dizer sobre isso?”, O que dizer sobre . . .”, &lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;e &lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;“o que eu posso fazer a respeito . . .”, você sabe. È maravilhoso ficar escutando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: Nossa sociedade está tão enfronhada no fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Certamente. Quando digo a algumas pessoas que não existe ninguém, e que não há escolha . . . isso é a ultima coisa que elas querem ouvir. Bem, com toda justiça, isso é a ultima coisa que qualquer um quer escutar. O que nós tememos mais é nossa própria ausência. Mas não há nada a temer. Isso é tudo o que há. Mas para a maioria das pessoas há esse medo de perderem a si mesmos. Eles temem perder o controle.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;HB: O que me tocou profundamente na ultima vez que fui em um encontro seu, foi o silencio entre a sua resposta e a próxima pergunta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;TP: Nos encontros, nós conversamos juntos, e em um nível isso é uma descrição de algo, isso aponta para algo alem da expressão. Mas a coisa mais poderosa na sala é a energia de ausência de fronteiras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;É por isso que a idéia de ter um retiro silencioso é tão ridícula. É artificial, porque o silencio surge naturalmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Até mesmo ao falar essas palavras agora, “é somente o silencio falando”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-8551627090252496598?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/8551627090252496598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=8551627090252496598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/8551627090252496598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/8551627090252496598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/08/isso-visto-mas-no-h-ningum-vendo-han.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-3483166063613434886</id><published>2007-08-29T18:40:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:26:44.280-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;A MENTE TEM PENSAMENTOS, NÃO VOCÊ&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-LEFT: 212.4pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: center" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;John Wheeler&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:180%;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ccccff;"&gt;Tradução livre de Swami Sunder Svarupo – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:bukosari@yahoo.com.br"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ccccff;"&gt;bukosari@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ; &lt;u&gt;andresvarupo@hotmail.com&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:10;color:#ccccff;"&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;hr align="center" width="100%" size="2"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Em seu livro você diz que a consciência não é afetada pelo pensamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;J: Sim, verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Mas sempre que tenho pensamentos negativos eu atenho maus sentimentos. Assim eu ainda estou sendo afetado pelo pensamento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;J: Eis o ponto. “Você” tem maus sentimentos, ou simplesmente há pensamentos e sentimentos surgindo na atenção, na consciência presente? O sol “tem” nuvens ou tempestades? É a mente que tem pensamentos, não você. Você está simplesmente consciente da mente. É como deitar-se na grama olhando para as nuvens. Você “tem” nuvens? Elas são “suas” nuvens? Não. De jeito nenhum. Você não se identifica com elas, e elas simplesmente passam. Você, como o conhecedor delas não é afetado. Assim, pensamentos geram outros pensamentos, mas você é o conhecedor deles. Você é o espaço no qual eles aparecem e desaparecem. O que acontece ao sol quando as nuvens vêm e vão? A consciência é perturbada com o surgimento dos pensamentos? Ela está lá antes, durante e após os pensamentos. Ela é você. Sua natureza real é imperturbável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Como eu descubro em mim aquilo que não é afetado pelo pensamento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;J: Simplesmente olhe como eu estou indicando e descubra que você permanece como você é, independente de quaisquer pensamentos, sentimentos ou sensações que estão acontecendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;CONSCIÊNCIA (ATENÇÃO) É O PANO DE FUNDO DE TODA EXPERIENCIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Saudações da Índia! Esta nota vai para você como uma marca de gratidão por seus claros e incansáveis balizamentos. Nos últimos meses, eu tenho entrado de novo e de novo em seu site. Um monte de clareza tem acontecido no processo. A ressonância é inconfundível, e não mental. Obrigado por isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Muito recentemente, a natureza totalmente imaginária do “eu” finalmente clareou, e com um pequeno “esforço sem esforço” de permanecer com a atenção ao invés de ir com o trem pensamento, a clareza brilha inteira. Todas as questões restantes, as dúvidas, dilemas foram vistos simplesmente como atividade mental ao acaso (randômica), sem nenhuma substancia real. E as profundezas da paz segurança, amor, e contentamento que essa clareza trás é sentida no âmago. Também, é visto que a consciência (atenção) ou a clareza é tudo o que há. Não se trata de um surgimento momentâneo, mas daquilo no qual (e do qual) tudo surge. E assim o que quer que venha é visto como um surgimento. Isso inclui pensamentos, sentimentos, velhos padrões mentais, medos e pensamentos e idéias sobre esse ensinamento inteiro. Há momentos quando a mente põe questões sobre o que está acontecendo (uma vez que toda essa certeza e paz são muito novas) e começa um sutil combate-mental. Mas a consciência vê aquilo também, e a paz retorna. É visto também, quão simples é tudo isso. Não é nada místico, nada espiritual, apenas o fato de ser. Eu acho que esse é o estado em que os pequenos bebês estão antes de terem se tornado espertos o bastante para imaginar a si mesmos como separados!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Contudo, quando eu saio e me junto às pessoas (estamos tendo um dos maiores festivais nesses dias, e há celebrações da comunidade), eu posso ver surgindo questões sobre se eu ainda estou consciente. Ainda que eu tenha visto completamente a falsidade de um “eu” separado, esta dúvida faz um retorno quando eu estou entre uma multidão de pessoas. Junto com isso, outras questões surgem e há um esforço para permanecer atento e presente. Isso cria dentro uma certa confusão, ainda que eu o reconheça como atividade mental insubstancial. Quando volto para casa, descubro que o questionamento está diminuindo e há um tipo de “retorno” ao básico como você aponta. Você poderia relatar-se a este tipo de situação? Eu espero ter conseguido me fazer entender. Tem sido demais ler seus indicativos. Como os aplico mais e mais, estou certo de tudo o que você diz – por experiência direta e não por compreensão mental. Contudo, algumas pontas soltas ainda são vistas rondando. Eu sei de quem? Mas quando elas surgem, a mente simplesmente tende a se tornar o jogador dominante. Eu adoraria ouvir de você se você tivesse algo a me apontar. Uma vez mais obrigado por estar aqui, compartilhando sua experiência que obviamente emana dos quartéis da consciência brilhante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;John: Obrigado por estar em contato e compartilhando seus insight. Tudo soa bem. Parece que os indicativos o estão levando de volta para casa. O básico está claro por você: 1) a inegável presença da consciência que você é, e 2) a não existência de qualquer entidade substancial na foto que você pode captar e chamar de “EU MESMO”. Estes são os insights centrais (essenciais).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Um par de comentários. A consciência que você é está presente sem esforço e não precisa de manutenção. Na verdade, é impossível sair daquela presença brilhante de ser-consciencia. Isso é simplesmente um fato inegável e inescapável. Todos os pensamentos, percepções e sensações necessitam da presença de seu ser-consciencia até mesmo para ser conhecida. Ela é o fundo permanente de todas as experiências. Até mesmo a ausência de experiência deve ser registrada sobre aquele fundo. Você é aquele fundo. Tudo o mais é apenas uma aparência surgindo e se estabelecendo nisso que você é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Imaginar que existimos como um self limitado separado de nossa natureza de presença-consciencia é o único problema. Contudo, a investigação revela que não há qualquer entidade separada ou self nesta pintura. Todos os outros hábitos e identificações estavam baseados naquela falsa ilação inicial. Eles só sobrevivem como hábitos da mente. Eles podem continuar a surgir por um tempo, simplesmente devido ao fato de que eles são hábitos. Contudo, uma vez visto, você não pode mais acreditar neles com a mesma força de antes. Eles são vistos como nuvens passando no céu sempre presente da consciência que é você. Nada precisa ser feito. Eles partirão por si mesmos. Se você está tendo problemas com eles, apenas veja que eles são pensamentos ou hábitos que se referem a um self imaginário. Então volte a ver que o self separado é apenas uma idéia – e não há tal coisa. Um exame imediato revela que você nunca partiu da clara consciência que você é. Vendo isto todas as crenças em idéias são cortadas e você simplesmente descansa como aquela presença que você é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Após um pouco de um exame como esse, você simplesmente deve admitir que este estado natural é sua posição corrente. Ele não é uma aquisição, mas apenas um reconhecimento do natural estado de coisas, o qual estava sempre presente mas não visto. Tudo isso se torna claro fácil e naturalmente quando o básico se assenta como acontece com você agora. Sinta-se livre para ficar em contato se você tiver qualquer questão ou comentários para compartilhar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;MANTENHA-SE NO FATO DE SEU PROPRIO SER &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Quando a consciência-de-negócio de falsos pensamentos está acontecendo, eu não a vejo na hora. É como uma cegueira. A compreensão sempre chega mais tarde. Durante o período de “negócios”, eu fico zonzo. Toda a compreensão e visão clara ficam perdidas no identificar-se como uma entidade limitada pela mente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;John: É importante martelar no fato de que todo sofrimento é apenas um surgimento na mente, como um pensamento auto-centrado. O foco vai para isso devido ao habito e dá a impressão de que a paz e a clareza não estão presentes. Mas é verdade? Os Hábitos nos tem pela garganta até que sejam questionados. Isso não é uma questão de compreender, ou um tipo de entendimento futuro. Isto se refere a um fato cru. A consciência vem e vai ou não? Ponto. A consciência fica enevoada pelos pensamentos? Sim ou não? Não é uma conquista ou um momento de insight quando algo “clica”. Ë mais basal e mais profundo que isso. Uma vez que você tenha alfinetado a crença na realidade do pensamento e visto o mesmo pelo que ele é, você não pode voltar. Neste ponto, tudo com o qual você esta lidando é com hábitos residuais da mente. Mas agora você sabe que eles são hábitos. Eles não podem dominar você como eles faziam. Então volte e olhe, olhe verdadeiramente seu ser. Pensamentos surgem e desaparecem na presença-atençao. Não importa quantos pensamentos surjam eles não obscurecem o fato apontado. Use qualquer analogia que funcione - o espelho e seus reflexos, o sol e as nuvens, o céu e as nuvens. Isto é apontado como um fato cru – você já é livre, como presença-consciencia intocada. Pensamentos sobre obtê-la ou perdê-la são irrelevantes. Até o pensamento “eu” só vejo após o evento “é um conceito surgindo na consciência presente. Você vê isso? A mente tentará você a cair nesse pensamento, como se isso “significasse” algo, como se provasse que você não estava lá, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Você vê o truque?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Este mesmo é um pensamento aparecendo na clara consciência presente. Você verá todos esses truques e embustes do pensamento. Eles são todos calculados para mostrar-lhe que você ainda não chegou lá, que algo precisa acontecer ou que lhe falta algo. Estes são todos conceitos surgindo na consciência totalmente clara e ausente de duvidas do agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Você pode ter passado anos acreditando e [panpering] a mente. Agora você deve recusar-se a conferir realidade às crenças da mente. Isso não é assertividade. Ë fé e confiança baseada em seu conhecimento e experiência direta. Isso é ter a coragem de manter-se na profunda presença da verdade dentro de você baseada em sua intuição, sua confiança nos grandes ensinamentos que ressonaram tão fortemente, e uma vontade de apostar que estes apontadores sejam verdadeiros, não como uma mera crença cega mas com o fim de verificá-las por si mesmo. Tome uma decisão firme em manter-se como aquela realidade que transcende a mente. Desacredite nos habituais pensamentos limitados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Questione e descarte todos os pensamentos e idéias auto-centrados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: O que me intriga é como isso pode ser lembrado em momentos de consciência obscurecida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;JOHN: Não se preocupe com isso. É uma falsa premissa. Veja isso em seus momentos de lucidez e ficará bem. Se a visão aparentar que está obscurecida, ela está obscurecida, e não há nada que se possa fazer sobre isso. Então porque preocupar-se? Mas no momento que você realizar que ela está (aparentemente) obscurecida, olhe dentro dela e questione o que está obscurecido? O que ela é? Consciência. Ela está obscurecida agora? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Isso é tudo o que importa. Tudo o mais é um conceito, uma tática de adiar. &lt;b&gt;Reveja os fundamentos até que as bases sejam partes do tecido de sua vida.&lt;/b&gt; Martele completamente a origem, a causa e a resolução do sofrimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Mas o sonho parece real!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;JOHN: Pelo menos você está dizendo que “parece”. Sim, ele parece real, porque acreditamos nele. Assim como uma corda imaginada como serpente parece real. Do mesmo modo que um homem [bogey] parece real. A chave é: só porque algo parece real não significa que ele seja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Você deve estar desejo e interessado o bastante para questionar. De outro modo você nunca atravessará estes conceitos e sentimentos. Conversar com amigos espirituais ajuda nesse ponto porque você continuará a obter feedback, de fora do loop conceitual de que as crenças são reais. Não são as palavras. É a confiança, a energia, a experiência vivida é que é a chave. É uma confirmação de que existe um estado fora da moldura conceitual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Após o fim da tempestade isso fica claro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;JOHN: Bom. Agora vá fundo nisso. A presença das nuvens bloqueia o sol? Seus pensamentos e estados emocionais obscurecem o fato de ser? Se você foca nas nuvens e dá toda realidade às nuvens, você lamentará as nuvens para sempre. Volte-se para o sol e as nuvens serão irrelevantes. Não entre em luta com os pensamentos. Mude o foco para aquilo que já é livre dos pensamentos. É como um jato furando as nuvens e de repente tudo está claro e aberto. Você não se liberta, você descobre através de um exame profundo, que sua liberdade já é presente. Os pensamentos não são relevantes. A presença ou não dos pensamentos não faz nenhuma diferença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Mas durante a tempestade de pensamentos do mundo mental isso não fica claro!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;JOHN: Cuidado agora. O fato da atenção-presença desaparece? Veja isso agora. Veja isso em profundidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Este vai-e-volta é o que me deixa louco!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;JOHN: Não caia por isso. Eu? Louco? Soa como uma pilha de pensamentos auto-centrados flutuando nisso que está sempre livre e claro. Veja isso agora. Vai-e-volta é uma total ilusão. Isso só é assim porque todo o foco está indo para a mente. Ponha o foco na fonte real, a atenção em si mesma, e o obter ou perder está terminado. Isso pode ser realizado em um momento de visão clara do que está acontecendo. Assim, olhe até que isto seja visto, e você resolverá isto para sempre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: Eu acho que preciso continuar olhando enquanto permanecer alguma duvida até que, como você diz, isso esteja bem pregado a martelo. E ainda há algumas vezes onde isso é perdido em um trem de pensamentos que se conecta com outros trens. Então obviamente isso mantém o bolo só meio cozido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ccccff;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;JOHN: Sim, o foco vai para pensamentos auto-centrados e a claridade sempre-presente que não pode jamais partir não é vista. Diamantes sem preço são negociados por pedras sujas. Uma vez isso seja visto, você será incapaz de fazer negócios, mesmo que queira. O jogo acabou. Questione tudo que a mente diga sobre quem você seja. Mantenha-se na única coisa que não pode ser questionada, o fato inegável de seu próprio ser.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-3483166063613434886?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/3483166063613434886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=3483166063613434886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3483166063613434886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/3483166063613434886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clarover.blogspot.com/2007/08/mente-tem-pensamentos-no-voc-john.html' title=''/><author><name>André Svarupo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06278892557471022879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_kgNkxIpLk7o/THqIJ7d0WLI/AAAAAAAAAA0/N0Bu3tM9TsY/S220/SVAR+VI+-ago06-Vazio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2127420538875773953.post-7180395893750028730</id><published>2007-08-29T18:37:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T16:24:28.228-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-LEFT: 35.4pt; TEXT-INDENT: 35.4pt" align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;O Self separado é uma Ficção &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-LEFT: 141.6pt; TEXT-INDENT: 35.4pt" align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ccccff;"&gt;John Wheeler&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Tradução livre: André Svarupo BCps. 2006&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Q: [Excerto de um e-mail mais longo] Eu lhe devo gratidão por causa de seu suporte e devido ao que você me disse. Eu lhe escrevi que o reconhecimento virá ou não e nada pode ser feito sobre isso. De fato, você disse, ignore o “conselho de especialista” parta para a pratica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Este fenômeno chamado self abriu-se totalmente ontem para revelar a si mesmo como uma aparência na atenção. Ele é uma outra aparência como um gorjear de pássaro ou o ruído do refrigerador. Sentado aqui, teclando isso, ninguém faz coisa alguma. A mente localiza varias sensações para questão de descrição. Dor no joelho. Batidas do teclado contra a ponta dos dedos, pontos sempre mudando. Conecte os pontos e – bingo! – há um certo tipo de efeito secundário, e a consciência do efeito secundário. Bastante efeitos secundários e surge um ego, um self. Este também ocorre na consciência. Isso é consciência não tem qualquer forma. Eles não estão em nenhum lugar. Eles são uma não-coisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Eu estava para dizer que isso dever tornar-se claramente reconhecido, o qual faz sentido em um nível relativo. É claro, não há nada a ser feito. Isso está acontecendo bem agora, ate mesmo enquanto eu escrevo. E nada disso forma uma entidade singular- exceto como uma outra aparência na consciência. Esse é o estado natural. Ele não é nem mesmo um estado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Parece-me que o tradicional termo escolhido, “consciência”, não podia ser usado em nenhum caso de iniciantes. A palavra é um substantivo, portanto o buscador sai à procura de algo que está imóvel. “Conscienciando” seria uma melhor escolha se não fosse tão esdrúxulo. Tudo está em processo, e a mente não pode fixar-se em nada disso. A mente desistiria mais cedo se compreendesse mais cedo que isso é um beco sem saída.&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Novamente, muito, muito obrigado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;John: Com nenhum self separado identificável na pintura, não há ninguém presente que tenha um problema, ninguém que precise ir a lugar algum, ninguém a quem falte algo, que esteja em deficiência ou á parte. A descoberta da falta de qualquer pessoa substancial ou ser efetivamente aniquila todos os problemas, dúvidas, questões, buscas ou sofrimento. Tudo isso se baseia na presunção da existência de um eu separado e em nossa identificação com ele. Ele é uma total ficção, uma ausência, um nada. Aparências, ações, percepções, sentimentos, pensamentos, escolhas e comportamentos inteligentes, tudo isso acontece espontaneamente, assim como sempre aconteceu. Contudo eles não mais se referem a um auto-centro imaginado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Esta perspective é obtida através de uma visão e um entendimento claros unicamente - não por alguém, mas pela inteligência pura, pela pura sapietude. Nenhuma pessoa pode atribuir-se compreensão porque o insight central é o reconhecimento da ausência total de qualquer coisa que corresponda a uma pessoa separada. Contudo, a ilusão raiz é removida pela visão clara. E a vida segue sem a duvida, separação e sofrimento que eram gerados no pensamento pela crença na existência de um eu separado. O erro é removido. Nada mais é obtido, porque o estado natural sempre presente nunca foi perdido. Esta consciência, este funcionamento puro sempre esteve presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Esta consciência pura ou experiência brilha dentro e através de todo estado e experiências como aquela presença estável, brilhante e clara que nunca deixa você. Isso é o que você é, esta consciência parecida com um espaço, esse vazio cognitivo intocado. Todas as aparências surgem e desaparecem nesta presença que você é. Elas não tem qualquer existência separada aparte dela e em ultima instancia deve ser somente ela &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em ess￪ncia. Ela"&gt;em essência. Ela&lt;/st1:personname&gt; é toda uma única substancia e esta substancia é presença-consciencia em si mesma, a qual é você mesmo. Você é completa e totalmente aquele agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Agora você está em uma posição melhor para compreender a afirmação no topo de meu site o qual resume as coisas assim:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Nossa verdadeira natureza é esta simples e inegável presença da atenção que ilumina todo pensar, sentir e perceber. Sempre presente e radiantemente clara, ela nunca é obscurecida pelo tempo, pelas circunstancias ou pensamentos. O corpo, a mente e o mundo surgem e desaparecem na consciência e não tem qualquer natureza independente fora da consciência. Consciência, seu ser real, é tudo o que há. Você não é a pessoa delimitada a qual você tomou como sendo você. Procure pelo self separado e você o encontrará totalmente ausente. Vendo isso, o sofrimento, a duvida e a confusão desaparecem sem nenhum esforço, revelando seu estado natural de liberdade e felicidade inata. Compreender quem é você, é imediato e sempre disponível – aqui e agora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Agora você sabe isso por si mesmo. Acomode internamente essa compreensão e assista a vida de duvida e sofrimento ser substituída por uma paz estável, clareza e certeza. Isto é o que os professores sempre estiveram mostrando. Mas agora isso é sua experiência viva, não somente baseado e conhecimento teórico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;O que “você” fará agora? Esta é uma falsa questão. Pensamentos, sentimentos e ações atuarão na luz da consciência, deixando você sempre livre e intocado como o sol no céu. Na aparência, ações serão tomadas de acordo com as capacidades naturais do corpo e da mente da forma disponibilizada pela inteligência inata a qual tem vivido “você” desde o começo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;[seqüência . . .]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;&lt;b&gt;Q&lt;/b&gt;: Obrigado por toda a sua ajuda durante esses meses. De forma intermitente tem havido durante esses meses e anos momentos de depressão e até mesmo desgosto. Algumas vezes eu pensei que isso era um monte de besteira e que eu era um grande tolo. Eu desconfiei de alguns professores ainda que eles pudessem ser o “verdadeiro McCoy”. Você contudo, representou honestidade e clareza. Nenhuma besteira, nenhum enchimento de lingüiça, mas sim o barato direto e claro. Ler e reler seu material e mensagens me manteve caminhando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;J: Seu próprio interesse e comprometimento com a liberdade o manteve caminhando. As respostas sempre estiveram conosco. Todos os meios que sempre precisamos estavam sempre dentro de nosso alcance. Nosso próprio saber inato está pronto para nos responder uma vez que o essencial é apontado de forma simples e direta. Uma vez que a posição básica é vista e compreendida, você não pode perdê-la. O ver não depende de um professor, um livro ou qualquer outra coisa que venha de fora. O ver é todo seu próprio.&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;É aquela inteligência inata que esteve trabalhando desde o início. Deixe sua compreensão fluir do reconhecimento do estado natural de presença-consciencia o qual você nunca pode deixar. Tudo está funcionando espontaneamente nele sem qualquer referencia a um auto-centro ou a um ponto de referencia particular ou posição fixa. Você é sempre esse fluir de consciência livre e natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;Copyright © 2005 John Wheeler&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2127420538875773953-7180395893750028730?l=clarover.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clarover.blogspot.com/feeds/7180395893750028730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2127420538875773953&amp;postID=7180395893750028730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7180395893750028730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2127420538875773953/posts/default/7180395893750028730'/><link rel='alternate' type='text/html' h
